Publicado no Diário da Justiça de 15/01/2011

 

Boletim 2011.000002 - 8 a. VARA FEDERAL:

  

             Lista de Advogados constantes nesse boletim:

AFONSO EUGENIO DE FIGUEIREDO 0000718-14.2004.4.05.8202

ALANA LEITE MEDEIROS RANGEL 0003173-39.2010.4.05.8202

ALANE CRISTINA PINTO QUEIROGA 0000309-67.2006.4.05.8202

ANA HELENA CAVALCANTI PORTELA 0028720-38.1900.4.05.8202 0028824-30.1900.4.05.8202

ANDRE COSTA BARROS NETO 0006750-43.2001.4.05.8201

ANTONIO EDILIO MAGALHAES TEIXEIRA 0001126-76.2002.4.05.8201

ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS 0000815-51.2003.4.05.8201 0027103-43.1900.4.05.8202 0027323-41.1900.4.05.8202 0028049-15.1900.4.05.8202 0028113-25.1900.4.05.8202 0028766-27.1900.4.05.8202 0028767-12.1900.4.05.8202 0028773-19.1900.4.05.8202 0029640-12.1900.4.05.8202 0034549-97.1900.4.05.8202 0034563-81.1900.4.05.8202 0034593-19.1900.4.05.8202 0034598-41.1900.4.05.8202 0034607-03.1900.4.05.8202 0035527-74.1900.4.05.8202 0035542-43.1900.4.05.8202 0035544-13.1900.4.05.8202 0035548-50.1900.4.05.8202 0035560-64.1900.4.05.8202 0035566-71.1900.4.05.8202 0035573-63.1900.4.05.8202

CARLOS ANTONIO DE ARAUJO BONFIM 0031041-46.1900.4.05.8202

CARLOS ROBERTO PEREIRA DE SOUSA 0000236-32.2005.4.05.8202 0002771-05.2003.4.05.8201 0005244-61.2003.4.05.8201 0006576-63.2003.4.05.8201 0006924-18.2002.4.05.8201

CATARINA BARROS RANGEL 0003173-39.2010.4.05.8202

DANIEL CARVALHO CARNEIRO 0002771-05.2003.4.05.8201

DANIEL HENRIQUE DE SOUSA LYRA 0000093-09.2006.4.05.8202

DANIEL MAIA TEIXEIRA 0000815-51.2003.4.05.8201 0006924-18.2002.4.05.8201

EDUARDO HENRIQUE JACOME E SILVA 0000309-67.2006.4.05.8202

EDUARDO HENRIQUE JÁCOMO E SILVA 0002446-17.2009.4.05.8202

ELMANO CUNHA RIBEIRO 0002446-17.2009.4.05.8202

EMETÉRIO SILVA DE OLIVEIRA NETO 0000481-67.2010.4.05.8202

ESPEDITO VIEIRA DE FIGUEIREDO 0000718-14.2004.4.05.8202

EURICO PAULINO DA SILVA NETO 0005244-61.2003.4.05.8201

EVALDO SOLANO DE ANDRADE FILHO 0002049-55.2009.4.05.8202

FELIPE AUGUSTO F. DE N. DEODATO 0000093-09.2006.4.05.8202

FRANCINALDA FERREIRA DE A. LIMA 0002446-17.2009.4.05.8202

FRANCISCO BARBOSA DE MENDONCA 0036880-52.1900.4.05.8202

FRANCISCO DE ASSIS REMIGIO II 0002362-16.2009.4.05.8202

GERALDA SOARES DA FONSECA COSTA 0002181-15.2009.4.05.8202 0002568-06.2004.4.05.8202

GILBERTO AURELIANO DE LIMA 0000452-56.2006.4.05.8202

GUILHERME ANTONIO GAIAO 0002568-06.2004.4.05.8202 0006576-63.2003.4.05.8201

HILDEBRANDO DINIZ ARAUJO 0031041-46.1900.4.05.8202 0036880-52.1900.4.05.8202

IBER CAMARA DE OLIVEIRA 0027103-43.1900.4.05.8202 0028049-15.1900.4.05.8202 0028113-25.1900.4.05.8202 0028720-38.1900.4.05.8202 0028824-30.1900.4.05.8202 0034549-97.1900.4.05.8202 0034563-81.1900.4.05.8202 0034593-19.1900.4.05.8202 0034598-41.1900.4.05.8202 0034607-03.1900.4.05.8202 0035527-74.1900.4.05.8202 0035544-13.1900.4.05.8202 0035560-64.1900.4.05.8202 0035566-71.1900.4.05.8202 0035573-63.1900.4.05.8202

IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA 0027323-41.1900.4.05.8202 0028732-52.1900.4.05.8202 0028766-27.1900.4.05.8202 0028767-12.1900.4.05.8202 0028805-24.1900.4.05.8202 0028896-17.1900.4.05.8202 0029631-50.1900.4.05.8202 0029640-12.1900.4.05.8202 0035548-50.1900.4.05.8202

IVO CASTELO FRANCO PEREIRA DA SILVA 0035548-50.1900.4.05.8202

JEAN CAMARA DE OLIVEIRA 0027103-43.1900.4.05.8202 0028049-15.1900.4.05.8202 0028113-25.1900.4.05.8202 0034549-97.1900.4.05.8202 0034563-81.1900.4.05.8202 0034593-19.1900.4.05.8202 0034598-41.1900.4.05.8202 0034607-03.1900.4.05.8202 0035527-74.1900.4.05.8202 0035544-13.1900.4.05.8202 0035560-64.1900.4.05.8202 0035566-71.1900.4.05.8202 0035573-63.1900.4.05.8202

JEAN MIGUEL FORMIGA DE ALENCAR 0000309-67.2006.4.05.8202

JOAO FELICIANO PESSOA 0007991-52.2001.4.05.8201 0027103-43.1900.4.05.8202 0027323-41.1900.4.05.8202 0028049-15.1900.4.05.8202 0028113-25.1900.4.05.8202 0028720-38.1900.4.05.8202 0028732-52.1900.4.05.8202 0028766-27.1900.4.05.8202 0028767-12.1900.4.05.8202 0028773-19.1900.4.05.8202 0028805-24.1900.4.05.8202 0028824-30.1900.4.05.8202 0028896-17.1900.4.05.8202 0029631-50.1900.4.05.8202 0029640-12.1900.4.05.8202 0034549-97.1900.4.05.8202 0034563-81.1900.4.05.8202 0034593-19.1900.4.05.8202 0034598-41.1900.4.05.8202 0034607-03.1900.4.05.8202 0035527-74.1900.4.05.8202 0035542-43.1900.4.05.8202 0035544-13.1900.4.05.8202 0035548-50.1900.4.05.8202 0035560-64.1900.4.05.8202 0035566-71.1900.4.05.8202 0035573-63.1900.4.05.8202 0036880-52.1900.4.05.8202

JOAO HELIO LOPES DA SILVA 0000093-09.2006.4.05.8202

JOAQUIM DANIEL 0001288-97.2004.4.05.8202 0007991-52.2001.4.05.8201

JOSE ARAUJO FILHO 0001288-97.2004.4.05.8202

JOSE BATISTA NETO 0000448-19.2006.4.05.8202

JOSE BEZERRA S. N. MONTENEGRO PIRES 0002446-17.2009.4.05.8202

JOSE CAMARA DE OLIVEIRA 0027103-43.1900.4.05.8202 0028049-15.1900.4.05.8202 0028113-25.1900.4.05.8202 0028720-38.1900.4.05.8202 0028824-30.1900.4.05.8202 0034549-97.1900.4.05.8202 0034563-81.1900.4.05.8202 0034593-19.1900.4.05.8202 0034598-41.1900.4.05.8202 0034607-03.1900.4.05.8202 0035527-74.1900.4.05.8202 0035544-13.1900.4.05.8202 0035560-64.1900.4.05.8202 0035566-71.1900.4.05.8202 0035573-63.1900.4.05.8202

JOSE COSME DE MELO FILHO 0036880-52.1900.4.05.8202

JOSE DE ANCHIETA VIEIRA 0000718-14.2004.4.05.8202

JOSE LAURINDO DA SILVA SEGUNDO 0000134-68.2009.4.05.8202

JOSE LIRA DE ARAUJO 0001126-76.2002.4.05.8201

JOSE MARCILIO BATISTA 0002362-16.2009.4.05.8202

JOSE NETO FREIRE RANGEL 0003173-39.2010.4.05.8202

JULIO CESAR BARROS RANGEL 0003173-39.2010.4.05.8202

JURANDIR PEREIRA DA SILVA 0027323-41.1900.4.05.8202 0028720-38.1900.4.05.8202 0028732-52.1900.4.05.8202 0028766-27.1900.4.05.8202 0028767-12.1900.4.05.8202 0028773-19.1900.4.05.8202 0028805-24.1900.4.05.8202 0028824-30.1900.4.05.8202 0028896-17.1900.4.05.8202 0029631-50.1900.4.05.8202 0029640-12.1900.4.05.8202 0035548-50.1900.4.05.8202

LILIAN TATIANA BANDEIRA CRISPIM 0000195-65.2005.4.05.8202 0000309-67.2006.4.05.8202

LIVIA MARIA DE SOUSA 0000481-67.2010.4.05.8202

LUIZ CELIO DE SA LEITE 0007991-52.2001.4.05.8201

MANOLYS MARCELINO P DE SILANS 0000093-09.2006.4.05.8202

MARCELO WEICK POGLIESE 0000093-09.2006.4.05.8202

MARCIO REGIS GOMES DE SOUZA 0000718-14.2004.4.05.8202

MESSIAS DELFINO LEITE 0002446-17.2009.4.05.8202

OZAEL DA COSTA FERNANDES 0001126-76.2002.4.05.8201

PAULA LAIS DE OLIVEIRA SANTANA 0000309-67.2006.4.05.8202

PAULO SABINO DE SANTANA 0000309-67.2006.4.05.8202

RAIMUNDO FLORENCIO PINHEIRO 0028767-12.1900.4.05.8202 0028773-19.1900.4.05.8202 0034598-41.1900.4.05.8202 0035542-43.1900.4.05.8202 0035548-50.1900.4.05.8202 0035566-71.1900.4.05.8202

RAIMUNDO NONATO DA COSTA 0002446-17.2009.4.05.8202

ROGERIO MAGNUS VARELA GONCALVES 0000093-09.2006.4.05.8202

ROOSEVELT DELANO GUEDES FURTADO 0002446-17.2009.4.05.8202

SADY D'ASSUMPÇÃO TORRES FILHO 0000452-56.2006.4.05.8202

SEM PROCURADOR 0000236-32.2005.4.05.8202 0006750-43.2001.4.05.8201

SUELY AZEVEDO XAVIER FREITAS 0000452-56.2006.4.05.8202

TANIA GOMES DA SILVA 0002362-16.2009.4.05.8202

TUPINAMBA DE PAIVA CARVALHO 0002049-55.2009.4.05.8202

VICTOR CARVALHO VEGGI 0000093-09.2006.4.05.8202 0000195-65.2005.4.05.8202 0002362-16.2009.4.05.8202

ZELIO FURTADO DA SILVA 0002446-17.2009.4.05.8202

 

Juiz Federal LUCAS MARIANO CUNHA ARAGÃO DE ALBUQUERQUE

Diretor de Secretaria: JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA

   

Execução Penal

   

0002446-17.2009.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL x MARIA DE FÁTIMA MIRANDA E OUTROS (Adv. RAIMUNDO NONATO DA COSTA, JOSE BEZERRA S. N. MONTENEGRO PIRES, EDUARDO HENRIQUE JÁCOMO E SILVA, ZELIO FURTADO DA SILVA, ELMANO CUNHA RIBEIRO, ROOSEVELT DELANO GUEDES FURTADO, FRANCINALDA FERREIRA DE A. LIMA, MESSIAS DELFINO LEITE, RAIMUNDO NONATO DA COSTA)

TERMO ORDINATÓRIO (autos nº 0002446-17.2009.4.05.8202) De ordem do MM. JUIZ FEDERAL desta 8ªVara, e com amparo no art. 93, inc. XIV, da CF/88 (atualizado p/EC nº 45/2004), c/c o art. 162, § 4º, do CPC, além do art. 87º, do Provimento nº 01, de 25 de março de 2009, Corregedoria da Justiça Federal da 5ª Região e da Resolução nº 6, de 29/03/2006, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, e da Portaria nº 32, de 06 de outubro de 2009, desta 8ª Vara, ficam intimados os advogados dos acusados para apresentarem as alegações finais, no prazo de 5 (cinco) dias, nos autos acima citados. Sousa, 2 de dezembro de 2010. Marcelo Nicolau da CostaMARCELO NICOLAU DA COSTA Analista Judiciário

   

PEDIDO DE LIBERDADE PROVISÓRIA COM OU SEM FIANÇA

   

0003173-39.2010.4.05.8202 EMANUEL MESSIAS MENDES LOURENÇO (Adv. JOSE NETO FREIRE RANGEL, JULIO CESAR BARROS RANGEL, CATARINA BARROS RANGEL, ALANA LEITE MEDEIROS RANGEL)

Revogação Prisão Preventiva nº 3173-39.2010.4.05.8202 Requerente: EMANUEL MESSIAS MENDES LORENÇO DECISÃO Trata-se de pedido de revogação de prisão preventiva formulado por EMANUEL MESSIAS MENDES LORENÇO, encarcerado preventivamente em virtude de suposta prática de delito tipificado no art. 334, 1§, do Código Penal, entre outros. Aduz o requerente, em resumo, que: a) não participou do fato ora investigado; b) o decreto prisional se deu com lastro em provas frágeis e sem fundamento fático ou razão de direito, ante a ausência dos pressupostos do art. 312, do CPP; c) é primário de bons antecedentes, com residência certa e profissão definida; d) mesmo solto, em nada alterou o caminho das investigações; e) a prisão preventiva é medida excepcional, somente cabível quando imprescindível; e f) comparecerá ao interrogatório, caso lhe seja concedida a liberdade provisória. Juntou documentos (fls. 14/17). Por sua vez, o Ministério Público sustentou que a primariedade, os bons antecedentes, a profissão e residência fixa em si não são impedem a manutenção da prisão preventiva, acrescentou que o acusado encontra-se foragido, sendo, assim, a manutenção da determinação da prisão preventiva medida indispensável para garantir a aplicação da lei penal. Por fim, destacou que os motivos que ensejaram a decisão de encarceramento cautelar anterior subsistem (fls. 19/25). É o relatório. Passa-se à fundamentação. Primeiramente, acerca dos fatos que autorizaram a decretação da prisão preventiva, à luz da presença dos seus pressupostos e de seus fundamentos legais, positivados no art. 312 do CPP, inexiste mudança fática que enseje o deferimento do pedido do requerente. A materialidade dos crimes investigados está robustamente comprovada pelas provas juntadas aos autos, além das diversas prisões em flagrante, apreensões de cigarros ilegalmente inseridos no país e/ou vendidos, acrescentem-se as comunicações telefônicas comprometedoras que foram interceptadas com autorização judicial. No que tange à autoria delitiva, subsistem fortes indícios de que EMANUEL MESSIAS MENDES LORENÇO exercia funções relacionadas ao transporte das mercadorias comercializadas ilicitamente. À guisa de exemplo, cite-se a transcrição do diálogo entre Tarcísio, Messias e Galego, à fls. 20/21 dos presentes autos, indicativo de que Messias e Galego estavam transportando cigarros contrabandeados ou descaminhados, em proveito da quadrilha investigada. É cediço que a prisão preventiva tem como escopo evitar que o delinqüente volte a praticar novos delitos, porque seja propenso à prática criminosa, quer porque, em liberdade, estará susceptível aos mesmos estímulos relacionados com a infração cometida. O STF já se pronunciou a respeito da função preventiva do encarceramento cautelar, ante ao risco concreto de reiteração criminosa por parte do agente. EMENTA: HABEAS CORPUS. DUPLA TENTATIVA DE HOMICÍDIO. PRISÃO PREVENTIVA. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA E NECESSIDADE DA INSTRUÇÃO CRIMINAL. PRISÃO PREVENTIVA EMBASADA NA CONTEXTURA FACTUAL DOS AUTOS. RISCO CONCRETO DE REITERAÇÃO NA PRÁTICA DELITUOSA. ACAUTELAMENTO DO MEIO SOCIAL. ORDEM DENEGADA. 1. O conceito jurídico de ordem pública não se confunde com incolumidade das pessoas e do patrimônio (art. 144 da CF/88). Sem embargo, ordem pública se constitui em bem jurídico que pode resultar mais ou menos fragilizado pelo modo personalizado com que se dá a concreta violação da integridade das pessoas ou do patrimônio de terceiros, tanto quanto da saúde pública (nas hipóteses de tráfico de entorpecentes e drogas afins). Daí sua categorização jurídico-positiva, não como descrição do delito nem da cominação de pena, porém como pressuposto de prisão cautelar; ou seja, como imperiosa necessidade de acautelar o meio social contra fatores de perturbação que já se localizam na gravidade incomum da execução de certos crimes. Não da incomum gravidade abstrata desse ou daquele crime, mas da incomum gravidade na perpetração em si do crime, levando à consistente ilação de que, solto, o agente reincidirá no delito. Donde o vínculo operacional entre necessidade de preservação da ordem pública e acautelamento do meio social. Logo, conceito de ordem pública que se desvincula do conceito de incolumidade das pessoas e do patrimônio alheio (assim como da violação à saúde pública), mas que se enlaça umbilicalmente à noção de acautelamento do meio social. 2. É certo que, para condenar penalmente alguém, o órgão julgador tem de olhar para trás e ver em que medida os fatos delituosos e suas coordenadas dão conta da culpabilidade do acusado. Já no que toca à decretação da prisão preventiva, se também é certo que o juiz valora esses mesmos fatos e vetores, ele o faz na perspectiva da aferição da periculosidade do agente. Não propriamente da culpabilidade. Pelo que o quantum da pena está para a culpabilidade do agente assim como o decreto de prisão preventiva está para a periculosidade, pois é tal periculosidade que pode colocar em risco o meio social quanto à possibilidade de reiteração delitiva (cuidando-se, claro, de prisão preventiva com fundamento na garantia da ordem pública). 3. Na concreta situação dos autos, o fundamento da garantia da ordem pública, tal como lançado, basta para validamente sustentar a prisão processual do paciente. Prisão que se lastreia no concreto risco de reiteração criminosa. Pelo que não há como refugar a aplicabilidade do conceito de ordem pública se o caso em análise evidencia a necessidade de acautelamento do meio social quanto àquele risco da reiteração delitiva. Situação que atende à finalidade do art. 312 do CPP. 4. Não há que se falar em inidoneidade do decreto de prisão, se este embasa a custódia cautelar a partir do contexto empírico da causa. Contexto revelador da incomum gravidade da conduta protagonizada pelo paciente, caracterizada pela exacerbação de meios e a partir de motivo fútil. A evidenciar, portanto, periculosidade envolta em atmosfera de concreta probabilidade de sua reiteração. Precedentes: HCs 92.735, da relatoria do ministro Cezar Peluso; 96.977, da relatoria do ministro Ricardo Lewandowski; 96.579 e 98.143, da relatoria da ministra Ellen Gracie; bem como 85.248, 98.928 e 94.838-AgR, da minha relatoria. 5. Em suma, sempre que a maneira da perpetração do delito revelar de pronto a extrema periculosidade do agente, abre-se ao decreto prisional a possibilidade de estabelecer um vínculo funcional entre o modus operandi do suposto crime e a garantia da ordem pública. Precedentes: HCs 93.012 e 90.413, da relatoria dos ministros Menezes Direito e Ricardo Lewandowski, respectivamente. 6. Por outra volta, é firme a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal no sentido de que a previsão de atos instrutórios também em Plenário do Júri (arts. 473 a 475 do CPP) autoriza a manutenção de eventual custódia preventiva, decretada sob o fundamento da "conveniência" (necessidade, no rigor dos termos) da instrução criminal. 7. Ordem denegada1. Há de se colacionar também: EMENTA: HABEAS CORPUS. PROCESSUAL PENAL. PRISÃO PREVENTIVA. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. MOTIVAÇÃO CONCRETA. CONDIÇÕES PESSOAIS NÃO IMPEDITIVAS DA PRISÃO CAUTELAR. 1. Prisão preventiva para garantia da ordem pública face à circunstância de o réu ser dado à prática de roubos qualificados pelo emprego de arma de fogo em concurso de pessoas. Real possibilidade de reiteração criminosa. 2. A periculosidade do réu, concretamente demonstrada, autoriza a privação cautelar da liberdade para garantia da ordem pública. Precedentes. 3. Condições pessoais [primariedade, bons antecedentes, residência e trabalho fixos] não impedem a decretação da prisão preventiva quando presentes os requisitos do artigo 312 do CPP. Precedentes. Ordem indeferida2. In casu, as inúmeras gravações telefônicas indicam que a quadrilha continuava em plena atividade, a despeito das prisões em flagrante levadas a cabo, havendo fundado receio de que o investigado, em liberdade, volte a delinqüir, como de fato o fez em outras ocasiões. Ademais, há de se observar que há fortes indícios de que a atuação da quadrilha tem ampla abrangência, não pairando dúvidas sobre o perigo à ordem e à saúde públicas que representam os crimes investigados. Por derradeiro, saliente-se que a circunstância de o requerente ostentar a condição de réu primário e não possuir maus antecedentes não justifica, por si só, a revogação da sua custódia cautelar, pois assim já se pronunciou o Superior Tribunal de Justiça, cuja ementa transcreve abaixo: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. PRISÃO PREVENTIVA. 1. FALTA DE FUNDAMENTAÇÃO. INOCORRÊNCIA. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA E CONVENIÊNCIA DA INSTRUÇÃO CRIMINAL. REPRESENTAÇÃO MINISTERIAL. ACOLHIMENTO COMO RAZÃO DE DECIDIR. ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA. REFERÊNCIA À NECESSIDADE DA PRISÃO PARA BARRAR REITERAÇÃO DELITIVA. 2. DECISÃO DE DESMEMBRAMENTO. PRISÃO. RATIFICAÇÃO. INOVAÇÃO. SUBSTITUTIÇÃO DO DECRETO. INOCORRÊNCIA. 3. CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS. IRRELEVÂNCIA. OCORRÊNCIA DE OUTROS FUNDAMENTOS A JUSTIFICAR A MEDIDA. 3. ORDEM DENEGADA. 1. Justifica-se a prisão preventiva para garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal quando, tratando-se de imputação de associação criminosa voltada ao tráfico de entorpecentes, houver fundado receio de reiteração criminosa, pelas características do grupo. 2. Decisão de desmembramento do feito que ratifica os termos do decreto de prisão preventiva, frisando a gravidade do crime imputado ao paciente, não provoca uma inovação de fundamentação a substituir o decreto. 3. Condições pessoais favoráveis, por si só, não são suficientes a amparar a revogação da prisão preventiva quando presentes outras razões para a manutenção da custódia. 4. Ordem denegada.3. Portanto, a permanência da prisão preventiva é medida necessária e legal à manutenção da ordem pública. Pelo expendido, acolho a manifestação do Ministério Público Federal e indefiro o pedido de revogação da prisão preventiva do requerente, devendo ser intensificadas as buscas para a prisão do réu, EMANUEL MESSIAS MENDES LORENÇO, pelos fundamentos da decisão determinante da prisão preventiva, acrescidos pelos integrantes desta decisão. Traslade-se cópia desta decisão para o processo relacionado. Em não havendo recurso, dê-se baixa e arquive-se. Intime-se o Órgão Ministerial. Publique-se. Cumpra-se. Sousa-PB, 15 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara, no exercício da titularidade. 1 STF, HC 96212/RJ, 1ª Turma, Rel. Min. Ayres Brito, maioria, pub. 06/08/2010. 2 STF, HC 96008/SP, 2ª Turma, Rel. Min. Eros Grau, un. DJe 152, pub. 14/08/2009. 3 STJ, HC 82486/RJ, 6ª T., maio., Rel. Min. MARIA THEREZ DE ASSIS MOURA, j. 19/02/2008, DJe 14/04/2008. ?? ?? ?? ?? PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA DA 5ª REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA SUBSEÇÃO DE SOUSA - 8ª VARA 6

   

PETIÇÃO

   

0002049-55.2009.4.05.8202 RONALDO ALEMIDA DE ARAUJO (Adv. EVALDO SOLANO DE ANDRADE FILHO, TUPINAMBA DE PAIVA CARVALHO)

Dê-se vista destes autos, bem como do inquérito policial de n.º 2008.82.02.000453-6, ao advogado do investigado pelo prazo de 05 (cinco) dias. Após, remeta-se este feito à distribuição para baixa e arquivamento e devolvam-se os autos do inquérito policial supracitado a Delegacia da Polícia Federal em Patos/PB, para continuidade da investigação.

   

PROCEDIMENTO ESP.DO JUIZADO ESPECIAL PENAL

   

0000134-68.2009.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL x ANTONIO LOPES NETO (Adv. JOSE LAURINDO DA SILVA SEGUNDO)

Autos n.: 0000134-68.2009.4.05.8202 Autor/Requerente: Ministério Público Federal Réu/Requerido: Antônio Lopes Neto. Sentença Tipo E Sentença EMENTA: PROCESSO PENAL. SUSPENSÃO PROCESSUAL. CUMPRIMENTO. EXTINÇÃO. 1.Promoção de extinção da punibilidade por cumprimento da das condições do sursis processual. 2.Caso concreto onde, a teor do art. 89 da Lei n. 9.099/95, aplicável aos Juizados Especiais Criminais Federais em face da Lei n. 10.259/2001, deu-se o cumprimento das condições impostas. 3.Acatamento, dando-se a extinção da punibilidade. Vistos... I - O histórico 1. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL requer a extinção da punibilidade pelo cumprimento das condições impostas no sursis processual, envolvendo o acima epigrafado autor do fato, em razão do cumprimento das condições apresentadas em audiência preliminar (art. 89, da Lei n. 9.099/95). 2.Era o que importava detalhar. II - Os fundamentos 3.A pretensão ministerial comporta acolhimento. 4.Uma vez tendo havido a suspensão processual por meio da audiência constante nos autos, a teor do art. 89, da Lei n. 9.099/95, aplicável aos Juizados Especiais Criminais Federais, em face da Lei n. 10.259/2001, seguida do cumprimento da(s) condições impostas, há que se proceder à devida homologação com o reconhecimento da extinção da punibilidade, o que se dá por sentença (art. 89, da Lei n. 9.099/95). III - O dispositivo 5.Ante o exposto, JULGO EXTINTA a punibilidade do autor, ANTÔNIO LOPES NETO, a teor do art. 89, da Lei n. 9.099/95, em face do cumprimento das condições impostas. 6.Anote-se e comunique-se o necessário, dando-se baixa na distribuição após. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juíza Federal Substituto no exercício da titularidade da 8ª Vara 2 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba Fórum Desembargador Federal Paulo Gadelha 8ª Vara Fls.____ JFPB PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba Fórum Federal 8ª Vara Av. Cônego José Viana, 15/17, Centro, Sousa, PB. CEP 58.803-160. Fone: (083) 3522-2673. Rua Francisco Vieira da Costa, s/n, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3300.

   

EXECUÇÃO CONTRA FAZENDA PÚBLICA

   

0000236-32.2005.4.05.8202 JULIA SANTOS ALVES (Adv. CARLOS ROBERTO PEREIRA DE SOUSA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. SEM PROCURADOR)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0000236-32.2005.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0000718-14.2004.4.05.8202 SEBASTIÃO PEREIRA DO NASCIMENTO (Adv. AFONSO EUGENIO DE FIGUEIREDO, JOSE DE ANCHIETA VIEIRA, ESPEDITO VIEIRA DE FIGUEIREDO) x SEBASTIÃO PEREIRA DO NASCIMENTO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. MARCIO REGIS GOMES DE SOUZA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0000718-14.2004.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0000815-51.2003.4.05.8201 MARIA DE FATIMA DE SOUSA (Adv. ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. DANIEL MAIA TEIXEIRA)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0000815-51.2003.4.05.8201 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0001288-97.2004.4.05.8202 LUIZ ABRANTES SOARES (Adv. JOAQUIM DANIEL) x LUIZ ABRANTES SOARES x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOSE ARAUJO FILHO) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0001288-97.2004.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0002568-06.2004.4.05.8202 MARIA DO DESTERRO DOS SANTOS ARAGÃO E OUTROS (Adv. GERALDA SOARES DA FONSECA COSTA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. GUILHERME ANTONIO GAIAO)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0002568-06.2004.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0002771-05.2003.4.05.8201 VICENTE LOPES MONTEIRO (Adv. CARLOS ROBERTO PEREIRA DE SOUSA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. DANIEL CARVALHO CARNEIRO)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0002771-05.2003.4.05.8201 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0005244-61.2003.4.05.8201 DANIELLE MOREIRA DINIZ (Adv. CARLOS ROBERTO PEREIRA DE SOUSA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. EURICO PAULINO DA SILVA NETO)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0005244-61.2003.4.05.8201 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0006576-63.2003.4.05.8201 SAMILLY LOURENY GONCALVES (Adv. CARLOS ROBERTO PEREIRA DE SOUSA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. GUILHERME ANTONIO GAIAO)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0006576-63.2003.4.05.8201 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0006750-43.2001.4.05.8201 MARIA MONTEIRO DE SOUSA (Adv. ANDRE COSTA BARROS NETO) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. SEM PROCURADOR)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0006750-43.2001.4.05.8201 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0006924-18.2002.4.05.8201 MARIA RAQUEL DA SILVA SANTOS (Adv. CARLOS ROBERTO PEREIRA DE SOUSA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. DANIEL MAIA TEIXEIRA)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0006924-18.2002.4.05.8201 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0007991-52.2001.4.05.8201 MARIA DOS REMÉDIOS FREITAS DA SILVA (Adv. JOAQUIM DANIEL) x DEODATO CLEMENTINO DA SILVA E OUTRO (Adv. JOAQUIM DANIEL) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. LUIZ CELIO DE SA LEITE) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0007991-52.2001.4.05.8201 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0027103-43.1900.4.05.8202 MAZIELDO ABREU DO NASCIMENTO E OUTROS (Adv. ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA) x FRANCISCO ALEXANDRE DE JESUS E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0027103-43.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: MAZIELDO ABREU DO NASCIMENTO EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0027323-41.1900.4.05.8202 FRANCISCA ROLIM DE ALBUQUERQUE LOPES E OUTROS (Adv. IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA, JURANDIR PEREIRA DA SILVA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x JOANA ALVES ROLIM x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0027323-41.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: FRANCISCA ROLIM DE ALBUQUERQUE LOPES EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0028049-15.1900.4.05.8202 ANGELA MARIA BARBOSA DA SILVA E OUTROS (Adv. ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JOSE CAMARA DE OLIVEIRA) x JUSTINO SOARES BARBOSA E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0028049-15.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: ANGELA MARIA BARBOSA DA SILVA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0028113-25.1900.4.05.8202 DIOMAR FERNANDES ALMEIDA E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x MANOEL FERNANDES SOBRINHO E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0028113-25.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: DIOMAR FERNANDES ALMEIDA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0028720-38.1900.4.05.8202 NORMA RIBEIRO DE BARROS DA SILVA E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, ANA HELENA CAVALCANTI PORTELA) x SEBASTIANA RIBEIRO BARROS E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0028720-38.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: NORMA RIBEIRO DE BARROS DA SILVA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0028732-52.1900.4.05.8202 ELZA BEZERRA DO NASCIMENTO E OUTROS (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA) x UMBELINA FIRMINO DA SILVA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0028732-52.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0028766-27.1900.4.05.8202 FRANCISCA DE SOUSA (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x FRANCISCA DE SOUSA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0028766-27.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0028767-12.1900.4.05.8202 FRANCISCA CAROLINA DE SOUZA (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, RAIMUNDO FLORENCIO PINHEIRO) x FRANCISCA CAROLINA DE SOUZA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0028767-12.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0028773-19.1900.4.05.8202 CICERO ANTONIO DE SANTANA (Adv. RAIMUNDO FLORENCIO PINHEIRO, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, JURANDIR PEREIRA DA SILVA) x CICERO ANTONIO DE SANTANA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0028773-19.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0028805-24.1900.4.05.8202 MIGUEL SEBASTIAO DA SILVA E OUTRO (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA) x MIGUEL SEBASTIAO DA SILVA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0028805-24.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: MIGUEL SEBASTIAO DA SILVA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0028824-30.1900.4.05.8202 MARIA DO SOCORRO SILVA (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, ANA HELENA CAVALCANTI PORTELA) x MARIA DO SOCORRO SILVA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0028824-30.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0028896-17.1900.4.05.8202 RITA CLAUDINO DE OLIVEIRA (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA) x RITA CLAUDINO DE OLIVEIRA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0028896-17.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0029631-50.1900.4.05.8202 MARIA JORGE DA SILVA SOUZA (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA) x JOAO JORGE DA SILVA E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0029631-50.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: MARIA JORGE DA SILVA SOUZA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0029640-12.1900.4.05.8202 BERNADETE ARAO DOS SANTOS E OUTROS (Adv. JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x JOSE ARAO SILVA E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0029640-12.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: BERNADETE ARAO DOS SANTOS EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0031041-46.1900.4.05.8202 SEBASTIÃO VIEIRA DE LIMA E OUTRO (Adv. HILDEBRANDO DINIZ ARAUJO) x SEBASTIÃO VIEIRA DE LIMA E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. CARLOS ANTONIO DE ARAUJO BONFIM) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0031041-46.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0034549-97.1900.4.05.8202 MARIA DE FATIMA SILVA (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x MARIA DAS DORES DA CONCEICAO E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0034549-97.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: MARIA DE FATIMA SILVA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0034563-81.1900.4.05.8202 URSULA MARIA SA E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x URSULA MARIA SA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0034563-81.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: URSULA MARIA SA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0034593-19.1900.4.05.8202 PEDRO DIONIZIO SOARES E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x PEDRO DIONIZIO SOARES x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0034593-19.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: PEDRO DIONIZIO SOARES EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0034598-41.1900.4.05.8202 MARIA MENDES VIEIRA E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, RAIMUNDO FLORENCIO PINHEIRO, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x JOSEFA HUMBELINA JESUS E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0034598-41.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0034607-03.1900.4.05.8202 ELIZA VIEIRA DE SOUZA E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x ELIZA VIEIRA DE SOUZA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0034607-03.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0035527-74.1900.4.05.8202 JOSE CORREIA DE ARAUJO E OUTROS (Adv. ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA) x JOSE CORREIA DE ARAUJO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0035527-74.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0035542-43.1900.4.05.8202 FRANCISCA PEREIRA DA SILVA (Adv. ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, RAIMUNDO FLORENCIO PINHEIRO) x MANOEL DOMINGOS PEREIRA E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0035542-43.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: FRANCISCA PEREIRA DA SILVA EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0035544-13.1900.4.05.8202 MARIA DO SOCORRO COURAS E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x DIODATO RODRIGUES COURA E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0035544-13.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: MARIA DO SOCORRO COURAS EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0035548-50.1900.4.05.8202 JOAQUIM DANTAS DA SILVA E OUTROS (Adv. RAIMUNDO FLORENCIO PINHEIRO, JURANDIR PEREIRA DA SILVA, IVO CASTELO FRANCO PEREIRA DA SILVA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, IVO CASTELO BRANCO PEREIRA DA SILVA) x MANOEL FELIX DA SILVA E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0035548-50.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0035560-64.1900.4.05.8202 FRANCISCO DE ASSIS SILVA ALVES E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS) x MARIA DA SILVA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0035560-64.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: FRANCISCO DE ASSIS SILVA ALVES EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0035566-71.1900.4.05.8202 TEREZINHA ALENCAR LEITE E OUTROS (Adv. JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA, ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, RAIMUNDO FLORENCIO PINHEIRO) x MARIA ALENCAR DE ALMEIDA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Autos: 0035566-71.1900.4.05.8202 Classe: 206 - EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBLICA EXEQUENTE: TEREZINHA ALENCAR LEITE EXECUTADO: INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS Sentença Tipo "B". Sentença I. Relatório Trata-se de Execução de sentença movida em face do(a)(s) devedor(a)(as)(es) retro descrito(a)(s), a qual se impõe a extinção do processo em face do cumprimento da obrigação. Era o que cumpria detalhar. II. Fundamentação Dispõe o art. 794, inciso I, do CPC: "Art. 794. Extingue-se a execução quando: I - o devedor satisfaz a obrigação". É o caso presente. III. Dispositivo Ante o exposto, JULGO EXTINTA a presente execução, com base no art. 794, I e 795 do Código de Processo Civil. Após a publicação, ao arquivo com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal/PB Fls._____ PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA Seção Judiciária da Paraíba 8ª Vara Federal 1 R. Francisco Vieira da Costa, 10, Bairro Rachel Gadelha, Sousa, PB. CEP 58.804-177. Fone: (083) 3521-3303.

   

0035573-63.1900.4.05.8202 MARIA BEZERRA DE SOUZA E OUTRO (Adv. ANTONIO PEREIRA DOS ANJOS, JOSE CAMARA DE OLIVEIRA, IBER CAMARA DE OLIVEIRA, JEAN CAMARA DE OLIVEIRA) x MARIA BEZERRA DE SOUZA x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA) x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0035573-63.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 13 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 13 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 13 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

0036880-52.1900.4.05.8202 MARIA FRANCISCA DA CONCEICAO E OUTROS (Adv. FRANCISCO BARBOSA DE MENDONCA, JOSE COSME DE MELO FILHO, HILDEBRANDO DINIZ ARAUJO) x MARIA SANTANA DA CONCEIÇÃO x MARIA ALCINA DA CONCEIÇÃO x MARLY LUZIA DE FIGUEIREDO (Adv. HILDEBRANDO DINIZ ARAUJO) x SEBASTIÃO CAMELO DANTAS x FRANCISCA GOMES DE ARAÚJO x EDITH RODRIGUES MAIA E OUTROS x FRANCISCA DE ASSIS E OUTRO x INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL - INSS (Adv. JOAO FELICIANO PESSOA)

Poder Judiciário Subseção Judiciária Sousa - 8ª Vara Federal da Paraíba CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Processo nº 0036880-52.1900.4.05.8202 Certifico que, através do sistema processual do TRF da 5ª Região, emiti o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s), referente aos capítulos condenatórios da sentença proferida nestes autos, conforme requisições retro. Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao Diretor de Secretaria, para conferência da RPV e alteração do seu status no sistema processual. Sousa, 16 de dezembro de 2010 JEAN CARLOS BRAGA DA MOTA Técnico Judiciário CERTIDÃO E TERMO DE CONCLUSÃO Certifico que conferi o/a(s) Precatório/Requisição de Pequeno Valor - RPV(s) acima mencionado(a), de acordo com a sentença proferida nestes autos, e alterei seu status, no sistema processual do TRF da 5ª Região, Nesta data, ainda, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto da 8ª Vara Federal da Paraíba, para assinatura digital do requisitório. Sousa, 16 de dezembro de 2010 Ítalo Martins Vieira Diretor de Secretaria DESPACHO Precatório/RPV assinado(a)(s) digitalmente. Aguarde-se seu processamento no TRF da 5ª Região e sua liquidação, suspendendo-se o feito até então. Publique-se. Intimem-se. Sousa, 16 de dezembro de 2010 ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto

   

AÇÃO PENAL

   

0000093-09.2006.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL (Adv. VICTOR CARVALHO VEGGI) x MANOEL RAMALHO DE ALENCAR (Adv. FELIPE AUGUSTO F. DE N. DEODATO, ROGERIO MAGNUS VARELA GONCALVES, MARCELO WEICK POGLIESE, DANIEL HENRIQUE DE SOUSA LYRA, MANOLYS MARCELINO P DE SILANS, JOAO HELIO LOPES DA SILVA)

Ação Penal Pública nº 0000093-09.2006.4.05.8202 Autor: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Réu: MANOEL RAMALHO DE ALENCAR SENTENÇA - TIPO D EMENTA: PROCESSO PENAL E PENAL. NORMA DE NATUREZA PROCESSUAL. APLICAÇÃO IMEDIATA. VALIDADE DO INTERROGATÓRIO DO RÉU REALIZADO AO TEMPO DA LEI ANTERIOR. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT ACTUM EX-PREFEITO. CRIME DE RESPONSABILIDADE. AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE REPASSES DE VERBAS FEDERAIS. DECRETO-LEI Nº 201/67, ART. 1º, INC. VII. SUFICIÊNCIA DA SIMPLES VONTADE DE OMITIR-SE (DOLO). MATERIALIDADE E AUTORIA COMPROVADAS. PROCEDÊNCIA DA PRETENSÃO ACUSATÓRIA. 1. Não há que se falar em violação ao exercício da garantia da ampla defesa, já que a efetivação do interrogatório do réu não estava sob a égide da Lei nº 11.719/08, mesmo porque é cediço que a norma processual penal tem aplicação imediata (art. 2º, CPP), atingindo qualquer processo em curso, até mesmo pode prejudicar o réu, ou seja, o ato processual é regido pela lei vigente à época de sua realização, incidindo o princípio tempus regit actum. 2. O prefeito que deixa de prestar contas no devido tempo, ao órgão competente, da aplicação de recursos, empréstimos, subvenções ou auxílios, internos ou externos, recebidos a qualquer título, incorre em crime de responsabilidade, sujeito ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento do Câmara dos Vereadores. 3. Para a concretização do tipo penal do inc. VII do art. 1º do Decreto-Lei nº 201/67 é suficiente a presença do dolo de omitir-se, consistente na simples vontade e consciência de não prestar contas ao órgão competente no devido tempo, notadamente porque se busca resguardar a transparência, enquanto espectro concreto do princípio da publicidade, na gestão da coisa pública, sem qualquer necessidade de investigação acerca dos motivos pessoais da ausência de prestação de contas. 4. Procedência da pretensão acusatória. Vistos etc. I - RELATÓRIO O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ofereceu, perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, denúncia contra MANOEL RAMALHO DE ALENCAR, ex-prefeito do Município de Ibiara/PB, imputando-lhe a prática de crime de responsabilidade por omissão em prestar contas, tal como tipificado no art. 1º, inc. VII, do Decreto-lei nº 201/67 (fls. 03/06). Devidamente notificado para apresentar resposta preliminar (fl. 34-v), o investigado permaneceu inerte (fl. 36). Os autos foram enviados ao Juízo de Primeiro Grau, tendo em vista a incompetência superveniente daquele Tribunal para apreciar o feito (fls. 37/38). A denúncia foi recebida em todos os seus termos (fls. 46/47). O MPF manifestou-se pela impossibilidade de ser formulada proposta de suspensão do processo, ante o fato do réu está respondendo por 20 (vinte) processos penais, pugnando pelo prosseguimento do feito, com o interrogatório do acusado (fls. 139/140). Este juízo determinou a expedição de carta precatória para citação e interrogatório do réu, e inclusive, apresentação de defesa prévia (fl. 141). O interrogatório do acusado repousa à fls. 157/159 e sua defesa prévia foi apresentada às fls. 160/161. Suscitou, em suma, ausência de justa causa. As testemunhas arroladas pelas partes foram ouvidas, às fls. 221/222 e 228. Instados nos termos do art. 402, o MPF nada requereu (fl. 234). Por sua vez, o réu quedou-se silente (fl. 271). O MPF requereu a realização de novo interrogatório do acusado, na forma estabelecida pela Lei nº 11.719/08, por entender que, com a alteração do procedimento ordinário, é imperiosa a oitiva do réu após a das testemunhas, em respeito ao princípio da ampla defesa (fls. 284/286). O pedido ministerial foi indeferido (fl. 287). O Ministério Público, em sua última manifestação, sustentou a procedência da denúncia. (fls. 290/298). Ante a inércia do réu em apresentar alegações finais, foi nomeado defensor dativo para a realização desse ato processual (fl. 303). E, suas alegações finais (fls. 308/313), a defesa alegou, em preliminar, a necessidade de nova oitiva do acusado, em conformidade com a Lei nº 11.719/08; em sede de mérito, aduziu que a omissão do dever de prestar contas se deu em razão da negligência da sua equipe técnica auxiliar e que não agira com dolo ou má-fé. Pugnou, por fim, pela improcedência da denúncia e sua conseqüente absolvição. É o relatório. Fundamento e decido. II - FUNDAMENTAÇÃO II.1 - PRELIMINAR Compulsando os autos, vislumbro que a alegação das partes não merece guarida. Isso porque o interrogatório do réu não estava sob a égide da Lei nº 11.719/08. É cediço que a norma processual penal tem aplicação imediata (art. 2º, CPP), atingindo qualquer processo em curso, até mesmo pode prejudicar o réu, ou seja, o ato processual é regido pela lei vigente à época de sua realização1, incidindo o princípio tempus regit actum. Diante de caso análogo, o STJ firmou recentemente o mesmo entendimento: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. ART. 302, CAPUT, DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO. APLICAÇÃO DO ART. 400 DO CPP COM A NOVA REDAÇÃO CONFERIDA PELA LEI N° 11.719/08. NORMA DE NATUREZA PROCESSUAL. APLICAÇÃO IMEDIATA. VALIDADE DO INTERROGATÓRIO DO RÉU REALIZADO SOB A VIGÊNCIA DE LEI ANTERIOR. PRINCÍPIO DO TEMPUS REGIT ACTUM. I - A norma de natureza processual possui aplicação imediata, consoante determina o art. 2° do CPP, sem prejuízo da validade dos atos realizados sob a vigência da lei anterior, consagrando o princípio do tempus regit actum (Precedentes). II - Assim, nesta linha, o art. 400 do CPP, com a nova redação conferida pela Lei n° 11.719/08, - regra de caráter eminentemente processual -, possui aplicação imediata, sem prejuízo da validade dos atos processuais realizados em observância ao rito procedimental anterior. III - Portanto, não há que se falar em cerceamento de defesa na espécie por ausência de realização de novo interrogatório do ora paciente ao final da audiência de instrução e julgamento, pois o referido ato processual foi validamente realizado pelo Juízo processante antes do advento da novel legislação em observância ao rito procedimental vigente à época, não possuindo a lei processual penal efeito retroativo. Ordem denegada2. (grifado) Portanto, na espécie, ante a realização do interrogatório do réu, conforme legislação processual em vigor à época, bem como a efetiva participação deste durante toda a instrução do processo, entendo que não há de se falar em desrespeito ao princípio da ampla defesa. Assim, rejeito a preliminar suscitada pela defesa, para dar continuidade ao feito sem a designação de nova audiência para interrogatório do réu. II.2 - MÉRITO Trata-se de ação penal instaurada para a apuração do delito previsto no art. 1º, inciso VII, do Decreto-lei nº 201/67. A análise do conjunto probatório contidos nos autos deste processo conduz à constatação da responsabilidade do denunciado MANOEL RAMALHO DE ALENCAR pela prática do crime descrito na denúncia. Com efeito, exsurge dos autos que o réu, à época Prefeito de Ibiara/PB, no exercício de 1998, deixou de prestar contas relativas ao Convênio nº 41.853/98, firmado entre aquele e o Ministério da Educação, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE. Tal ajuste tinha como objetivo atender ao Programa de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental. Consta dos autos cópia do Ofício nº 227/2003 - DIROF/GECAP/SUAPC/DIPRE remetido pela FNDE ao réu, no qual este fundo solicita a apresentação das contas atinentes ao convênio referido ou a devolução dos recursos conveniados, no valor atualizado de R$ 21.814,82 (vinte e um mil, oitocentos e quatorze reais e oitenta e dois centavos), à fl. 06 - IPL. Ademais, o acusado continuou recalcitrante em justificar os gastos referidos, permanecendo inerte quando da sua citação para apresentar defesa ou recolher aos cofres do FNDE, nos autos do procedimento de tomada de contas especial, momento oportuno para apresentar os documentos relativos às contas da execução do convênio firmado (fls. 62/64). No mesmo sentido, frise-se a existência, nos autos, de acórdão prolatado pela 2ª Câmara do TCU, onde ficou evidenciada a materialidade delitiva atinente à omissão de prestar contas por parte do réu (fls. 09/11 - autos principais). Portanto, restou evidenciado que o acusado, consciente da obrigação de prestar contas relativas à execução do Convênio nº 41853/98, referente ao Programa de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental, perante o Tribunal de Contas da União, deixou de fazê-lo, configurando tal conduta o crime previsto no art. 1º, inc. VII, do Decreto-Lei nº 201/67, que assim dispõe: Art. 1º São crimes de responsabilidade dos prefeitos municipais, sujeitos ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento do Câmara dos Vereadores: [...] VII - deixar de prestar contas no devido tempo, ao órgão competente, da aplicação de recursos, empréstimos, subvenções ou auxílios, internos ou externos, recebidos a qualquer título; (grifado) A autoria do delito sobressai manifesta pela própria função de prefeito que exercia o réu MANOEL RAMALHO DE ALENCAR, no ano de 1998, corroborada com o depoimento da testemunha NAILSON RODRIGUES RAMALHO, ao confirmar ser prática contumaz do ex-prefeito, ora denunciado, omitir-se no dever de prestar contas de despesas deste e de outros convênios. Assim relatou, à fl. 221: que é do conhecimento do depoente que o acusado, quando gestor do Município de Ibiara-PB, também deixou de prestar contas em relação a outros recursos recebidos de outros convênios; que o Município nunca foi ressarcido de nenhum valor, tanto no tocante aos fatos narrados na denúncia, como em relação a outros convênios; que o acusado já foi processado e condenado nesta comarca. Nessa linha, convém transcrever ementa de julgado proferido pelo Egrégio Tribunal Regional Federal da 5ª Região, cujo resultado em tudo se aplica ao presente caso PENAL. CRIME DE RESPONSABILIDADE DE PREFEITO (ART. 1º, VII, PARÁGRAFOS 1º e 2º, DO DECRETO-LEI No 201, DE 27 DE FEVEREIRO DE 1967). OMISSÃO NO DEVER DE PRESTAR CONTAS. AUTORIA E MATERIALIDADE DEMONSTRADAS. 1. Pratica crime de responsabilidade o prefeito que se omite no dever de prestar contas, na época devida, dos recursos de convênio celebrado com o Ministério da Educação. 2. A autoria encontra-se demonstrada pelo fato de que, na época em que a prestação de contas pela aplicação dos recursos do convênio deveria ter sido apresentada, o réu era o gestor do município. 3. A prova da materialidade encontra-se no procedimento administrativo instaurado no âmbito do Ministério da Educação, no qual se instaurou tomada de constas especial (TCE) por omissão no dever de prestar contas e no o ofício da prefeitura municipal, no qual informa não ter encontrado cópia do ofício que encaminhou a prestação de contas do convênio ao MEC. 4. Apelação improvida.3 (grifado) Em que pese alegar o acusado MANOEL RAMALHO DE ALENCAR que era incumbência de seu equipe técnica apresentar-lhe os documentos que deveriam ser assinados, incluindo-se, neste caso, a documentação referente à prestação de contas do Convênio nº 41.853/98, o conjunto probatório rechaça a tese da defesa. Ora, no ano de 2003, o réu fora notificado para apresentar a relação das despesas mencionadas pelo FNDE, às 06 - IPL. Solicitação reiterada pelo TCU (62/63 - IPL), e correspondência recebida em 18/03/2004 (fl. 63 - IPL), fato que demonstra a má-fé e que o réu tinha plena ciência da obrigatoriedade de prestar contas perante os entes competentes, mesmo após o término do seu mandato. Outrossim, o disposto no parágrafo único do art. 70 da Constituição da República de 1988, determina a obrigação de prestar contas a qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária. Por conseguinte, a obrigação de prestar contas por parte do gestor público tem arrimo no próprio texto constitucional, em especial, nos princípios da moralidade e publicidade, bem como no espírito da "coisa pública", enquanto projeção do princípio fundamental republicano. Dessa forma, mostra-se descabida a alegação da defesa de que desconhecia a necessidade da justificação das contas ao TCU, pois houve a citação para a defesa durante o procedimento investigatório realizado por aquele órgão, quando foi oportunizado ao ora acusado expor os documentos para a prestação de contas. Nesse sentido, lenciona RUI STOCO, ao comentar o disposto no inc. VII do art. 1º de Decreto-Lei nº 201/67: A expressão da lei "recebidos a qualquer título" quer significar tanto a gratuidade do recebimento, quanto a necessidade de contraprestação de parte do Município. Dependendo, é claro, da figura ou do instituto utilizado. Pois o empréstimo, por exemplo, é contrato que exige a contraprestação, ou seja, o seu pagamento em dinheiro. [...] O que se nota, entretanto, é a manifesta intenção do legislador de alargar a faixa de comprometimento da ação omissiva do Prefeito, obrigando-o à prestação de contas, ao órgão competente, eventualmente exigível por lei, decreto, regulamento, instrução e, primordialmente, em razão de deveres, acordos ou qualquer outra forma de ajuste com a finalidade de obtenção de recursos, empréstimos, subvenções ou auxílios (internos ou externos). O crime, no caso, será de mera conduta, pois ação ou, especificamente, a omissão do agente bastará para constituir o elemento material da figura típica referida na lei4. (grifado) Isso porque para a concretização do tipo penal do inc. VII do art. 1º da Decreto-Lei nº 201/67 é suficiente a presença do dolo, chamado tradicionalmente como dolo "genérico", consistente na simples vontade e consciência de não prestar contas ao órgão competente no devido tempo, notadamente porque se busca resguardar a transparência, enquanto espectro concreto do princípio da publicidade, na gestão da coisa pública, sem qualquer necessidade de investigação acerca dos motivos pessoais da ausência de prestação de contas pelo acusado. Acerca do instituto jurídico do "dolo", enquanto tipo subjetivo do referido artigo de lei, impende trazer à colação lição de LUIZ FLÁVIO GOMES e ANTONIO GARCIA-PABLOS DE MOLINA: [...] dolo é a consciência e vontade de realizar (de concretizar) os requisitos objetivos do tipo que conduzem à produção de um resultado jurídico relevante (lesão ou perigo concreto de lesão ao bem jurídico) desejado (querido, intencional - dolo direto) ou pelo menos esperado como possível (assumido pelo agente - dolo eventual). Dolo, portanto, é saber (ter consciência) e querer (ter vontade de concretizar os requisitos objetivos do tipo).5 A propósito, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tem-se orientado no sentido de que o art. 1º, inc. VII, do Decreto-Lei nº 201/67, consubstancia crime formal, de mera conduta, sendo a omissão na prestação de contas capaz de, por si só, configurar o delito, consoante as ementas abaixo transcritas: HC. PENAL. PROCESSUAL. PREFEITO. CRIME DE RESPONSABILIDADE. DECRETO-LEI 601/67, ART. 1º, IV E VII. PRESTAÇÃO DE CONTAS PRECIADA PELO TRIBUNAL DE CONTAS. AUSÊNCIA DE JUSTA CAUSA. 1. O atraso na prestação de contas pode configurar por si só a figura típica descrita no Decreto-lei 601/67, art. 1º, VII. 2. O fato do Tribunal de Contas ter entendido pela regularidade das contas questionadas não é bastante para impedir a persecução criminal. 3. Habeas Corpus conhecido. Pedido indeferido.6 PENAL. PREFEITO MUNICIPAL. CRIME DE RESPONSABILIDADE. ART. 1º, INCISO VI DO DECRETO-LEI Nª 201/67. Consoante entendimento desta Corte, o atraso na prestação de contas pode configurar, por si só, o delito previsto no art. 1º, inciso VI, do Decreto-Lei nº 201/67. (Precedentes do Pretório Excelso e desta Corte). Recurso provido.7 Com efeito, no que concerne à ausência de dolo por parte do réu, os fatos extraídos dos autos indicam a subsistência de dolo direto. Isso porque o dolo é conhecimento e querer a concretização do tipo8. No caso em concreto, o acusado conhecia a obrigatoriedade de apresentar a prestação de contas relativas ao Convênio nº 41.853/98 e quis abster-se de cumpri-la, estando, assim, demonstrado o dolo de se omitir na prestação de contas. Acerca da configuração do elemento subjetivo do tipo no crime de omissão de prestar contas, o TRF-5 firmou o seguinte entendimento: DIREITO PENAL. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DE PREFEITO. ART. 1°, INCISO VII, DO DECRETO-LEI N° 201/1967. CONVÊNIO FIRMADO ENTRE PREFEITURA E FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE. PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - PNAE. AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DA APLICAÇÃO DAS VERBAS PÚBLICAS. AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS. PRESCRIÇÃO. NÃO OCORRÊNCIA. 1- Deve ser acolhido o pedido de gratuidade, dos autos depreende-se que o benefício da Justiça Gratuita somente foi postulado em sede de embargos de declaração da sentença e renovado nas razões da apelação. Muito embora o requerimento ter sido tardio, grande parte da jurisprudência filia-se ao entendimento segundo o qual não há preclusão para a concessão do benefício em referência. Também é forte o posicionamento no sentido de que basta a declaração do interessado de que não detém condições econômicas para custear o processo para que a gratuidade seja deferida. (Precedente do STJ) 2- A materialidade do crime previsto no art. 1°, inciso VII, do Decreto-Lei n° 201/1967 está sobejamente demonstrado nos seguintes documentos, informações contidas no procedimento administrativo anexado aos autos às fls. 6 a 58, instaurado perante a Procuradoria da República no Município de Campina Grande-PB. 3- O elemento subjetivo do tipo, dolo, revela-se na manifesta omissão do apelante em prestar as devidas contas, mesmo ciente das obrigações decorrentes da adesão ao Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE, conforme os termos da Resolução n° 15, de 22/08/2000, do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE. 4- A vinculação do ato omissivo do apelante à obrigação contratual assumida para configurar a responsabilidade penal está delineada, amoldando-se a norma contida no inciso VII, do art. 1º do DL 201/67: "Deixar de prestar contas, no devido tempo, ao órgão competente, da aplicação de recursos, empréstimos, subvenções ou auxílios internos ou externos a qualquer título". 5- A alegação da extinção da punibilidade é impertinente por não encontrar incidência quaisquer das espécies de prescrição da pretensão punitiva. 6- Não se reconhece a prescrição virtual pela pena em perspectiva à míngua de previsão legal, nessa hipótese é de se considerar que a jurisprudência dos Tribunais Superiores que é amplamente majoritária no sentido de não a reconhecer. 7- Em que pese o rigor técnico-jurídico da respeitável promoção do Parquet, entendo que agiu bem o douto magistrado na consideração das circunstâncias judiciais do art. 59 do Código Penal, ainda que se tenha como certo que as ações penais não julgadas definitivamente não são consideradas como antecedentes criminais, tenho que as consequências do crime, também circunstância judicial, justifica a imposição do quantum inicial do cálculo da reprimenda. 8- Apelação criminal improvida9. (grifado) Em relação às testemunhas arroladas pela defesa, estas em nada contribuíram à busca pela verdade real. Restringiram-se a relatar a personalidade do agente, em verdade, pouco conhecendo a respeito do fato objeto desta ação. Sendo assim, a materialidade do delito tipificado no art. 1º, inc. VII, do Decreto-lei nº 201/67, bem como sua autoria, restaram incontroversas, inclusive confessada, diante das provas produzidas, não havendo nos autos quaisquer indícios que venham a esboçar a presença de causas que excluam a ilicitude, a culpabilidade ou a punibilidade do acusado, ou justifiquem seus atos. III - DISPOSITIVO Diante do exposto, rechaço a preliminar suscitada pelo réu e, no mérito, julgo procedente a pretensão acusatória deduzida na denúncia, para condenar o réu MANOEL RAMALHO DE ALENCAR nas penas do art. 1º, inc. VII, do Decreto-lei nº 201/67. IV - DOSIMETRIA Atento aos dizeres do artigo 59 do Código Penal, passo à individualização e dosimetria das penas a serem impostas ao condenado. Assim, tem-se que: a) a culpabilidade do réu consubstancia reprovabilidade social leve, tendo em vista as circunstâncias fáticas do crime e as condições pessoais do réu; b) quanto aos antecedentes, o réu se revela possuidor de bons antecedentes, não existindo registro anterior de qualquer condenação definitiva por fato delituoso que venha desfavorecer essa circunstância; c) poucos elementos foram coletados a respeito da conduta social, razão pela qual deixo de valorá-la. d) de acordo com confirmação do próprio réu (fls. 157/159), há evidências de que o réu tem uma personalidade voltada à prática delitiva, uma vez que responde a outros processos de natureza penal10; e) não há evidências, nos autos, que desabonem os motivos que ensejaram o cometimento do delito; f) as circunstâncias do crime se encontram relatadas nos autos, sendo inerentes ao tipo legal do crime, nada tendo a se valorar; g) as conseqüências do delito são normais à espécie, nada tendo a se valorar com fator extrapenal; h) o crime praticado não permite a análise do comportamento da vítima. Com lastro nas circunstâncias judiciais analisadas, fixo a pena-base do réu em 6 (seis) meses de detenção, enquanto necessária e suficiente para a reprovação e prevenção do crime, a ser cumprida em regime aberto, com fundamento no art. 33, §2º, "c" e § 3º, todos do Código Penal. Não existem circunstâncias agravantes ou atenuantes ou causas de aumento ou diminuição de pena a serem consideradas, motivo pelo qual as penas acima fixadas são definitivas. Tendo em conta que o réu preenche os requisitos constantes dos incisos do art. 44 do Código Penal, com a redação dada pela Lei nº 9.714/1998, substituo a pena privativa de liberdade por uma restritiva de direitos, na modalidade de prestação pecuniária, sob as condições a serem fixadas pelo juiz da execução, após o trânsito em julgado desta sentença, em audiência admonitória a ser designada. Decreto, se ocupante de cargo, a perda deste e a inabilitação, pelo prazo de 5 (cinco) anos, para o exercício de cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação, a contar do trânsito em julgado desta sentença, nos termos do art. 1º, § 2º, do Decreto-lei nº 201/67. Fixo o valor mínimo para a reparação dos danos causados pela infração em R$ 10.530,00 (dez mil e quinhentos e trinta reais), nos termos do art. 387, IV, do CPP, levando-se em consideração o valor objeto do Convênio nº 41.853/98. Defiro ao réu a prerrogativa de apelar em liberdade, independentemente de recolhimento à prisão, em face do permissivo legal e por considerar que as circunstâncias do caso autorizam esse benefício, se por outro motivo não estiver detido. Condeno, por fim, o réu ao pagamento das custas do processo. Após o trânsito em julgado da condenação, determino a adoção dos seguintes procedimentos: a) o lançamento do nome do réu MANOEL RAMALHO DE ALENCAR no rol dos culpados; b) a expedição de ofício ao Tribunal Regional Eleitoral/TRE da Paraíba e ao Departamento da Polícia Federal, remetendo-lhes cópias da sentença e da certidão do seu trânsito em julgado; e c) preenchimento e expedição do boletim individual à SSP/PB (art. 809, CPP). Conforme faculta o art. 387, inciso VI, do CPP, publique-se apenas a parte dispositiva desta sentença no Diário da Justiça do Estado da Paraíba. Publique-se. Registre-se. Intime-se. Sousa-PB, 09 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto, no exercício da titularidade da 8ª Vara. 1 A lei processual penal, uma vez inserida no mundo jurídico, tem aplicação imediata, atingindo inclusive os processos que já estão em curso, pouco importando se traz ou não situação gravosa ao imputado, em virtude do princípio do efeito imediato ou da aplicação imediata. Destarte, os atos anteriores, em decorrência do princípio do tempus regit actum, continuam válidos (....). (TÁVORA, Nestor. ALENCAR, Rosmar Rodrigues. Curso de Direito Processual Penal. 4. ed. amp. Salvador: Jus Podivm. 2010, p. 45.) 2 STJ, HC 152456, 5ª T., un., Rel. Min. FELIX FISCHER, j. 04/05/2010, DJe DATA:31/05/2010. 3 TRF-5 Região, ACR nº 6102/PE, 1ª T., un., Rel. Des. Fed. FRANCISCO CAVALCANTI, j. 27/11/2008, DJ 18/12/2008, p. 493. 4 FRANCO, Aberto Silva, STOCO, Rui (coords.). Leis penais especiais e sua interpretação jurisprudencial. 7. ed. rev., atual. ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001, p. 2711. 5 Direito penal: parte geral. 2. ed. v. 2. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009, p. 252. 6 STJ, HC 11355/BA, 5ª T., un., Rel. Min. EDSON VIDIGAL, j. 06/02/2001, DJ 12/03/2001, p. 156. 7 STJ, REsp 416233/MA, 5ª T., un., Rel. Min. FELIX FISHER, j. 16/03/2004, DJ 10/05/2004, p. 328. 8 WEZEL, Hans. Direito Penal. Tradução de Afonso Celso Rezende. Campinas: Romana, 2003, p. 120. Título original: Strafrechts. 9 TRF-5 Região, ACR 5725, 4 T., un., Rel. Des. JOSÉ BAPTISTA DE ALMEIDA FILHO, j. 04/08/2009, DJE 15/09/2009, p. 218. 10 PENAL. DOSIMETRIA. AÇÕES PENAIS EM ANDAMENTO. VETORIAL DA PERSONALIDADE. POSSIBILIDADE DE AFERIÇÃO. - Ações penais em andamento, embora não possam ser carreadas à conta de maus antecedentes, prestam-se para valorar negativamente a vetorial da personalidade. Precedente da 4ª Seção (TRF-4ª Região, 4ª Seção, EINACR 200171000114725, rel. Des. Paulo Afonso Brum Vaz, in DJ 31/05/2006, p. 552). ?? ?? ?? ?? PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA DA 5ª REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA SUBSEÇÃO DE SOUSA - 8ª VARA 1

   

0000195-65.2005.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL (Adv. VICTOR CARVALHO VEGGI) x JOAO BOSCO DOS SANTOS (Adv. LILIAN TATIANA BANDEIRA CRISPIM)

Processo: 0000195-65.2005.4.05.8202 Classe : 240 - Ação Penal Autor: Ministério Público Federal Réu: João Bosco dos Santos SENTENÇA TIPO D I - RELATÓRIO O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ofereceu denúncia contra JOÃO BOSCO DOS SANTOS atribuindo-lhe a prática de crime de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias descontadas dos contribuintes, assim como pela falsificação de comprovantes de supostos recolhimentos de contribuições previdenciárias, tal como descrito no art. 168-A, §1º, inciso I, c/c art. 297, §1º, todos do Código Penal. Foi recebida a denúncia, que se fez acompanhar do procedimento que lhe deu estrado, sob o fundamento de que haviam razoáveis indícios de autoria e materialidade do ilícito descrito na acusação ministerial (fls. 134-135). O interrogatório do acusado repousa às fls. 147-150 e sua defesa prévia foi apresentada à f. 151. As testemunhas arroladas pelas partes foram ouvidas às fls. 187-188 (denúncia) e deffesa fls. 225-228. O MPF requereu a dispensa da oitiva das testemunhas IVANIR CHAVES FAGUNDES e ADAUTO FERREIRA SILVA (fls. 246 e 273), o que foi deferido pelo juízo (fl. 274). Instados nos termos e prazo do art. 402 do CPP, as partes nada requereram (fls. 282 e 287). O Ministério Público, em sua última manifestação, requereu a absolvição do réu (fls. 296-300), ante a inexistência de constituição definitiva do crédito tributário, dado que revela a ausência de condição de procedibilidade da ação penal. Em suas alegações finais (fls. 306-307) o acusado ratificou os termos finais do MPF. É o relatório. II - FUNDAMENTOS O Supremo Tribunal Federal, em recente orientação, entendeu que nos crimes de apropriação indébita e/ou sonegação de contribuição previdenciária, o procedimento administrativo de apuração de débitos se constitui em condição de procedibilidade para a instauração da ação penal. Precedentes: AI 820748 / RS - Rio Grande do Sul, agravo de instrumento, relator(a): Min. Cármen lúcia, julgamento: 20/10/2010; HC 96102 MC/SP - São Paulo, medida cautelar no habeas corpus, relator(a): Min. Menezes Direito, julgamento: 12/09/2008. A propósito, não é diversa a exegese do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, in verbis: PENAL. PROCESSUAL PENAL. CRIME DE APOPRIAÇÃO INDÉBITA PREVIDENCIÁRIA (CP, ART. 168, PARÁGRAFO 1º, I). NÃO EXAURIMENTO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. FALTA DE CONDIÇÃO DE PROCEDIBILIDADE PARA A PERSECUTIO CRIMINIS. TRANCAMENTO DA AÇÃO. CONCESSÃO DA ORDEM. 1. Habeas corpus, então manejado para o trancamento de ação penal, não perde o seu objeto com a só publicação de sentença (em primeiro grau de jurisdição); tranca-se, quando o caso recomendar, o processo ainda em curso (haja nele, ou não, sentença prolatada), o que se afigura viável qualquer que seja a fase em que se encontre, desde quando já não tenha acontecido o trânsito em julgado; 2. A conclusão do processo administrativo fiscal impositivo é condição de procedibilidade da ação penal que tenha por objeto a persecução criminal deflagrada mercê de pretenso crime de apropriação indébita previdenciária (CP, Art. 168-A, parágrafo 1º, I); à mingua deste dado essencial, a denúncia não deveria sequer ter sido recebida, e o processo, deflagrado; 3. Ordem concedida.1 (grifo nosso) No caso dos autos, o MPF aduziu que não há qualquer documento que indique a existência de procedimento administrativo, tendente a constituir o crédito tributário. De fato, a assertiva do MPF é verdadeira, pois não há nos autos nenhum documento comprobatório da constituição definitiva de tal crédito. Assim sendo, forçoso reconhecer que não se tem por preenchida condição de procedibilidade para o crime em espécie. Com efeito, o art. 395 do CPP dispõe que: Art. 395. A denúncia ou queixa será rejeitada quando: (Redação dada pela Lei nº 11.719, de 2008). I - for manifestamente inepta; (Incluído pela Lei nº 11.719, de 2008). II - faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal; ou (Incluído pela Lei nº 11.719, de 2008). III - faltar justa causa para o exercício da ação penal. (Incluído pela Lei nº 11.719, de 2008). Parágrafo único. (Revogado). (Incluído pela Lei nº 11.719, de 2008). Nesses termos, o feito haverá de ser extinto sem apreciação de mérito, ante a rejeição da denúncia, por força do inciso II do art. 395 do Código de Processo Penal. III - DISPOSITIVO Ante o exposto, REJEITO a denúncia e extingo o feito sem apreciação de seu mérito, a teor do que dispõe o art. 395, II, do CPP. Sem custas processuais. Ultrapassado o prazo para recurso, arquivem-se os autos com a devida baixa no sistema de controle processual. Publique-se. Registre-se. Intime-se. Sousa-PB, 13 de dezembro de 2010. Orlan Donato Rocha Juiz Federal Substituto no exercício da titularidade 1 HC 200905000230254, HC - Habeas Corpus - 3586, Relator(a) Desembargador Federal Paulo Roberto de Oliveira Lima, Sigla do órgão TRF5, Órgão julgador: Terceira Turma, Fonte: DJ - Data::16/06/2009 - Página::397 - Nº::112, Decisão UNÂNIME ?? ?? ?? ?? 4 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA DA 5ª REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA SUBSEÇÃO DE SOUSA - 8ª VARA

   

0000309-67.2006.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL x MARIA MARLI RICARTE MOÉSIA E OUTROS (Adv. PAULO SABINO DE SANTANA, LILIAN TATIANA BANDEIRA CRISPIM, ALANE CRISTINA PINTO QUEIROGA, PAULA LAIS DE OLIVEIRA SANTANA, JEAN MIGUEL FORMIGA DE ALENCAR, EDUARDO HENRIQUE JACOME E SILVA)

Tendo em conta a petição de fls. 129/130, defiro novo prazo, 10 (dez) dias, para apresentação da defesa preliminar da acusada MARIA MARLI RICARTE. Publique-se. Intime-se

   

0000448-19.2006.4.05.8202 MINISTERIO PUBLICO FEDERAL x PAULO VITAL DA SILVA (Adv. JOSE BATISTA NETO)

Tendo em conta a certidão de fl. 317, noticiando o falecimento do réu PAULO VITAL DA SILVA, fato ocorrido em 22.02.2010 no Município de Cajazeiras/PB, DETERMINO a extinção da punibilidade do acusado, nos termos do art. 107, I, do Código Penal. Publique-se. Intime-se o MPF.

   

0000452-56.2006.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL (Adv. SADY D'ASSUMPÇÃO TORRES FILHO) x GIL GALDINO (Adv. GILBERTO AURELIANO DE LIMA, SUELY AZEVEDO XAVIER FREITAS)

Ação Penal Pública nº 0452-56.2006.4.05.8202 Autor: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Réu: GIL GALDINO SENTENÇA - TIPO D EMENTA: PROCESSO PENAL E PENAL. LEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. RECONHECIMENTO. EX-PREFEITO. CRIME DE RESPONSABILIDADE. DECRETO-LEI Nº 201/67, ART. 1º, INC. II. UTILIZAÇÃO INDEVIDA DE VERBAS PÚBLICAS. AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE REPASSES DE VERBAS FEDERAIS. DECRETO-LEI Nº 201/67, ART. 1º, INC. VII. SUFICIÊNCIA DA SIMPLES VONTADE DE OMITIR-SE (DOLO). MATERIALIDADE E AUTORIA COMPROVADAS. PROCEDÊNCIA DA PRETENSÃO ACUSATÓRIA. 1. O ex-prefeito que integrou a relação jurídica material consistente na gestão administrativa da Prefeitura, ao tempo do pagamento ilícito valendo-se das verbas federais recebidas, possui plena legitimidade passiva para figurar na ação penal que apura o crime de responsabilidade. 2. O ex-prefeito que utiliza, indevidamente, em proveito próprio ou alheio, de bens, rendas ou serviços públicos, pratica crime de responsabilidade, sujeito ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento da Câmara dos Vereadores, na medida em que efetuou pagamento ilegal anteriormente ao início da execução de obra objeto de convênio firmado entre a Prefeitura e órgão da União. 3. O prefeito que deixa de prestar contas no devido tempo, ao órgão competente, da aplicação de recursos, empréstimos, subvenções ou auxílios, internos ou externos, recebidos a qualquer título, incorre em crime de responsabilidade, sujeito ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento do Câmara dos Vereadores. 4. Para a concretização do tipo penal do inc. VII do art. 1º do Decreto-Lei nº 201/67 é suficiente a presença do dolo de omitir-se, consistente na simples vontade e consciência de não prestar contas ao órgão competente no devido tempo, notadamente porque se busca resguardar a transparência, enquanto espectro concreto do princípio da publicidade, na gestão da coisa pública, sem qualquer necessidade de investigação acerca dos motivos pessoais da ausência de prestação de contas. 5. Procedência da pretensão acusatória. Vistos etc. I - RELATÓRIO O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ofertou denúncia contra GIL GALDINO, ex-prefeito do Município de Piancó/PB, imputando-lhe prática de crime de responsabilidade tipificado no art. 1º, incs. II e VII, do Decreto-Lei nº 201/67. Devidamente notificado (fl. 129-v), o acusado não apresentou defesa preliminar. A denúncia foi recebida em todos os seus termos (fls. 131/132), sob o fundamento de que havia razoáveis indícios de autoria e materialidade dos ilícitos descritos na acusação ministerial. O réu fora citado (fl. 151-v), entretanto não compareceu à audiência de interrogatório (fl. 153). Em consequência, foi decretada sua revelia nos termos do art. 367 do CPP (fl. 158). A defesa prévia foi apresentada à fl. 164. A testemunha arrolada pelo MPF foi ouvida (fl. 174). O MPF, nos termos do art. 402 do CPP, requereu: a) a dispensa da testemunha Silvano Moreira Pontes Neto; b) expedições de ofícios à Coordenação-Geral de Convênios/DGI/SE/ Ministério da Integração Nacional, à Prefeitura Municipal de Piancó-PB e à Secretaria de Controle Externo do TCU na Paraíba, com o fito de colacionar novas provas aos autos (fls. 278/280). Cumprida a diligência, encerrou-se a fase instrutória, oportunizando-se às partes as alegações finais, a teor do art. 403, 3º, do CPP. O Ministério Público, em sua última manifestação, sustentou a procedência da denúncia (fls. 327/335). Em suas alegações finais (fls. 343/344), o réu suscitou a nulidade do processo por ilegitimidade de parte, bem como, no mérito, a inexistência de prova que o responsabilize, visto que o ilícito penal fora praticado pela empresa inadimplente. Pugnou, por fim, pela improcedência da denúncia e sua conseqüente absolvição. É o relatório. Fundamento e decido. II - FUNDAMENTAÇÃO II.1 - PRELIMINAR O réu afirmou em suas alegações finais a nulidade processual em razão da sua ilegitimidade para figurar no pólo passivo do presente feito. Segundo a doutrina prevalente: A legitimidade passiva, no processo penal condenatório, significa que o réu deve ser titular da relação jurídico-litigiosa de direito material. Faltará legitimidade passiva quando a denúncia for oferecida, erroneamente, contra a vítima ou testemunha, que evidentemente não teve participação na infração penal1. Pois bem. A denúncia, posteriormente, corroborada com as provas colacionadas nos autos, evidencia que o acusado, enquanto prefeito municipal à época, integrou a relação jurídica material (gestão administrativa da Prefeitura ao tempo do recebimento das verbas federais) que originou o delito ora analisado. Assim sendo, o réu possui plena legitimidade passiva para figurar nesta ação penal na condição de legitimado passivo. Em caso similar, a jurisprudência assentou entendimento neste sentido: PENAL. PROCESSUAL PENAL. CRIME DE RESPONSABILIDADE. DECRETO-LEI Nº 201/67, ART. 1º, VII. AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE REPASSES DE VERBAS FEDERAIS. EX-PREFEITO. LEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. PROVIMENTO DO RECURSO CRIMINAL. 1. O ajuizamento de ação penal deve estar lastreado em causa legítima e idônea, sob pena de se atingir indevidamente o status dignitatis do denunciado. 2. A legitimidade passiva ad causam do ex-prefeito, em cuja gestão ocorreu a transferência de recursos federais é induvidosa na hipótese dos autos. 3. A não prestação de contas no tempo devido das verbas públicas recebidas integralmente pelo ex-prefeito, aliado ao fato de não haver apresentado ao seu sucessor os documentos necessários à regularização fiscal das contas municipais perante o órgão federal, ressalta a responsabilidade penal do denunciado. 4. A conduta praticada pelo denunciado gera presunção de que esses recursos financeiros não foram regularmente utilizados, eis que vige nesta fase o princípio in dubio pro societate, e a constatação da existência efetiva do crime e suas circunstâncias depende das provas colhidas na instrução. 5. Não se constata, de plano, quaisquer das hipóteses contidas no art. 43, do Código de Processo Penal, que levam à rejeição da denúncia. 6. Noutra parte, a denúncia oferecida em desfavor do ora recorrido preenche os requisitos do art. 41, do Código de Processo Penal, uma vez que contém a exposição, em tese, do fato criminoso, com suas circunstâncias essenciais, a qualificação dos acusados, a classificação do crime e o rol de testemunhas. 7. Recurso criminal provido2. (grifado) Em verdade, a perquirição da responsabilidade do acusado em cotejo com o conjunto probatório cinge-se, intimamente, com a matéria de mérito, que será examinada adiante. Portanto, afasto a preliminar de nulidade processual suscitada pela defesa. II.2- MÉRITO Trata-se de ação penal instaurada para a averiguação do delito previsto no artigo 1º, inc. II e VII, do Decreto-Lei nº 201/67. A análise do conjunto probatório contido nos autos deste processo leva à constatação da responsabilidade do denunciado GIL GALDINO pela prática dos crimes descritos na denúncia. Com efeito, exsurge dos autos que o réu, à época Prefeito de Piancó/PB, na gestão 1997/2000, deixou de prestar contas relativa ao Convênio nº 470/2000, firmado entre aquele e o Ministério da Integração Nacional, por intermédio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, objetivando a perfuração e instalação de 32 (trinta e dois) poços tubulares, na zona rural daquele município. Ademais, utilizou, indevidamente, a verba objeto daquele contrato em favor da empresa CIVILTEC Construções e Serviços LTDA, consoante dispõe o inc. II ao art. 1º da Decreto-Lei nº 201/67: Art. 1º São crime de responsabilidade dos prefeitos municipais, sujeitos ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento da Câmara dos Vereadores: [...] II - utilizar-se, indevidamente, em proveito próprio ou alheio, de bens, rendas ou serviços públicos; Nesse contexto, lenciona RUI STOCO, ao comentar o disposto no inc. II do art. 1º de Decreto-Lei nº 201/67: A primeira condição para configurar-se o crime é a utilização indevida, ou seja, imprópria, inadequada, em desacordo com alei ou os regulamentos administrativos. A segunda condição é que se trate de utilização de bens, rendas ou serviços públicos. Aqui, o inciso legal acrescenta os "serviços" ao contrário do anterior, que apenas faz referência a bens e rendas. Uma terceira condição: que a utilização se faça em proveito próprio (do prefeito) ou de terceiras pessoas: ou daqueles e destas, concomitantemente. [...] Já acentuamos que a "utilização" a que se refere a lei, para tipificar o crime, há de ser indevida, ou seja, praticada contra a moralidade, o senso comum, alei ou os regulamentos públicos. Resumindo: utilização indevida é a feita com inobservância da específica destinação do bem, da renda ou do serviço público3. Ora, cópias dos cheques, no valor total de R$ 356.690,00 (trezentos e cinqüenta e seis mil, seiscentos e noventa reais), e dos recibos demonstram que a empresa CIVILTEC foi paga pela Prefeitura de Piancó, na gestão final do acusado (28/12/2000), antes mesmo de ser iniciada a obra objeto do Convênio nº 470/2000, que apenas seria executada no ano de 2001. (fls. 61; 86/89). Neste passo, segundo o Relatório de Avaliação Final da Caixa Econômica após avaliação in loco, dos 32 (trinta e dois) poços que deveriam ter sido perfurados e instalados, seguindo o projeto de trabalho, apenas 28 (vinte e oito) foram concluídos, deste número, 4 (quatro) encontravam-se secos, ou seja, foi adimplido 68% do objeto do convênio referido (fls. 305/319). Destaca-se que o próprio representante da empresa contratada confessa que a obra está inacabada em resposta ao Ofício nº 124/2001 da Prefeitura de Piancó (fl. 60). Com efeito, o acusado, ao efetuar o pagamento à Empresa Civiltec sem que estivesse concluída a execução integral da obra objeto do Convênio nº 470/2000, tendo sido efetivada somente parcialmente as de perfuração e instalação do referidos 32 (trinta e dois) poços tubulares, de sorte que aplica, em interpretação analógica, o seguinte precedente judicial: PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. CRIME DE RESPONSABILIDADE. DEC. LEI N. 201/67. PREFEITO. UTILIZAÇÃO INDEVIDA DE VERBAS PÚBLICAS. MATERIALIDADE E AUTORIA COMPROVADAS. CONDENAÇÃO MANTIDA. PENA. DOSIMETRIA. 1. Os documentos trazidos aos autos atestam que, no ano de 1993, a prefeitura de Japurá/AM, administrada pelo réu, firmou convênios com o Ministério da Educação e Desporto, com o objetivo de construir e reformar escolas localizadas na área rural daquele município, não tendo, todavia, cumprido o pactuado. 2. Não tendo a prefeitura administrada pelo réu prestado contas no prazo estipulado nos referidos convênios, foi determinada pela Delegacia do MEC uma visita para acompanhamento "in loco", tendo naquela oportunidade sido observado que nenhuma das 03 (três) escolas haviam sido construídas, bem como que somente 01 (uma) das (07) sete a serem reformadas havia sido recuperada. 3. Levado a cabo pelo FNDE o procedimento especial de fiscalização, concluiu-se pela irregularidade e rejeição da prestação de contas feitas pelo município em relação a ambos os convênios, sendo que em relação ao primeiro foram detectadas inúmeras irregularidades na documentação apresentada e, quanto ao segundo, não apresentou o prefeitura qualquer documento comprobatório da aplicação dos recursos. 4. Ouvido em Juízo, o acusado negou as irregularidades, aduzindo que as escolas teriam sido efetivamente construídas e reformadas, conforme especificado nos convênios firmados, não tendo, todavia, produzido qualquer prova nesse sentido, apta a infirmar aquelas produzidas pela acusação. 5. Comprovadas autoria e materialidade, é de ser mantida a r. sentença de 1º grau que condenou o réu pela prática do crime do art. 1º, inciso II, do Decreto-Lei n. 201/67. 6. A fixação da pena-base foi realizada acima do mínimo legal, justificando a MMª. Juíza a quo a majoração efetivada em virtude dos vários processos a que responde o réu, todos decorrentes de malversação de verbas públicas, o que concorre em desfavor de sua personalidade. 7. Além da personalidade, também são desfavoráveis ao acusado as conseqüências do delito, as quais, em que pese tenham sido consideradas normais à espécie delitiva em questão na sentença apelada, de fato não o são, porquanto deixou-se de construir 03 (três) escolas e reformar outras 06 (seis), todas localizadas na área rural de município carente no interior do Estado do Amazonas. 8. Grandes, portanto, foram os danos causados não só ao erário, mas também e principalmente à população do município a qual, por sua carência, infere-se que necessita quase por completo e exclusivamente do Poder Público para a promoção da educação. 9. O acréscimo efetuado na pena-base - pouco acima do mínimo legalmente cominado à espécie delitiva - foi, pois, acertado, e até mesmo modesto, sendo certo que o mesmo se justifica não só pela personalidade desfavorável, mas, outrossim, pelas conseqüências do delito. 10. Apelo da defesa não provido. Habeas Corpus concedido de ofício tão-somente para corrigir o erro material constante na dosimetria da pena4. (grifado) De outra parte, em relação ao delito de ausência de prestação de contas por parte do acusado, mister se faz uma análise circunstancial cuidadosa. Em regra, a prestação de contas referente à execução de uma obra é obrigação atribuída ao gestor em exercício ao término da vigência do respectivo convênio. Entretanto, o caso em apreço guarda uma peculiaridade fática, qual seja, o pagamento foi efetuado, ao arrepio do Decreto nº 93.872/865, antes do início da construção dos poços, o que enseja a transferência da obrigação de prestar contas do gestor sucessor ao acusado, uma vez que este foi responsável pela quitação prévia do débito advindo da relação entre o Município de Piancó e a empresa CIVILTEC Construções e Serviços LTDA. Outrossim, todo o conjunto probatório presente nos autos comprova a materialidade do crime de omissão de prestação de contas por parte do acusado. Pode-se citar, à guisa de exemplo, o Relatório de Tomada de Conta Especial (fls. 90/93), a Informação Financeira constantes as fls. 09/11. Resta claro, pois, que o acusado, como prefeito na gestão 1997/2000, conscientemente, aplicou indevidamente verba advinda no Ministério da Integração Social, ocasionando ao Erário um prejuízo não atualizado de R$ 119.862,26 (cento e dezenove mil, oitocentos e sessenta e dois reais e vinte e seis centavos), bem como não prestou contas em relação à execução do Convênio nº 470/2000, configurando tais condutas como crime tipificado no art. 1º, inc. II e VII, do Decreto-Lei nº 201/67. Vale salientar, ainda, que a obrigação de prestar contas por parte do gestor público tem arrimo no próprio texto constitucional, em especial, nos princípios da moralidade e publicidade, bem como no espírito da "coisa pública", enquanto projeção do princípio fundamental republicano. Nesse sentido, entende RUI STOCO, ao interpretar o disposto no inc. VII do art. 1º de Decreto-Lei nº 201/67: A expressão da lei "recebidos a qualquer título" quer significar tanto a gratuidade do recebimento, quanto a necessidade de contraprestação de parte do Município. Dependendo, é claro, da figura ou do instituto utilizado. Pois o empréstimo, por exemplo, é contrato que exige a contraprestação, ou seja, o seu pagamento em dinheiro. [...] O que se nota, entretanto, é a manifesta intenção do legislador de alargar a faixa de comprometimento da ação omissiva do Prefeito, obrigando-o à prestação de contas, ao órgão competente, eventualmente exigível por lei, decreto, regulamento, instrução e, primordialmente, em razão de deveres, acordos ou qualquer outra forma de ajuste com a finalidade de obtenção de recursos, empréstimos, subvenções ou auxílios (internos ou externos). O crime, no caso, será de mera conduta, pois ação ou, especificamente, a omissão do agente bastará para constituir o elemento material da figura típica referida na lei6. (grifado) A autoria do delito sobressai manifesta pela própria função de prefeito constitucional que exercia o réu GIL GALDINO, corroborada com a prova da assinatura do convênio referido (fls. 35/48). Acrescente-se que a 2ª Câmara do TCU responsabilizou o denunciado em razão da omissão no dever de prestar contas dos recursos repassados pela União (Acórdão nº 990/2006 - fls. 291/292). Isso porque para a concretização do tipo penal do inc. VII do art. 1º da Decreto-Lei nº 201/67 é suficiente a presença do dolo, chamado tradicionalmente como dolo "genérico", consistente na simples vontade e consciência de não prestar contas ao órgão competente no devido tempo, notadamente porque se busca resguardar a transparência, enquanto espectro concreto do princípio da publicidade, na gestão da coisa pública, sem qualquer necessidade de investigação acerca dos motivos pessoais da ausência de prestação de contas pelo acusado. Acerca do instituto jurídico do "dolo", enquanto tipo subjetivo do referido artigo de lei, impende trazer à colação lição de LUIZ FLÁVIO GOMES e ANTONIO GARCIA-PABLOS DE MOLINA: [...] dolo é a consciência e vontade de realizar (de concretizar) os requisitos objetivos do tipo que conduzem à produção de um resultado jurídico relevante (lesão ou perigo concreto de lesão ao bem jurídico) desejado (querido, intencional - dolo direto) ou pelo menos esperado como possível (assumido pelo agente - dolo eventual). Dolo, portanto, é saber (ter consciência) e querer (ter vontade de concretizar os requisitos objetivos do tipo).7 A propósito, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tem-se orientado no sentido de que o art. 1º, inc. VII, do Decreto-Lei nº 201/67, consubstancia crime formal, de mera conduta, sendo a omissão na prestação de contas capaz de, por si só, configurar o delito, consoante as ementas abaixo transcritas: HC. PENAL. PROCESSUAL. PREFEITO. CRIME DE RESPONSABILIDADE. DECRETO-LEI 601/67, ART. 1º, IV E VII. PRESTAÇÃO DE CONTAS PRECIADA PELO TRIBUNAL DE CONTAS. AUSÊNCIA DE JUSTA CAUSA. 1. O atraso na prestação de contas pode configurar por si só a figura típica descrita no Decreto-lei 601/67, art. 1º, VII. 2. O fato do Tribunal de Contas ter entendido pela regularidade das contas questionadas não é bastante para impedir a persecução criminal. 3. Habeas Corpus conhecido. Pedido indeferido.8 PENAL. PREFEITO MUNICIPAL. CRIME DE RESPONSABILIDADE. ART. 1º, INCISO VI DO DECRETO-LEI Nª 201/67. Consoante entendimento desta Corte, o atraso na prestação de contas pode configurar, por si só, o delito previsto no art. 1º, inciso VI, do Decreto-Lei nº 201/67. (Precedentes do Pretório Excelso e desta Corte). Recurso provido.9 Em que pese alegar o acusado GIL GALDINO que o único responsável pelo adimplemento parcial do objeto do Convênio nº 470/2000, dentro do prazo previamente estabelecido, foi a empresa contratada, o conjunto probatório rechaça a tese da defesa. Conforme prova fl. 323, o procedimento licitatório foi dispensado pelo próprio réu sem justificativa plausível, contrariando o art. 24, inciso IV, da Lei nº 8.666/93. Outro ponto que merece destaque é o fato de que o contrato entre a Prefeitura de Piancó e a Empresa CIVILTEC Construções e Serviços LTDA foi firmado nos últimos meses do mandato do acusado, assim, ficando evidenciada a subsistência de interesses comuns entre o contratante e a contratada. Por fim, inexiste nos autos qualquer mínimo indício que isente o réu de responsabilidades acerca dos fatos delineados na denúncia. Com lastro na gravidade social das condutas tipificadas no Decreto-Lei 201/67, jurisprudência consolidou posicionamento de que ao acusado é imposta a incumbência de provar dentro dos autos que foi apresentada a prestação de contas de contrato ou convênio firmado. PENAL E PROCESSUAL PENAL. PREFEITO. CRIME DE RESPONSABILIDADE. DECRETO-LEI 201/67. APROPRIAÇÃO/DESVIO DE VERBA DE CONVÊNIO E AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS. AUTORIA E MATERIALIDADE. COMPROVAÇÃO. 1. O acusado não comprovou que os valores recebidos a título de convênio, firmado entre o Município de São Paulo de Olivença e o Ministério da Cultura, para construção de um centro cultural naquela localidade, estavam no avião que sofreu um acidente quando viajava, tampouco prestou contas da aplicação dos recursos ao órgão competente. Correta a sentença que o condenou pela prática dos delitos tipificados nos incisos I e VII do art. 1º do Decreto Lei 201/67. 2. Acórdão proferido pelo TCU, em tomada de contas especial, o qual concluiu que o acusado mentiu ao dizer que levava consigo o numerário relativo ao convênio no avião que caiu, tem valor probante, mormente quando está em consonância com as demais provas dos autos. 3. Apelo provido, em parte, para reduzir a pena de reclusão imposta ao acusado e substituí-la por restritivas de direitos10. Dessa forma, o mesmo entendimento deve ser aplicado em relação à utilização indevida de verba pública à luz do caso em concreto. Sendo assim, a materialidade dos delitos tipificados no art. 1º, incs. II e VII, do Decreto-lei nº 201/67, bem como suas autorias, restaram incontroversas, inclusive confessada, diante das provas produzidas, não havendo nos autos quaisquer indícios que venham a esboçar a presença de causas que excluam a culpabilidade do acusado ou justifiquem seus atos. III - DISPOSITIVO Diante do exposto, rechaço a preliminar de nulidade processual por ilegitimidade passiva suscitada pelo réu e, no mérito, julgo procedente a pretensão acusatória deduzida na denúncia, para condenar o réu GIL GALDINO nas penas do art. 1º, incs. II e VII, do Decreto-Lei nº 201/67. IV - DOSIMETRIA DAS PENAS Atento aos dizeres do artigo 59 do Código Penal, passo à individualização e dosimetria das penas a serem impostas ao condenado. Assim, tem-se que: Quanto ao delito do inciso II a) a culpabilidade do réu consubstancia reprovabilidade social leve, tendo em vista as circunstâncias fáticas do crime e as condições pessoais do réu; b) quanto aos antecedentes, o réu se revela possuidor de bons antecedentes, não existindo registro anterior de qualquer condenação definitiva por fato delituoso que venha desfavorecer essa circunstância; c) extrai-se dos autos que o réu é possuidor de boa conduta social; d) não existem nos autos elementos suficientes à aferição da personalidade do agente, portanto deixo de valorá-la; e) não há evidências, nos autos, que desabonem os motivos que ensejaram o cometimento do delito; f) as circunstâncias do crime se encontram relatadas nos autos, sendo inerentes ao tipo legal do crime nada tendo a se valorar; g) as conseqüências do delito são normais à espécie, nada tendo a se valorar com fator extrapenal; h) o crime praticado não permite a análise do comportamento da vítima. Com lastro nas circunstâncias judiciais analisadas, fixo a pena-base do réu em 2 (dois) anos de reclusão, enquanto necessária e suficiente para a reprovação e prevenção do crime, a ser cumprida em regime aberto, com fundamento no art. 33, § 2º, "c"e § 3º, todos do Código Penal. Deixo de aplicar a circunstância atenuante do inc. I do art. 65 do CP, com lastro na Súmula 231 do STJ, tendo em conta que a pena base aplicada foi a mínima legal prevista em abstrato. Não existem circunstâncias agravantes, causas de aumento ou diminuição de pena a serem consideradas, motivo pelo qual a pena acima fixada é definitiva. Quanto ao delito do inciso VII a) a culpabilidade do réu consubstancia reprovabilidade social leve, tendo em vista as circunstâncias fáticas do crime e as condições pessoais do réu; b) quanto aos antecedentes, o réu se revela possuidor de bons antecedentes, não existindo registro anterior de qualquer condenação definitiva por fato delituoso que venha desfavorecer essa circunstância; c) extrai-se dos autos que o réu é possuidor de boa conduta social; d) não existem nos autos elementos suficientes à aferição da personalidade do agente, portanto deixo de valorá-la; e) não há evidências, nos autos, que prejudiquem os motivos que ensejaram o cometimento do delito; f) as circunstâncias do crime se encontram relatadas nos autos, sendo inerentes ao tipo legal de crime, nada tendo a se valorar; g) as conseqüências do delito são normais à espécie, nada tendo a se valorar com fator extrapenal; h) o crime praticado não permite a análise do comportamento da vítima. Com lastro nas circunstâncias judiciais analisadas, fixo a pena-base do réu em 3 meses de detenção, enquanto necessária e suficiente para a reprovação e prevenção do crime, a ser cumprida em regime aberto, com fundamento no art. 33, §2º, "c" e § 3º, do Código Penal. Deixo de aplicar a circunstância atenuante do inciso I do art. 65 do CP, com lastro na Súmula 231 do STJ, uma vez que a pena base aplicada foi a mínima legal prevista em abstrato. No mais, não existem circunstâncias agravantes, causas de aumento ou diminuição de pena a serem consideradas, motivo pelo qual a pena acima fixada é definitiva. Em sendo aplicável ao caso a regra disciplinada pelo art. 69, do Código Penal, fica o réu definitivamente condenado a 2 (dois) anos de reclusão e 3 (três) meses de detenção, ambas em regime aberto, devendo aquela ser executada em primeiro lugar. Tendo em conta que o réu preenche os requisitos constantes dos incs. do art. 44 do Código Penal, com a redação dada pela Lei nº 9.714/1998, substituo a pena privativa de liberdade por uma restritiva de direitos, na modalidade de prestação pecuniária, sob as condições a serem fixadas pelo juiz da execução, após o trânsito em julgado desta sentença, em audiência admonitória a ser designada. Decreto, se ocupante de cargo, a perda deste e a inabilitação, pelo prazo de 5 (cinco) anos, para o exercício de cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação, a contar do trânsito em julgado desta sentença, nos termos do art. 1º, § 2º, do Decreto-lei nº 201/67. Levando em consideração o adimplemento de apenas 68% da obra objeto do contrato entre o Município de Piancó/PB e a Empresa CIVILTEC Construções e Serviços LTDA, fixo o valor mínimo para a reparação dos danos causados ao erário público no valor de R$ 119.862,26 (cento e dezenove mil, oitocentos e sessenta e dois reais e vinte e seis centavos), nos termos do art. 387, IV, do Código de Processo Penal. Defiro ao réu a prerrogativa de apelar em liberdade, independentemente de recolhimento à prisão, em face do permissivo legal e por considerar que as circunstâncias do caso autorizam esse benefício. Condeno, por fim, o réu ao pagamento das custas do processo. Após o trânsito em julgado da condenação, determino a adoção dos seguintes procedimentos: a) o lançamento do nome do réu GIL GALDINO no rol dos culpados; b) a expedição de ofício ao Tribunal Regional Eleitoral/TRE da Paraíba e ao Departamento da Polícia Federal, remetendo-lhes cópias da sentença e da certidão do seu trânsito em julgado; e c) preenchimento e expedição do boletim individual à SSP/PB (art. 809, CPP). Conforme faculta o art. 387, inciso VI, do CPP, publique-se apenas a parte dispositiva desta sentença no Diário da Justiça do Estado da Paraíba. Publique-se. Registre-se. Intime-se. Sousa-PB, 07 de dezembro de 2010. ORLAN DONATO ROCHA Juiz Federal Substituto da 8ª Vara, no exercício da titularidade. 1 GRINOVER, Ada Pellegrini. FERNANDES, Antônio Scarance. FILHO, Antonio Magalhães Gomes. As Nulidades no Processo Penal. 8. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004, p. 76. 2 TRF-1, RCCR 200743000005330, 4ª Turma, Rel(a) Juíza Rosimayre Gonçalves de Carvalho, un. e- DJF1: data: 16/05/2008, pág. 140. 3 FRANCO, Aberto Silva, STOCO, Rui (coord.). Leis penais especiais e sua interpretação jurisprudencial. 7. ed. rev., atual. ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001, p. 2698. 4 TRF da 1ª Região, ACR 200032000019265, 4ª T., Rel. Juiz Fed. KLAUS KUCHEL (conv.), j. 01/12/2009, e-DJF1 11/02/2010, p. 233. 5 Art . 38. Não será permitido o pagamento antecipado de fornecimento de materiais, execução de obra, ou prestação de serviço, inclusive de utilidade pública, admitindo-se, todavia, mediante as indispensáveis cautelas ou garantias, o pagamento de parcela contratual na vigência do respectivo contrato, convênio, acordo ou ajuste, segundo a forma de pagamento nele estabelecida, prevista no edital de licitação ou nos instrumentos formais de adjudicação direta. 6 FRANCO, Aberto Silva, STOCO, Rui (coord.). Ob. cit. p. 2711. 7 Direito penal: parte geral. 2. ed. v. 2. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009, p. 252. 8 STJ, HC 11355/BA, 5ª T., un., Rel. Min. EDSON VIDIGAL, j. 06/02/2001, DJ 12/03/2001, p. 156. 9 STJ, REsp 416233/MA, 5ª T., un., Rel. Min. FELIX FISHER, j. 16/03/2004, DJ 10/05/2004, p. 328. 10 TRF-1, ACR 200332000073147, 3ª T., un., Rel. Juiz TOURINHO NETO, e-DJF1 :31/08/2010, p. 333. ?? ?? ?? ?? PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA DA 5ª REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA SUBSEÇÃO DE SOUSA - 8ª VARA 15

   

0000481-67.2010.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL (Adv. LIVIA MARIA DE SOUSA) x RODOLFO NICOLAU PEREIRA E OUTRO (Adv. EMETÉRIO SILVA DE OLIVEIRA NETO)

Tendo em vista as informações de fl. 338/339 de que foram disponibilizadas vagas na Cadeia Pública da Comarca de Iço/CE para transferência dos acusados Gilberto de Oliveira e Rodolfo Nicolau Pereira e, após anuência do MPF, fls. 214/215, determino que a Secretaria providencie os expedientes necessários à transferência dos acusados para a citada Cadeia. Intimem-se.

   

0001126-76.2002.4.05.8201 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL (Adv. ANTONIO EDILIO MAGALHAES TEIXEIRA) x ADEMAR ABRANTES DE OLIVEIRA (Adv. JOSE LIRA DE ARAUJO, OZAEL DA COSTA FERNANDES)

Tendo em vista a certidão de fl. 531, expeça-se precatória ao Juízo da Comarca de Cajazeiras/PB, para fins de designação de audiência admonitória. Oficie-se à Justiça Eleitoral para fins do art. 15 da Constituição Federal de 1988, e aos governos Federal, Estadual e Municipal para fins do art. 1º, §2º, do Decreto-Lei nº 201/67. Intimem-se o advogado do réu e o MPF. Após, baixa e arquivamento.

   

0002181-15.2009.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL x AMARO NETO (Adv. GERALDA SOARES DA FONSECA COSTA)

Intime-se o acusado para, querendo, indicar diligências, no prazo de 03 (três) dias, nos termos do art. 402 do CPP. Não requeridas, ou indeferidas, abra-se prazo para as alegações finais, nos termos do art. 403 do CPP, começando pelo MPF.

   

0002362-16.2009.4.05.8202 MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL (Adv. VICTOR CARVALHO VEGGI) x FABIO CAVALCANTI DE ARRUDA E OUTRO (Adv. JOSE MARCILIO BATISTA, TANIA GOMES DA SILVA, FRANCISCO DE ASSIS REMIGIO II)

Vistos etc... O Representante do Ministério Público Federal ofereceu Denúncia às de fls. 03/07, contra FABIO CAVALCANTI DE ARRUDA e ERIVALDO RAMALHO, devidamente qualificados, acusando-os da prática do crime previsto no art. 1º, I, do Decreto-Lei n.º 201/67. É o relatório. Decido. Os fatos descritos na denúncia se revestem, "em tese", de tipicidade e antijuridicidade. A peça inaugural apresenta, em seu contexto, os requisitos básicos e elementares de sua admissibilidade, previstos no artigo 41 do Código de Processo Penal, não se vislumbrando, em princípio, nenhuma das circunstâncias ensejadoras de sua rejeição catalogadas no artigo 395 do mesmo diploma legal, com a redação dada pela Lei n. 11.719/2008. Outrossim, faz-se acompanhar dos elementos probatórios bastantes a autorizar o juízo de delibação positivo. Não se vê, nesse momento, qualquer justificativa para o não acatamento, o que demanda séria ausência de justa causa. Sendo assim, RECEBO A DENÚNCIA em todos os seus termos, em conformidade com o art. 396 do CPP, com a redação dada pela Lei n. 11.719/2008. Citem-se os acusados para responderem à acusação no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de nomeação de defensor dativo, conforme art. 396, § 2º do CPP. Verificando-se que os acusados se ocultam para não serem citados, deverá o oficial de justiça proceder à citação por hora certa, segundo o art. 362 do CPP, com a nova redação dada pela referida lei. Oficie-se à Polícia Federal, solicitando os antecedentes atualizados dos acusados; ao Juízo Estadual e Eleitoral do domicílio dos acusados, para que informem se eles respondem a processo(s) crime(s), bem como acerca de eventuais condenações havidas nessas Justiças. A Secretaria certifique se os acusados respondem por outro(s) processo(s) crime(s), bem como acerca de eventuais condenações havidas na Justiça Federal. Remetam-se os presentes autos ao Setor de Distribuição para que a denúncia ora recebida seja autuada como ação criminal, devendo a cópia do inquérito que a instrui permanecer em apenso. Uma vez apresentada a resposta à acusação (art. 396-A do CPP), venham-me os autos conclusos para fins do art. 397 do CPP, com a nova redação dada pela Lei n. 11.719/2008. Publique-se. Intime-se.

   

 

TOTAL DE SENTENÇA: 19

TOTAL DE ATO ORDINATORIO: 1

TOTAL DE DECISÃO: 1

TOTAL DE DESPACHO: 31

 

Página Inicial | Consulta Simplificada | Consulta Avançada | Versão

Powered by MPS Informática - Todos os direitos reservados. Melhor visualizado em 800 x 600 ou superior.