Publicado no Diário da Justiça de 11/06/2018

 

Boletim 2018.000027 - 2 a. VARA FEDERAL:

  

             Lista de Advogados constantes nesse boletim:

CHRISTOFANES OLIVEIRA FERNANDES 0000026-30.2018.4.05.8200

ADELMAR AZEVEDO REGIS 0007974-38.2009.4.05.8200

ADRIANO HENRIQUE TARGINO 0008109-50.2009.4.05.8200

AGNES PAULI PONTES DE AQUINO 0004447-73.2012.4.05.8200

ALDENOR MEDEIROS BATISTA FILHO 0007974-38.2009.4.05.8200

ALEX NEYVES MARIANI ALVES 0002704-96.2010.4.05.8200

ALEXANDER THYAGO GONÇALVES NUNES DE CASTRO 0007974-38.2009.4.05.8200

ALEXANDRE DE ANDRADE INOJOSA 0001482-88.2013.4.05.8200 0001987-79.2013.4.05.8200

ALINO & ROBERTO E ADVOGADOS 0007884-25.2012.4.05.8200 0007957-94.2012.4.05.8200

ALLAN CARLOS SILVA QUINTÃES 0008109-50.2009.4.05.8200

ANA KARLA TOSCANO DE B. C. V. LEAL 0001506-19.2013.4.05.8200

ANDERSON LUIZ CLEMENTE 0008109-50.2009.4.05.8200

ANDRE ARAUJO PIRES 0007974-38.2009.4.05.8200

ANDRE LEANDRO DE CARVALHO LEMES 0007974-38.2009.4.05.8200

ANTONIETA L PEREIRA LIMA 0006414-42.2001.4.05.8200

ANTONIO AZENILDO DE ARAUJO RAMOS 0000026-30.2018.4.05.8200

ANTONIO EDUARDO GONÇALVES DE RUEDA 0000085-18.2018.4.05.8200

AURELIO HENRIQUE F. DE FIGUEIREDO 0000083-48.2018.4.05.8200

BRUNO ALEX CARDOSO MONTEIRO 0004447-73.2012.4.05.8200

CARLOS ANTONIO DE ARAUJO BONFIM 0004447-73.2012.4.05.8200

CARLOS ANTONIO HARTEN FILHO 0004447-73.2012.4.05.8200

CECÍLIA GABRIELA GODOI CORDEIRO 0007974-38.2009.4.05.8200

CLAUDIO ROBERTO DA COSTA 0006414-42.2001.4.05.8200

CLOVIS SOUTO GUIMARÃES JUNIOR 0001415-26.2013.4.05.8200 0001482-88.2013.4.05.8200 0001506-19.2013.4.05.8200 0001987-79.2013.4.05.8200

CLÁUDIA VIRGÍNIA CARVALHO PEREIRA 0000085-18.2018.4.05.8200

DANIEL SAMPAIO DE AZEVEDO 0007974-38.2009.4.05.8200

DANIEL SERGEY DE MELO CARNEIRO 0007974-38.2009.4.05.8200

DAVID CESARINO DE SOUSA 0008109-50.2009.4.05.8200

DEFENSOR PUBLICO DA UNIAO 0000183-76.2013.4.05.8200

EDNILTON RODRIGUES 0002704-96.2010.4.05.8200

EDSON DUARTE COELHO 0012455-59.2000.4.05.8200

EDUARDO DIAS MADRUGA 0007974-38.2009.4.05.8200

EDUARDO HENRIQUE VIDERES DE ALBUQUERQUE 0007974-38.2009.4.05.8200

EDUARDO MARQUES DE LUCENA 0007974-38.2009.4.05.8200

EDVALDO DA PAIXAO SILVA 0007974-38.2009.4.05.8200

EDVAN CARNEIRO DA SILVA 0003904-12.2008.4.05.8200

EMERSON NEVES DE SIQUEIRA 0000083-48.2018.4.05.8200

EVANDRO DE SOUZA NEVES NETO 0004447-73.2012.4.05.8200

EXPEDITO LEITE DA SILVA FILHO 0007974-38.2009.4.05.8200

FABIO DE BARROS ARAUJO 0007974-38.2009.4.05.8200

FABIO ROMERO DE SOUZA RANGEL 0007248-35.2007.4.05.8200 0007974-38.2009.4.05.8200

FELIPE AUGUSTO FORTE DE NEGREIROS DEODATO 0002699-74.2010.4.05.8200

FELIPE CRISANTO MONTEIRO NOBREGA 0006092-36.2012.4.05.8200

FELIPE MENDONÇA VICENTE 0006092-36.2012.4.05.8200

FLÁVIA CESARINO DE SOUSA 0008109-50.2009.4.05.8200

FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE 0000986-59.2013.4.05.8200 0001415-26.2013.4.05.8200 0001482-88.2013.4.05.8200 0001506-19.2013.4.05.8200 0001987-79.2013.4.05.8200 0007884-25.2012.4.05.8200 0007957-94.2012.4.05.8200

FRANCISCO DAS CHAGAS NUNES 0000183-76.2013.4.05.8200 0003343-46.2012.4.05.8200

FRANCISCO EDWARD AGUIAR NETO 0000085-18.2018.4.05.8200 0004478-93.2012.4.05.8200 0007974-38.2009.4.05.8200 0012455-59.2000.4.05.8200

FRANCISCO XAVIER DE ANDRADE FILHO 0000189-30.2006.4.05.8200

FREDERICH DINIZ TOMÉ DE LIMA 0007974-38.2009.4.05.8200

GEILSON SALOMAO LEITE 0007974-38.2009.4.05.8200

GENE SOARES PEIXOTO 0007974-38.2009.4.05.8200

GERALDO RIBEIRO DE QUEIROZ 0007974-38.2009.4.05.8200

GIOVANNA PAIVA PINHEIRO DE ALBUQUERQUE BEZERRA 0003904-12.2008.4.05.8200

GIULIANNA MARIZ MAIA VASCONCELOS BATISTA 0007974-38.2009.4.05.8200

GIUSEPPE PETRUCCI 0002704-96.2010.4.05.8200

GUEDES PEREIRA & DUARTE ADVOGADOS ASSOCIADOS 0007884-25.2012.4.05.8200 0007957-94.2012.4.05.8200

GUERREIRO ARCO DE MELO 0007974-38.2009.4.05.8200

GUILHERME FURTADO MONTENEGRO 0002699-74.2010.4.05.8200

HELLEN VIVIANE VASCONCELOS DE MORAES 0007974-38.2009.4.05.8200

HENRIQUE PIRES DE SA ESPINOLA 0007974-38.2009.4.05.8200

IGOR DE LUCENA MASCARENHAS 0007974-38.2009.4.05.8200

INES MARIA DA SILVA 0007974-38.2009.4.05.8200

INGRID GADELHA DE ANDRADE 0004447-73.2012.4.05.8200

ITALO RICARDO AMORIM NUNES 0007974-38.2009.4.05.8200

IVAMBERTO CARVALHO DE ARAUJO 0008399-46.2001.4.05.8200

JOCIELHA DE ALMEIDA ALVES 0007974-38.2009.4.05.8200

JOELMA ARAUJO SARAIVA DE ANDRADE 0007974-38.2009.4.05.8200

JOSE ALEXANDRE FERREIRA GUEDES 0007974-38.2009.4.05.8200

JOSE AUGUSTO DA SILVA NOBRE FILHO 0007974-38.2009.4.05.8200

JOSE DE ALMEIDA E SILVA 0007974-38.2009.4.05.8200

JOSE MARIO PORTO & MAIA ADVOGADOS ASSOCIADOS 0007884-25.2012.4.05.8200 0007957-94.2012.4.05.8200

JOSE MARIO PORTO JUNIOR 0001415-26.2013.4.05.8200 0007884-25.2012.4.05.8200 0007957-94.2012.4.05.8200

JOSE MATEUS VENTURA 0006414-42.2001.4.05.8200

JOSE PAULINO COSTA NETO 0007974-38.2009.4.05.8200

JOSE RAMOS DA SILVA 0003904-12.2008.4.05.8200

JOSE VANDALBERTO DE CARVALHO 0007974-38.2009.4.05.8200

JOSEMAR LAURIANO PEREIRA 0000083-48.2018.4.05.8200 0000085-18.2018.4.05.8200

JOSÉ ARNALDO SOUSA DE AZEVEDO 0004478-93.2012.4.05.8200

JOSÉ LUIZ MENESES DE QUEIROZ 0000189-30.2006.4.05.8200

JOÃO VICTOR RIBEIRO COUTINHO GONÇALVES DA SILVA 0004447-73.2012.4.05.8200 0007974-38.2009.4.05.8200

JULIANA DE ALMEIDA E SILVA 0000085-18.2018.4.05.8200

KARIME SILVA SILVEIRA 0000085-18.2018.4.05.8200

LAURIMAR FIRMINO DA SILVA 0007974-38.2009.4.05.8200

LEILA REGINA DE BRITO ANDRADE 0001561-77.2007.4.05.8200

LINCOLN MENDES LIMA 0002699-74.2010.4.05.8200

LUCAS CLEMENTE DE BRITO PEREIRA 0007974-38.2009.4.05.8200

LUCIANA EMILIA DE C. T. GALINDO 0007974-38.2009.4.05.8200

LUCIANA PEDROSA NEVES CIRNE 0000026-30.2018.4.05.8200

LUIZ FIRMO FERRAZ FILHO 0008399-46.2001.4.05.8200

LUIZ PINHEIRO LIMA 0007974-38.2009.4.05.8200

MAGDIEL JEUS GOMES ARAUJO 0007974-38.2009.4.05.8200

MARCELO MARTINS DE SANT'ANA 0007974-38.2009.4.05.8200

MARCOS ANDRE ARAUJO 0007974-38.2009.4.05.8200

MARCUS ANDRÉ MEDEIROS BARRETO 0002704-96.2010.4.05.8200

MARCUS TULIO CAMPOS 0007974-38.2009.4.05.8200

MARIA EMÍLIA GONÇALVES DE RUEDA 0000085-18.2018.4.05.8200

MARIA GERMANA DE O. LIMA MODESTO 0007974-38.2009.4.05.8200

MIGUEL DE FARIAS CASCUDO 0007974-38.2009.4.05.8200

MILENA NEVES AUGUSTO 0004447-73.2012.4.05.8200

MONIQUE CHRISTINE PEREIRA MENDES 0007974-38.2009.4.05.8200

MUCIO SATIRO FILHO 0001482-88.2013.4.05.8200 0001506-19.2013.4.05.8200 0001987-79.2013.4.05.8200

MÁRIO MARCONDES NASCIMENTO 0000085-18.2018.4.05.8200

NEUZELITO CAVALCANTE SOBRAL 0007974-38.2009.4.05.8200

NICOLE MORAIS SAMPAIO 0007974-38.2009.4.05.8200

NORTHON GUIMARÃES GUERRA 0000026-30.2018.4.05.8200

NORTON F MOREIRA C FILHO 0007974-38.2009.4.05.8200

PALLOMA THALITA TARGINO CHAVES CORDEIRO PASSOS 0007974-38.2009.4.05.8200

PATRICIA PAIVA DA SILVA 0007974-38.2009.4.05.8200

PAULO GUEDES PEREIRA 0000986-59.2013.4.05.8200 0001482-88.2013.4.05.8200 0001506-19.2013.4.05.8200 0001987-79.2013.4.05.8200 0007884-25.2012.4.05.8200 0007957-94.2012.4.05.8200

PAULO ROBERTO DE LACERDA SIQUEIRA 0000083-48.2018.4.05.8200

PEDRO BARRETO PIRES BEZERRA 0007974-38.2009.4.05.8200

PLACIVALDO HENRIQUE TARGINO 0008109-50.2009.4.05.8200

PRISCILA COUTINHO FERREIRA 0007974-38.2009.4.05.8200

PRISCILA RODRIGUES HENRIQUES DA COSTA 0004447-73.2012.4.05.8200

PROCURADORIA FEDERAL NO ESTADO DA PARAIBA 0008109-50.2009.4.05.8200

PROCURADORIA FEDERAL NO ESTADO DA PARAÍBA 0008399-46.2001.4.05.8200

RACHEL FERREIRA MOREIRA LEITÃO 0001415-26.2013.4.05.8200

RAMUALDO BRAGA ROLIM NETO 0007974-38.2009.4.05.8200

RAONI LACERDA VITA 0007974-38.2009.4.05.8200

REBECA LUÍZA VARELA DE CARVALHO 0002699-74.2010.4.05.8200

RENAN DO VALLE MELO MARQUES 0002699-74.2010.4.05.8200

RENATA MARIA LIMA DE ARAUJO 0004447-73.2012.4.05.8200

RIVAILDO PEREIRA GUEDES 0007974-38.2009.4.05.8200

ROBERTA MONTENEGRO OLIVEIRA TEIXEIRA DE PAIVA 0007974-38.2009.4.05.8200

ROBERTO DURAND RAMALHO 0007974-38.2009.4.05.8200

ROBERTO NOGUEIRA GOUVEIA 0007974-38.2009.4.05.8200

RODRIGO NOBREGA FARIAS 0007974-38.2009.4.05.8200

ROGERIO MAGNUS VARELA GONCALVES 0002699-74.2010.4.05.8200

ROSSANA ALBERTI GONCALVES LUCENA 0007974-38.2009.4.05.8200

SABRINA PEREIRA MENDES 0001415-26.2013.4.05.8200 0001482-88.2013.4.05.8200 0001506-19.2013.4.05.8200 0001987-79.2013.4.05.8200

SANDRA REGINA BRAGA SOUTO 0000986-59.2013.4.05.8200 0007884-25.2012.4.05.8200 0007957-94.2012.4.05.8200 0008399-46.2001.4.05.8200

SEM ADVOGADO 0001561-77.2007.4.05.8200 0002704-96.2010.4.05.8200 0003343-46.2012.4.05.8200 0004447-73.2012.4.05.8200 0007248-35.2007.4.05.8200 0012455-59.2000.4.05.8200

SEM PROCURADOR 0002699-74.2010.4.05.8200 0003904-12.2008.4.05.8200 0006092-36.2012.4.05.8200

SERGIO ALMEIDA DA SILVA 0007974-38.2009.4.05.8200

TERESA MARIA DE SOUSA COUTINHO BARROS 0002704-96.2010.4.05.8200

THIAGO SILVEIRA GUEDES PEREIRA 0007974-38.2009.4.05.8200

VINICIUS BARROS DE VASCONCELOS 0000083-48.2018.4.05.8200 0000085-18.2018.4.05.8200

VITOR DA NÓBREGA MEDEIROS 0004478-93.2012.4.05.8200

WALMIRIO JOSE DE SOUSA 0004447-73.2012.4.05.8200

YANE CASTRO DE ALBUQUERQUE 0003904-12.2008.4.05.8200

YURI OLIVEIRA ARAGAO 0007974-38.2009.4.05.8200

YURI PORFIRIO CASTRO DE ALBUQUERQUE 0003904-12.2008.4.05.8200

ZAYLANY DE LOURDES FERREIRA TORRES 0001561-77.2007.4.05.8200 0012455-59.2000.4.05.8200

ÉRIKA OLIVEIRA DEL PINO 0007974-38.2009.4.05.8200

 

Juiz Federal BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA

Diretor de Secretaria: ANDRE FARIAS MENDONCA

   

AÇÃO MONITÓRIA

   

0004478-93.2012.4.05.8200 CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. FRANCISCO EDWARD AGUIAR NETO) X JOSE ALBINO DE PAULA NETO (Adv. JOSÉ ARNALDO SOUSA DE AZEVEDO, VITOR DA NÓBREGA MEDEIROS)

Intime-se o executado para, em 15 dias, pagar o débito (art. 523 do CPC/2015), sob pena de acréscimo de multa de 10% e de honorários advocatícios, de 10% (art. 523, §1º, do CPC/2015). A mesma intimação deve informar o executado de que, após o prazo para pagamento, terá 15 dias para impugnar a execução (art. 525, caput e § 1º, do CPC/2015), hipótese em que deverá declarar o valor que entende devido, sob pena de não conhecimento da arguição de excesso de execução (art. 525, §§ 4º e 5º, do CPC/2015). Sem manifestação do executado em face da intimação para pagamento, adote a secretaria a medida executiva prevista no art. 854 do CPC/2015, como determinado no art. 523, §3º. Caso haja pedido de efeito suspensivo na impugnação, venham os autos conclusos de imediato para sua apreciação. Havendo impugnação, intime-se o exequente para, em 15 dias, se manifestar. Após esse prazo, se discutidas questões de cálculo pelas partes, remetam-se os autos à contadoria, para pronunciamento sobre elas, no prazo de 30 (trinta) dias. Dessa manifestação, dê-se vista às partes, pelo prazo de 15 (quinze) dias. Ao final, conclusos os autos.

   

AÇÃO ORDINÁRIA (PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO)

   

0000026-30.2018.4.05.8200 MARIA JOSE DE MEDEIROS PAIVA (Adv. ANTONIO AZENILDO DE ARAUJO RAMOS, CHRISTOFANES OLIVEIRA FERNANDES, NORTHON GUIMARÃES GUERRA) X MASTERCARD BRASIL SOLUCOES DE PAGAMENTO LTDA (Adv. LUCIANA PEDROSA NEVES CIRNE)

PROCESSO Nº 0000026-30.2018.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao(à) MM. Juiz Federal, Dr(a). BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA. João Pessoa, 22 de maio de 2018 SHEILA FERREIRA DE PONTES Técnica Judiciária DESPACHO Trata-se de ação ajuizada originariamente perante a Vara Única da Comarca de Pilar/PB, movida por MARIA JOSÉ DE MEDEIROS PAIVA em face da Mastercard Brasil Soluções. Decisão da Justiça Estadual - Vara Única da Comarca de Pilar/PB à fl. 98v remetendo os autos para a Justiça Federal para que seja decidido sobre o ingresso ou não da CEF na lide. Às fls. 104/105, por não ser cabível a intervenção de terceiros ou a assistência nos Juizados Especiais, o juízo da 7ª Vara - Juizado Especial Federal desta SJPB remeteu os autos à Seção de Distribuição das Varas Federais Comuns - SJPB, tendo sido distribuído para esta Segunda Vara Federal. Breve relato. Antes de determinar à parte autora que, em 30 dias, promova a digitalização destes autos, ajuizando um novo processo no PJE, situação em que deverá juntar ao processo eletrônico todas as peças essenciais destes autos, diante da obrigatoriedade de tramitação no PJE de todos os feitos que aportem neste juízo, determino a intimação da Caixa Econômica Federal para, no prazo de 15 dias, apresentar manifestação acerca de eventual interesse na presente lide. Após, com ou sem resposta da CEF, venham-me os autos conclusos para decisão. João Pessoa, 07.06.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara 1 1 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

0000083-48.2018.4.05.8200 ROMILDO ALEXANDRE DA SILVA (Adv. EMERSON NEVES DE SIQUEIRA, PAULO ROBERTO DE LACERDA SIQUEIRA) X FEDERAL DE SEGUROS S/A (Adv. JOSEMAR LAURIANO PEREIRA, VINICIUS BARROS DE VASCONCELOS) x CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. AURELIO HENRIQUE F. DE FIGUEIREDO)

Cuida-se de ação de procedimento comum ajuizada originalmente na Justiça Estadual, em face da FEDERAL DE SEGUROS S.A., em que os autores buscam cobertura securitária em razão de danos físicos ao imóvel, sendo os contratos de seguro que fundamentam os pedidos alegadamente vinculados a contratos de mútuo habitacional firmados no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação. Este juízo tem recebido vários processos dessa natureza, remetidos após decisão do juízo estadual que, ou reconhece o interesse jurídico da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, como representante do FCVS, ou reconhece que cabe à Justiça Federal analisar essa questão, nos moldes da Súmula 150 do STJ. A questão da legitimidade passiva da CEF em demandas dessa natureza foi examinada pelo STJ nos acórdãos proferidos no REsp 1.091.363 e REsp 1.091.393 e nas sucessivas decisões que apreciaram os embargos de declaração ali opostos. Nesses julgados, afetados como recursos repetitivos sobre a matéria, foram firmadas as seguintes teses a respeito do interesse processual da CEF: "(...) 1. Nas ações envolvendo seguros de mútuo habitacional no âmbito do Sistema Financeiro Habitacional - SFH, a Caixa Econômica Federal - CEF - detém interesse jurídico para ingressar na lide como assistente simples somente nos contratos celebrados de 02.12.1988 a 29.12.2009 - período compreendido entre as edições da Lei nº 7.682/88 e da MP nº 478/09 - e nas hipóteses em que o instrumento estiver vinculado ao Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS (apólices públicas, ramo 66). 2. Ainda que compreendido no mencionado lapso temporal, ausente a vinculação do contrato ao FCVS (apólices privadas, ramo 68), a CEF carece de interesse jurídico a justificar sua intervenção na lide. 3. O ingresso da CEF na lide somente será possível a partir do momento em que a instituição financeira provar documentalmente o seu interesse jurídico, mediante demonstração não apenas da existência de apólice pública, mas também do comprometimento do FCVS, com risco efetivo de exaurimento da reserva técnica do Fundo de Equalização de Sinistralidade da Apólice - FESA, colhendo o processo no estado em que este se encontrar no instante em que houver a efetiva comprovação desse interesse, sem anulação de nenhum ato anterior. 4. Evidenciada desídia ou conveniência na demonstração tardia do seu interesse jurídico de intervir na lide como assistente, não poderá a CEF se beneficiar da faculdade prevista no art. 55, I, do CPC. (...)" (EDcl nos EDcl no REsp 1091363/SC, Rel. Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI, Rel. p/ Acórdão Ministra NANCY ANDRIGHI, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 10/10/2012, DJe 14/12/2012). Portanto, o STJ definiu que, em se tratando de contratos de seguro vinculados à apólice do Ramo 66 (pública) e firmados entre 02.12.1988 a 29.12.2009, e desde que demonstrado o comprometimento do FCVS, com risco efetivo de exaurimento da reserva técnica do Fundo de Equalização de Sinistralidade da Apólice - FESA, haveria interesse jurídico da CEF na causa. Esses julgados, porém, não encerram a discussão, visto que, durante a tramitação do recurso, foram editadas medidas provisórias e leis regulando a mesma matéria. Nesse ponto, ressalto que, ao examinar os terceiros embargos de declaração opostos em face do REsp 1.091.393, a Ministra Maria Isabel Galotti declarou voto analisando os efeitos da MP 478/2009, da MP 513 e da Lei nº 12.409/2011. Porém, foi vencedor o entendimento da então Relatora para o Acórdão, a Ministra Nancy Andrighi, que apenas teceu comentários sobre essas normas, mas deixando bastante claro que se tratava de argumentos obter dictum, sem a intenção de levar em conta tais normas para a decisão do caso em julgamento. Ainda há que acrescentar que, mais recentemente, foi editada a Lei nº 13.000/2014, resultante da conversão da MP 633/2013, que alterou a própria Lei nº 12.409/2011. Necessário, pois, analisar os efeitos desse panorama legislativo. De acordo com a Lei nº 12.409/2011, com a redação dada pela Lei nº 13.000/2014: "Art. 1o Fica o Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS autorizado, na forma disciplinada em ato do Conselho Curador do Fundo de Compensação de Variações Salariais - CCFCVS, a: I - assumir os direitos e obrigações do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro da Habitação - SH/SFH, que contava com garantia de equilíbrio permanente e em âmbito nacional do Fundo em 31 de dezembro de 2009; II - oferecer cobertura direta aos contratos de financiamento habitacional averbados na extinta Apólice do SH/SFH; e III - remunerar a Caixa Econômica Federal, na qualidade de administradora do FCVS, pelas atribuições decorrentes do disposto neste artigo. Parágrafo único. A cobertura direta de que trata o inciso II do caput poderá cobrir: I - o saldo devedor de financiamento habitacional, em caso de morte ou invalidez permanente do mutuário; e II - as despesas relacionadas à cobertura de danos físicos ao imóvel e à responsabilidade civil do construtor. Art. 1o-A. Compete à Caixa Econômica Federal - CEF representar judicial e extrajudicialmente os interesses do FCVS. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 1o A. CEF intervirá, em face do interesse jurídico, nas ações judiciais que representem risco ou impacto jurídico ou econômico ao FCVS ou às suas subcontas, na forma definida pelo Conselho Curador do FCVS. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 2o Para fins do disposto no § 1o, deve ser considerada a totalidade das ações com fundamento em idêntica questão de direito que possam repercutir no FCVS ou em suas subcontas. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 3o Fica a CEF autorizada a realizar acordos nas ações judiciais, conforme parâmetros aprovados pelo CCFCVS e pela Advocacia-Geral da União. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 4o Todos os atos processuais realizados na Justiça Estadual ou na do Distrito Federal devem ser aproveitados na Justiça Federal, na forma da lei. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 5o As ações em que a CEF intervir terão prioridade de tramitação na Justiça Federal nos casos em que figure como parte ou interessado pessoa com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, pessoa portadora de deficiência física ou mental ou pessoa portadora de doença grave, nos termos da Lei no 12.008, de 29 de julho de 2009. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 6o A CEF deverá ser intimada nos processos que tramitam na Justiça Comum Estadual que tenham por objeto a extinta apólice pública do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro de Habitação - SH/SFH, para que manifeste o seu interesse em intervir no feito. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 7o Nos processos em que a apólice de seguro não é coberta pelo FCVS, a causa deverá ser processada na Justiça Comum Estadual. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 8o Caso o processo trate de apólices públicas e privadas, deverá ocorrer o desmembramento do processo, com a remessa à Justiça Federal apenas dos pleitos fundados em apólices do ramo público, mantendo-se na Justiça Comum Estadual as demandas referentes às demais apólices. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 9o (VETADO).(Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 10. Os depósitos judiciais já realizados por determinação da Justiça Estadual permanecerão no âmbito estadual até sua liberação ou a decisão final do processo. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014)". A leitura da lei permite chegar às seguintes conclusões: a) o FCVS assumiu diretamente a cobertura dos contratos que "contavam com garantia de equilíbrio permanente do FCVS" em 31.12.2009, abrangendo os casos de danos físicos ao imóvel e de responsabilidade civil do construtor; b) o FCVS é representado em juízo pela CEF, que intervirá nos processos que "representem risco ou impacto jurídico ou econômico ao FCVS ou às suas subcontas, na forma definida pelo Conselho Curador do FCVS."; c) nos casos já em tramitação na Justiça Estadual, caberá a esta intimar a CEF para demonstrar seu interesse em integrar o polo passivo da demanda (art. 1º-A, § 6º). Como o FCVS foi autorizado a oferecer diretamente a cobertura dos contratos de seguro que tinham nesse fundo a sua garantia, podendo ser afastada essa condição de garantidor, todo contrato de seguro vinculado ao SF/SFH do Ramo 66 (público) pode afetar o patrimônio do fundo, tornou-se dispensável a prova do comprometimento do FCVS em cada caso concreto para justificar a atuação da CEF. Assim, há legitimidade da CEF para integrar o pólo passivo juntamente com a seguradora, na condição de assistente (art. 50 do CPC/1973 ou 119 do CPC/2015), desde que o contrato seja vinculado à apólice pública - Ramo 66. Nessa situação, a CEF assume o processo no estado em que se encontra quando demonstrado seu interesse jurídico (parágrafo único do art. 50 do CPC/1973 ou 119 do CPC/2015). Em suma, entendo que, para que se configure o interesse jurídico da CEF, necessário que estejam presentes as seguintes condições: a) contrato de seguro vinculado à apólice pública, do Ramo 66, garantida pelo FCVS; b) firmado entre 02.12.1988 a 29.12.2009. Todavia, uma questão processual surgiu nesse contexto. Trata-se do IRDR 0804575-80.2016.4.05.0000, admitido em 19.10.2016 pelo TRF da 5ª Região, em que se discute "... o estabelecimento de tese jurídica acerca da influência da Lei nº 13.000/2014 sobre o entendimento firmado nos REsp's 1.091.363/SC e 1.091.393/SC, determinando-se qual a natureza jurídica da intervenção da Caixa Econômica Federal e o que se exige para demonstrar, caso a caso, o seu interesse em intervir nas ações que envolvem seguros de mútuo habitacional do SFH, nos contratos celebrados de 02/12/1988 a 29/12/2009 e vinculados ao FCVS (apólices públicas, ramo 66)." Na referida decisão, o Tribunal determinou que "Suspendam-se os processos pendentes, individuais e coletivos, que tramitam na 5ª Região sobre a mesma questão de direito, inclusive aqueles que tramitam nos Juizados Especiais, pelo prazo de 1 (um) ano (arts. 980, 982, I, e 985, I, todos do CPC) ou até o advento da situação prevista no § 5º do art. 982 do CPC/2015, expedindo-se as comunicações necessárias aos órgãos jurisdicionais competentes (art. 982, § 1º, do CPC)", e que, "Durante a suspensão, os pedidos de tutela de urgência deverão ser dirigidos ao Juízo onde tramita o processo suspenso (art. 982, § 2º, do CPC)." Muito embora a parte dispositiva da decisão deixe a impressão de que apenas contratos firmados entre 02/12/1988 e 29/12/2009 poderiam ser afetados por ela, a verdade é que a leitura da decisão em que suscitado o incidente evidencia que o âmbito de conhecimento deverá ser mais amplo, para que se estabeleça "... tese jurídica que indique, objetivamente, o que se exige da CEF para demonstrar, caso a caso, o seu interesse jurídico em intervir nos autos". Nessa situação, deve-se aguardar a decisão do IRDR ou o final do prazo para suspensão para fins de decisão sobre o interesse processual da CEF. É cediço que a FEDERAL DE SEGUROS S.A. encontra-se em liquidação extrajudicial (Portaria SUSEP 5.967/2014), tendo formulado em diversos processos em trâmite neste juízo pedidos de suspensão do processo e de ingresso da União no polo passivo da demanda, com fundamento no art. 4º, parágrafo único, da Lei nº 5.627/70, segundo o qual: "Art 4º Nas ações judiciais em que as Sociedades de Seguros ou de Capitalização, em regime de liquidação extrajudicial compulsória, sejam autoras, rés, assistentes ou oponentes, a União será sempre citada como assistente (art. 125 da Constituição Federal). Parágrafo único. As disposições deste artigo aplicam-se às ações em curso, devendo os respectivos processos ser remetidos ex officio à Justiça Federal no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data em que for apresentado em juízo o pedido de citação da União. " Diante disso, necessária a intimação da União para se manifestar sobre o ponto, uma vez que essa questão pode determinar a competência federal independentemente da decisão que vier a ser tomada no IRDR 0804575-80.2016.4.05.0000. Deve ser deferido eventual pedido de habilitação de novos advogados formulado pela Federal de Seguros S.A. - em liquidação extrajudicial, caso ainda não cadastrados no processo, e abstenho-me de apreciar, por ora, os demais pedidos formulados por ela, em razão da suspensão determinada pelo IRDR e por entender ausente a urgência. Ante o exposto: - intimem-se as partes desta decisão; - intime-se a União para, em 10 dias, manifestar-se sobre sua inclusão no polo passivo da demanda, na condição de assistente da Federal de Seguros S.A. - em liquidação extrajudicial; - com a manifestação da União nos autos, fica suspensa a tramitação deste feito até a solução do IRDR 0804575-80.2016.4.05.0000 ou nova decisão.

   

0000085-18.2018.4.05.8200 IRANDI VEIRA MOREIRA E OUTROS (Adv. MÁRIO MARCONDES NASCIMENTO, KARIME SILVA SILVEIRA) X FEDERAL SEGUROS (Adv. JOSEMAR LAURIANO PEREIRA, ANTONIO EDUARDO GONÇALVES DE RUEDA, MARIA EMÍLIA GONÇALVES DE RUEDA, CLÁUDIA VIRGÍNIA CARVALHO PEREIRA, JULIANA DE ALMEIDA E SILVA, VINICIUS BARROS DE VASCONCELOS) x CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. FRANCISCO EDWARD AGUIAR NETO)

PROCESSO Nº 0000085-18.2018.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao(à) MM. Juiz Federal, Dr(a). BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA. João Pessoa, 22 de maio de 2018 SHEILA FERREIRA DE PONTES Técnica Judiciária DECISÃO Cuida-se de ação de procedimento comum ajuizada originalmente na Justiça Estadual, em face da FEDERAL DE SEGUROS S.A., em que os autores buscam cobertura securitária em razão de danos físicos ao imóvel, sendo os contratos de seguro que fundamentam os pedidos alegadamente vinculados a contratos de mútuo habitacional firmados no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação. Este juízo tem recebido vários processos dessa natureza, remetidos após decisão do juízo estadual que, ou reconhece o interesse jurídico da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, como representante do FCVS, ou reconhece que cabe à Justiça Federal analisar essa questão, nos moldes da Súmula 150 do STJ. A questão da legitimidade passiva da CEF em demandas dessa natureza foi examinada pelo STJ nos acórdãos proferidos no REsp 1.091.363 e REsp 1.091.393 e nas sucessivas decisões que apreciaram os embargos de declaração ali opostos. Nesses julgados, afetados como recursos repetitivos sobre a matéria, foram firmadas as seguintes teses a respeito do interesse processual da CEF: "(...) 1. Nas ações envolvendo seguros de mútuo habitacional no âmbito do Sistema Financeiro Habitacional - SFH, a Caixa Econômica Federal - CEF - detém interesse jurídico para ingressar na lide como assistente simples somente nos contratos celebrados de 02.12.1988 a 29.12.2009 - período compreendido entre as edições da Lei nº 7.682/88 e da MP nº 478/09 - e nas hipóteses em que o instrumento estiver vinculado ao Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS (apólices públicas, ramo 66). 2. Ainda que compreendido no mencionado lapso temporal, ausente a vinculação do contrato ao FCVS (apólices privadas, ramo 68), a CEF carece de interesse jurídico a justificar sua intervenção na lide. 3. O ingresso da CEF na lide somente será possível a partir do momento em que a instituição financeira provar documentalmente o seu interesse jurídico, mediante demonstração não apenas da existência de apólice pública, mas também do comprometimento do FCVS, com risco efetivo de exaurimento da reserva técnica do Fundo de Equalização de Sinistralidade da Apólice - FESA, colhendo o processo no estado em que este se encontrar no instante em que houver a efetiva comprovação desse interesse, sem anulação de nenhum ato anterior. 4. Evidenciada desídia ou conveniência na demonstração tardia do seu interesse jurídico de intervir na lide como assistente, não poderá a CEF se beneficiar da faculdade prevista no art. 55, I, do CPC. (...)" (EDcl nos EDcl no REsp 1091363/SC, Rel. Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI, Rel. p/ Acórdão Ministra NANCY ANDRIGHI, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 10/10/2012, DJe 14/12/2012). Portanto, o STJ definiu que, em se tratando de contratos de seguro vinculados à apólice do Ramo 66 (pública) e firmados entre 02.12.1988 a 29.12.2009, e desde que demonstrado o comprometimento do FCVS, com risco efetivo de exaurimento da reserva técnica do Fundo de Equalização de Sinistralidade da Apólice - FESA, haveria interesse jurídico da CEF na causa. Esses julgados, porém, não encerram a discussão, visto que, durante a tramitação do recurso, foram editadas medidas provisórias e leis regulando a mesma matéria. Nesse ponto, ressalto que, ao examinar os terceiros embargos de declaração opostos em face do REsp 1.091.393, a Ministra Maria Isabel Galotti declarou voto analisando os efeitos da MP 478/2009, da MP 513 e da Lei nº 12.409/2011. Porém, foi vencedor o entendimento da então Relatora para o Acórdão, a Ministra Nancy Andrighi, que apenas teceu comentários sobre essas normas, mas deixando bastante claro que se tratava de argumentos obter dictum, sem a intenção de levar em conta tais normas para a decisão do caso em julgamento. Ainda há que acrescentar que, mais recentemente, foi editada a Lei nº 13.000/2014, resultante da conversão da MP 633/2013, que alterou a própria Lei nº 12.409/2011. Necessário, pois, analisar os efeitos desse panorama legislativo. De acordo com a Lei nº 12.409/2011, com a redação dada pela Lei nº 13.000/2014: "Art. 1o Fica o Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS autorizado, na forma disciplinada em ato do Conselho Curador do Fundo de Compensação de Variações Salariais - CCFCVS, a: I - assumir os direitos e obrigações do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro da Habitação - SH/SFH, que contava com garantia de equilíbrio permanente e em âmbito nacional do Fundo em 31 de dezembro de 2009; II - oferecer cobertura direta aos contratos de financiamento habitacional averbados na extinta Apólice do SH/SFH; e III - remunerar a Caixa Econômica Federal, na qualidade de administradora do FCVS, pelas atribuições decorrentes do disposto neste artigo. Parágrafo único. A cobertura direta de que trata o inciso II do caput poderá cobrir: I - o saldo devedor de financiamento habitacional, em caso de morte ou invalidez permanente do mutuário; e II - as despesas relacionadas à cobertura de danos físicos ao imóvel e à responsabilidade civil do construtor. Art. 1o-A. Compete à Caixa Econômica Federal - CEF representar judicial e extrajudicialmente os interesses do FCVS. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 1o A. CEF intervirá, em face do interesse jurídico, nas ações judiciais que representem risco ou impacto jurídico ou econômico ao FCVS ou às suas subcontas, na forma definida pelo Conselho Curador do FCVS. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 2o Para fins do disposto no § 1o, deve ser considerada a totalidade das ações com fundamento em idêntica questão de direito que possam repercutir no FCVS ou em suas subcontas. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 3o Fica a CEF autorizada a realizar acordos nas ações judiciais, conforme parâmetros aprovados pelo CCFCVS e pela Advocacia-Geral da União. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 4o Todos os atos processuais realizados na Justiça Estadual ou na do Distrito Federal devem ser aproveitados na Justiça Federal, na forma da lei. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 5o As ações em que a CEF intervir terão prioridade de tramitação na Justiça Federal nos casos em que figure como parte ou interessado pessoa com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, pessoa portadora de deficiência física ou mental ou pessoa portadora de doença grave, nos termos da Lei no 12.008, de 29 de julho de 2009. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 6o A CEF deverá ser intimada nos processos que tramitam na Justiça Comum Estadual que tenham por objeto a extinta apólice pública do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro de Habitação - SH/SFH, para que manifeste o seu interesse em intervir no feito. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 7o Nos processos em que a apólice de seguro não é coberta pelo FCVS, a causa deverá ser processada na Justiça Comum Estadual. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 8o Caso o processo trate de apólices públicas e privadas, deverá ocorrer o desmembramento do processo, com a remessa à Justiça Federal apenas dos pleitos fundados em apólices do ramo público, mantendo-se na Justiça Comum Estadual as demandas referentes às demais apólices. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 9o (VETADO).(Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014) § 10. Os depósitos judiciais já realizados por determinação da Justiça Estadual permanecerão no âmbito estadual até sua liberação ou a decisão final do processo. (Incluído pela Lei nº 13.000, de 2014)". A leitura da lei permite chegar às seguintes conclusões: a) o FCVS assumiu diretamente a cobertura dos contratos que "contavam com garantia de equilíbrio permanente do FCVS" em 31.12.2009, abrangendo os casos de danos físicos ao imóvel e de responsabilidade civil do construtor; b) o FCVS é representado em juízo pela CEF, que intervirá nos processos que "representem risco ou impacto jurídico ou econômico ao FCVS ou às suas subcontas, na forma definida pelo Conselho Curador do FCVS."; c) nos casos já em tramitação na Justiça Estadual, caberá a esta intimar a CEF para demonstrar seu interesse em integrar o polo passivo da demanda (art. 1º-A, § 6º). Como o FCVS foi autorizado a oferecer diretamente a cobertura dos contratos de seguro que tinham nesse fundo a sua garantia, podendo ser afastada essa condição de garantidor, todo contrato de seguro vinculado ao SF/SFH do Ramo 66 (público) pode afetar o patrimônio do fundo, tornou-se dispensável a prova do comprometimento do FCVS em cada caso concreto para justificar a atuação da CEF. Assim, há legitimidade da CEF para integrar o pólo passivo juntamente com a seguradora, na condição de assistente (art. 50 do CPC/1973 ou 119 do CPC/2015), desde que o contrato seja vinculado à apólice pública - Ramo 66. Nessa situação, a CEF assume o processo no estado em que se encontra quando demonstrado seu interesse jurídico (parágrafo único do art. 50 do CPC/1973 ou 119 do CPC/2015). Em suma, entendo que, para que se configure o interesse jurídico da CEF, necessário que estejam presentes as seguintes condições: a) contrato de seguro vinculado à apólice pública, do Ramo 66, garantida pelo FCVS; b) firmado entre 02.12.1988 a 29.12.2009. Todavia, uma questão processual surgiu nesse contexto. Trata-se do IRDR 0804575-80.2016.4.05.0000, admitido em 19.10.2016 pelo TRF da 5ª Região, em que se discute "... o estabelecimento de tese jurídica acerca da influência da Lei nº 13.000/2014 sobre o entendimento firmado nos REsp's 1.091.363/SC e 1.091.393/SC, determinando-se qual a natureza jurídica da intervenção da Caixa Econômica Federal e o que se exige para demonstrar, caso a caso, o seu interesse em intervir nas ações que envolvem seguros de mútuo habitacional do SFH, nos contratos celebrados de 02/12/1988 a 29/12/2009 e vinculados ao FCVS (apólices públicas, ramo 66)." Na referida decisão, o Tribunal determinou que "Suspendam-se os processos pendentes, individuais e coletivos, que tramitam na 5ª Região sobre a mesma questão de direito, inclusive aqueles que tramitam nos Juizados Especiais, pelo prazo de 1 (um) ano (arts. 980, 982, I, e 985, I, todos do CPC) ou até o advento da situação prevista no § 5º do art. 982 do CPC/2015, expedindo-se as comunicações necessárias aos órgãos jurisdicionais competentes (art. 982, § 1º, do CPC)", e que, "Durante a suspensão, os pedidos de tutela de urgência deverão ser dirigidos ao Juízo onde tramita o processo suspenso (art. 982, § 2º, do CPC)." Muito embora a parte dispositiva da decisão deixe a impressão de que apenas contratos firmados entre 02/12/1988 e 29/12/2009 poderiam ser afetados por ela, a verdade é que a leitura da decisão em que suscitado o incidente evidencia que o âmbito de conhecimento deverá ser mais amplo, para que se estabeleça "... tese jurídica que indique, objetivamente, o que se exige da CEF para demonstrar, caso a caso, o seu interesse jurídico em intervir nos autos". Nessa situação, deve-se aguardar a decisão do IRDR ou o final do prazo para suspensão para fins de decisão sobre o interesse processual da CEF. É cediço que a FEDERAL DE SEGUROS S.A. encontra-se em liquidação extrajudicial (Portaria SUSEP 5.967/2014), tendo formulado em diversos processos em trâmite neste juízo pedidos de suspensão do processo e de ingresso da União no polo passivo da demanda, com fundamento no art. 4º, parágrafo único, da Lei nº 5.627/70, segundo o qual: "Art 4º Nas ações judiciais em que as Sociedades de Seguros ou de Capitalização, em regime de liquidação extrajudicial compulsória, sejam autoras, rés, assistentes ou oponentes, a União será sempre citada como assistente (art. 125 da Constituição Federal). Parágrafo único. As disposições deste artigo aplicam-se às ações em curso, devendo os respectivos processos ser remetidos ex officio à Justiça Federal no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data em que for apresentado em juízo o pedido de citação da União. " Diante disso, necessária a intimação da União para se manifestar sobre o ponto, uma vez que essa questão pode determinar a competência federal independentemente da decisão que vier a ser tomada no IRDR 0804575-80.2016.4.05.0000. Deve ser deferido eventual pedido de habilitação de novos advogados formulado pela Federal de Seguros S.A. - em liquidação extrajudicial, caso ainda não cadastrados no processo, e abstenho-me de apreciar, por ora, os demais pedidos formulados por ela, em razão da suspensão determinada pelo IRDR e por entender ausente a urgência. Ante o exposto: - defiro a habilitação de novos advogados da Federal de Seguros S.A. - em liquidação extrajudicial, caso ainda não cadastrados no processo ou venham a solicitar posteriormente. Correções cartorárias, caso necessário; - intimem-se as partes desta decisão; - intime-se a União para, em 10 dias, manifestar-se sobre sua inclusão no polo passivo da demanda, na condição de assistente da Federal de Seguros S.A. - em liquidação extrajudicial; - com a manifestação da União nos autos, fica suspensa a tramitação deste feito até a solução do IRDR 0804575-80.2016.4.05.0000 ou nova decisão. João Pessoa, 22.05.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara 1 5 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

0001561-77.2007.4.05.8200 MARCO AURÉLIO FERREIRA DE MELO (Adv. ZAYLANY DE LOURDES FERREIRA TORRES) X EMGEA - EMPRESA GESTORA DE ATIVOS (Adv. LEILA REGINA DE BRITO ANDRADE) x CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. SEM ADVOGADO)

PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO n. 0001561-77.2007.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos a MMª. Juíza Federal Substituta da 2ª Vara. João Pessoa, sexta-feira, 27 de abril de 2018. José Valter Augusto de Lima Técnico judiciário DESPACHO Processo baixado em 21/03/2018. Requerimento da parte autora de desarquivamento, vista dos autos e o deferimento da juntada do substabelecimento de fl. 694. Defiro o pedido de desarquivamento, como também defiro da juntada do substabelecimento de fl. 694. Anotações na distribuição. Após, defiro o pedido de vista, por 10 dias. Nada sendo requerido, devolvam-se os autos ao arquivo, com baixa na distribuição. Publique-se. João Pessoa, 10.05.2018 WANESSA FIGUEIREDO DOS SANTOS LIMA Juíza Federal Substituta da 2ª Vara PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA

   

EMBARGOS À EXECUÇÃ0

   

0000986-59.2013.4.05.8200 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. SANDRA REGINA BRAGA SOUTO) X SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - ADUFPB/SSIND E OUTROS (Adv. FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE, PAULO GUEDES PEREIRA)

PROCESSO Nº: 0000986-59.2013.4.05.8200 - EMBARGOS À EXECUÇÃO EMBARGANTE: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA EMBARGADO: SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR - ANDES, POR SUA SEÇÃO SINDICAL - ADUFPB 2ª VARA FEDERAL - PB (JUIZ FEDERAL TITULAR) DECISÃO Cuida-se de Embargos à Execução promovidos pela Universidade Federal da Paraíba em face do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - ADUFPB, objetivando a extinção da execução individual da sentença proferida na ação coletiva nº 0000555-89.1994.4.05.8200 ou, alternativamente, o excesso de execução. Esse juízo proferiu decisão às fls. 740/742, determinando a remessa dos autos à Contadoria para pronunciamento sobre as questões de cálculo suscitadas pela embargante no Parecer nº 1078/2017 do NECAP, às fls. 697/737. A Contadoria apresentou informação, apurando como devida a quantia de R$ 5.387.010,44 (fls. 743/757). Intimada, a UFPB discordou do parecer oficial, reiterando a alegação de excesso de execução no valor de R$ 5.347.942,86 ou, subsidiariamente, de R$ 1.812.173,02, sob a premissa de que não foram consideradas no cálculo as compensações e reestruturações das quais foram beneficiados os substituídos do Sindicato exequente. Por outro lado, se for mantida a decisão deste Juízo, que afastou as compensações e reestruturações, requereu seja o presente feito suspenso, até julgamento do AgI 0806373-42.2017.405.0000, em que tais discussões foram submetidas a julgamento pelo TRF - 5ª Região (fls. 758/759). Com efeito, a UFPB interpôs o AgI 0806373-42.2017.405.0000 em face da decisão de fls. 526/528, em que decididas as questões alusivas à prescrição quinquenal, compensação pelos índices implantados administrativamente, por força das Leis nºs. 8.622/93 e 8.627/93. Contudo, conforme pesquisa no site do PJE, a Terceira Turma do TRF - 5ª Região negou provimento ao AgI 0806373-42.2017.405.0000, bem como aos Embargos de Declaração da UFPB, tendo a executada interposto os Recursos Especial e Extraordinário, ainda pendentes de apreciação. Nesse contexto, entendo que é razoável aguardar-se o juízo de admissibilidade dos recursos interpostos ou mesmo o respectivo trânsito em julgado, considerando-se que a própria existência do direito subjetivo pleiteado está sendo objeto de rediscussão na instância recursal. Ante o exposto, determino a suspensão do presente feito até o trânsito em julgado do acórdão do TRF - 5ª Região, que negou provimento ao agravo de instrumento interposto pela UFPB. Intimem-se as partes desta decisão. João Pessoa, 21.05.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara AMP

   

0001415-26.2013.4.05.8200 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. RACHEL FERREIRA MOREIRA LEITÃO) X SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - ADUFPB/SSIND E OUTROS (Adv. JOSE MARIO PORTO JUNIOR, FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE, SABRINA PEREIRA MENDES, CLOVIS SOUTO GUIMARÃES JUNIOR)

EMBARGOS À EXECUÇÃO n. 0001415-26.2013.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao MM. Juiz Federal da 2ª Vara. João Pessoa, quarta-feira, 6 de junho de 2018. José Valter Augusto de Lima Técnico judiciário DESPACHO Obrigação de pagar contra a Fazenda Pública A determinação do valor da condenação referente à obrigação de pagar depende neste caso, tão somente, de cálculo aritmético, fazendo-se necessária a apresentação de pedido expresso do credor para cumprimento do título judicial nessa parte, acompanhado de memória discriminada e atualizada do cálculo, nos termos do art. 523 do CPC/2015. A Portaria nº 006/GDF, de 14 de janeiro de 2014, interpretada à luz do Código de Processo Civil/2015, sugere a utilização do Processo Judicial Eletrônico/PJe às classes de execução de sentença contra a Fazenda Pública (atual cumprimento de sentença contra a Fazenda Pública). Isto posto, concedo um prazo de 15 (quinze) dias para que o credor (ADVOGADO DO EMBARGADO) requeira o cumprimento do julgado através do Sistema Processo Judicial Eletrônico/PJE, nos termos da Portaria nº 006/GDF, referente à obrigação de pagar contra a Fazenda Pública, na forma do CPC/2015, arts. 534 e 535 (antigo 730 do CPC/1973), instruindo o seu pedido com demonstrativo discriminado e atualizado do crédito contendo: a) Na petição de execução/cumprimento: I - o nome completo e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do exequente; II - o índice de correção monetária adotado; III - os juros aplicados e as respectivas taxas; IV - o termo inicial e o termo final dos juros e da correção monetária utilizados; V - a periodicidade da capitalização dos juros, se for o caso; VI - a especificação dos eventuais descontos obrigatórios realizados; b) os seguintes documentos obrigatórios: VII - petição inicial (da fase de conhecimento); VIII - procuração; IX - comprovante de recolhimento de custas processuais ou decisão que deferiu o pleito de justiça gratuita; X - comprovação da data do ajuizamento da ação principal e da citação do(a) ré(u); XI - laudo pericial ou planilha de cálculos, se houver; XII - sentença, acórdão e demais decisões das instâncias superiores, se houver; XIII - certidão de trânsito em julgado; e XIV - documento que comprove a data do efetivo cumprimento da obrigação de fazer, se houver. Todos os arquivos deverão ser nomeados no PJE em ordem coerente e com nomes que permitam a fácil identificação de seu conteúdo. Deverá o credor informar nestes autos o número do processo eletrônico ajuizado, que também será indicado pela secretaria do juízo através de sinalização de etiqueta na capa destes autos. Deverá o credor comprovar o recolhimento das custas processuais de execução, calculadas sobre o valor da execução, nos moldes do art. 14, §3º, da Lei 9.289/1996 ("§ 3° Nas ações em que o valor estimado for inferior ao da liquidação, a parte não pode prosseguir na execução sem efetuar o pagamento da diferença de custas e contribuições, recalculadas de acordo com a importância a final apurada ou resultante da condenação definitiva."), ressalvadas as isenções legais. Iniciada ou não a fase de cumprimento no PJE, arquivem-se os autos com baixa, facultado o desarquivamento enquanto não decorrido o prazo prescricional, caso não formulado o pedido de cumprimento. João Pessoa, 07.06.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA

   

0001482-88.2013.4.05.8200 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. ALEXANDRE DE ANDRADE INOJOSA) X SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - ADUFPB/SSIND E OUTROS (Adv. PAULO GUEDES PEREIRA, MUCIO SATIRO FILHO, FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE, SABRINA PEREIRA MENDES, CLOVIS SOUTO GUIMARÃES JUNIOR)

PROCESSO Nº 0001482-88.2013.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao(à) MM. Juiz Federal, Dr(a). BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA. João Pessoa, 29 de maio de 2018 SHEILA FERREIRA DE PONTES Técnica Judiciária DESPACHO Obrigação de pagar contra a Fazenda Pública A determinação do valor da condenação referente à obrigação de pagar depende neste caso, tão-somente, de cálculo aritmético, fazendo-se necessária a apresentação de pedido expresso do credor para cumprimento do título judicial nessa parte, acompanhado de memória discriminada e atualizada do cálculo, nos termos do art. 523 do CPC/2015. A Portaria nº 006/GDF, de 14 de janeiro de 2014, interpretada à luz do Código de Processo Civil/2015, sugere a utilização do Processo Judicial Eletrônico/PJe às classes de execução de sentença contra a Fazenda Pública (atual cumprimento de sentença contra a Fazenda Pública). Isto posto, concedo um prazo de 15 (quinze) dias para que o credor requeira o cumprimento do julgado através do Sistema Processo Judicial Eletrônico/PJe, nos termos da Portaria nº 006/GDF, referente à obrigação de pagar contra a Fazenda Pública, na forma do CPC/2015, arts. 534 e 535 (antigo 730 do CPC/1973), instruindo o seu pedido com demonstrativo discriminado e atualizado do crédito contendo: a) Na petição de execução/cumprimento: I - o nome completo e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou nº do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do exequente; II - o índice de correção monetária adotado; III - os juros aplicados e as respectivas taxas; IV - o termo inicial e o termo final dos juros e da correção monetária utilizados; V - a periodicidade da capitalização dos juros, se for o caso; VI - a especificação dos eventuais descontos obrigatórios realizados; b) os seguintes documentos obrigatórios: VII - petição inicial (da fase de conhecimento); VIII - procuração; IX - comprovante de recolhimento de custas processuais ou decisão que deferiu o pleito de justiça gratuita; X - comprovação da data do ajuizamento da ação principal e da citação do(a) ré(u); XI - laudo pericial ou planilha de cálculos, se houver; XII - sentença, acórdão e demais decisões das instâncias superiores, se houver; XIII - certidão de trânsito em julgado; e XIV - documento que comprove a data do efetivo cumprimento da obrigação de fazer, se houver. Todos os arquivos deverão ser nomeados no PJE em ordem coerente e com nomes que permitam a fácil identificação de seu conteúdo. Deverá o credor informar nestes autos o número do processo eletrônico ajuizado, que também será indicado pela secretaria do juízo através de sinalização de etiqueta na capa destes autos. Deverá o credor comprovar o recolhimento das custas processuais de execução, calculadas sobre o valor da execução, nos moldes do art. 14, §3º, da Lei 9.289/1996 ("§ 3° Nas ações em que o valor estimado for inferior ao da liquidação, a parte não pode prosseguir na execução sem efetuar o pagamento da diferença de custas e contribuições, recalculadas de acordo com a importância a final apurada ou resultante da condenação definitiva."), ressalvadas as isenções legais. Iniciada ou não a fase de cumprimento no PJE, arquivem-se os autos com baixa, facultado o desarquivamento enquanto não decorrido o prazo prescricional, caso não formulado o pedido de cumprimento. Intimem-se João Pessoa, 07.06.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara ESI 1 2 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

0001987-79.2013.4.05.8200 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. ALEXANDRE DE ANDRADE INOJOSA) X SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - ADUFPB/SSIND E OUTROS (Adv. PAULO GUEDES PEREIRA, MUCIO SATIRO FILHO, FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE, SABRINA PEREIRA MENDES, CLOVIS SOUTO GUIMARÃES JUNIOR)

PROCESSO Nº 0001987-79.2013.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao(à) MM. Juiz Federal, Dr(a). BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA. João Pessoa, 29 de maio de 2018 SHEILA FERREIRA DE PONTES Técnica Judiciária DESPACHO Obrigação de pagar contra a Fazenda Pública A determinação do valor da condenação referente à obrigação de pagar depende neste caso, tão-somente, de cálculo aritmético, fazendo-se necessária a apresentação de pedido expresso do credor para cumprimento do título judicial nessa parte, acompanhado de memória discriminada e atualizada do cálculo, nos termos do art. 523 do CPC/2015. A Portaria nº 006/GDF, de 14 de janeiro de 2014, interpretada à luz do Código de Processo Civil/2015, sugere a utilização do Processo Judicial Eletrônico/PJe às classes de execução de sentença contra a Fazenda Pública (atual cumprimento de sentença contra a Fazenda Pública). Isto posto, concedo um prazo de 15 (quinze) dias para que o credor requeira o cumprimento do julgado através do Sistema Processo Judicial Eletrônico/PJe, nos termos da Portaria nº 006/GDF, referente à obrigação de pagar contra a Fazenda Pública, na forma do CPC/2015, arts. 534 e 535 (antigo 730 do CPC/1973), instruindo o seu pedido com demonstrativo discriminado e atualizado do crédito contendo: a) Na petição de execução/cumprimento: I - o nome completo e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou nº do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do exequente; II - o índice de correção monetária adotado; III - os juros aplicados e as respectivas taxas; IV - o termo inicial e o termo final dos juros e da correção monetária utilizados; V - a periodicidade da capitalização dos juros, se for o caso; VI - a especificação dos eventuais descontos obrigatórios realizados; b) os seguintes documentos obrigatórios: VII - petição inicial (da fase de conhecimento); VIII - procuração; IX - comprovante de recolhimento de custas processuais ou decisão que deferiu o pleito de justiça gratuita; X - comprovação da data do ajuizamento da ação principal e da citação do(a) ré(u); XI - laudo pericial ou planilha de cálculos, se houver; XII - sentença, acórdão e demais decisões das instâncias superiores, se houver; XIII - certidão de trânsito em julgado; e XIV - documento que comprove a data do efetivo cumprimento da obrigação de fazer, se houver. Todos os arquivos deverão ser nomeados no PJE em ordem coerente e com nomes que permitam a fácil identificação de seu conteúdo. Deverá o credor informar nestes autos o número do processo eletrônico ajuizado, que também será indicado pela secretaria do juízo através de sinalização de etiqueta na capa destes autos. Deverá o credor comprovar o recolhimento das custas processuais de execução, calculadas sobre o valor da execução, nos moldes do art. 14, §3º, da Lei 9.289/1996 ("§ 3° Nas ações em que o valor estimado for inferior ao da liquidação, a parte não pode prosseguir na execução sem efetuar o pagamento da diferença de custas e contribuições, recalculadas de acordo com a importância a final apurada ou resultante da condenação definitiva."), ressalvadas as isenções legais. Iniciada ou não a fase de cumprimento no PJE, arquivem-se os autos com baixa, facultado o desarquivamento enquanto não decorrido o prazo prescricional, caso não formulado o pedido de cumprimento. Intimem-se João Pessoa, 07.06.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara ESI 1 2 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL

   

0000189-30.2006.4.05.8200 CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. FRANCISCO XAVIER DE ANDRADE FILHO) X POSTO DE COMBUSTIVEIS MEDEIROS LTDA E OUTROS (Adv. JOSÉ LUIZ MENESES DE QUEIROZ)

ATO ORDINATÓRIO (Art. 203 do CPC/2015 e art. 87 do Provimento CR-TRF5 01/2009) Vista à CEF para requerer o que entender de direito, no prazo de 15 dias (art. 87, item 19 do Provimento CR-TRF5 01/2009). João Pessoa, 06/06/2018 Fábio Lacerda de Castro Martins Técnico Judiciário

   

EXECUÇÃO CONTRA FAZENDA PÚBLICA

   

0003904-12.2008.4.05.8200 MARIA DE JESUS LOURENCO (Adv. JOSE RAMOS DA SILVA, YURI PORFIRIO CASTRO DE ALBUQUERQUE, EDVAN CARNEIRO DA SILVA, GIOVANNA PAIVA PINHEIRO DE ALBUQUERQUE BEZERRA, YANE CASTRO DE ALBUQUERQUE) X UNIÃO (MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO) (Adv. SEM PROCURADOR)

PROCESSO Nº 0003904-12.2008.4.05.8200 ATO ORDINATÓRIO (Art. 203 do CPC/2015 e art. 87 do Provimento CR-TRF5 01/2009) Intime(m)-se a(s) exequente(s) para, no prazo de 15 dias, apresentar(em) manifestação acerca da informação da União, fls. 328/344, acerca da inexistência de obrigação de fazer nos presentes autos. João Pessoa, 29 de maio de 2018. Sheila Ferreira de Pontes Técnica Judiciária 2 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2ª VARA FEDERAL PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2.ª VARA FEDERAL

   

0007884-25.2012.4.05.8200 SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - ADUFPB/SSIND E OUTROS (Adv. FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE, PAULO GUEDES PEREIRA, JOSE MARIO PORTO JUNIOR, ALINO & ROBERTO E ADVOGADOS, GUEDES PEREIRA & DUARTE ADVOGADOS ASSOCIADOS, JOSE MARIO PORTO & MAIA ADVOGADOS ASSOCIADOS) X UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. SANDRA REGINA BRAGA SOUTO)

PROCESSO Nº: 0007884-25.2012.4.05.8200 EXEQUENTE: ANDES - SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL - ADUFPB EXECUTADA: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB DECISÃO Cuida-se Execução contra a Fazenda Pública promovida pelo ANDES - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, por sua Seção Sindical - ADUFPB, objetivando o pagamento das parcelas vencidas do período de jan/1993 a abr/2006, relativas à incorporação do percentual de 28,86% no contracheque dos servidores substituídos, conforme decisão proferida pelo STF às fls. 78/79. O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES), por sua seção de João Pessoa - ADUF/PB, apresentou petição requerendo que os honorários contratuais sejam distribuídos nos percentuais de 5,0% para José Mário Porto e Maia Advogados Associados, 5,0% para Guedes Pereira e Duarte Advogados Associados, 1,0% para a ADUFPB e 1,5% para Alino e Roberto Advogados Associados (atualmente denominado Roberto Caldas, Mauro Menezes e Advogados). Em relação aos honorários sucumbenciais, requereu a distribuição de 3,67% para Guedes Pereira e Duarte Advogados Associados e 1,33% para Alino e Roberto Advogados Associados (atualmente denominado Roberto Caldas, Mauro Menezes e Advogados) (fls. 158/160). Apresentou, ainda, as atas da assembleia geral da categoria às fls. 173/184 e 188/238. Relatados no essencial, fundamento e decido. O destaque está regulamentado nos seguintes dispositivos: Lei nº 8.906/94 (Estatuto da Advocacia e da OAB): Art. 22 (...) § 4º Se o advogado fizer juntar aos autos o seu contrato de honorários antes de expedir-se o mandado de levantamento ou precatório, o juiz deve determinar que lhe sejam pagos diretamente, por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte, salvo se este provar que já os pagou. Resolução 405/2016 do CJF: Art. 19 - Caso o advogado pretenda destacar do montante da condenação o que lhe couber por força de honorários contratuais, na forma disciplinada pelo art. 22, § 4º, da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, deverá juntar aos autos o respectivo contrato antes da elaboração do requisitório, não sendo admitido o requerimento de destaque de honorários no âmbito do tribunal. Parágrafo único - O tribunal poderá optar pela modalidade de expedição de apenas um ofício requisitório, podendo desdobrá-lo em mais de uma requisição com naturezas distintas. (grifei) Ademais, quanto às sociedades de advogados, dispõe a Lei nº 8.906/94: Art. 15. (...) § 3º As procurações devem ser outorgadas individualmente aos advogados e indicar a sociedade de que façam parte. O CPC/2015, tratando desse tema, dispôs que "O advogado pode requerer que o pagamento dos honorários que lhe caibam seja efetuado em favor da sociedade de advogados que integra na qualidade de sócio, aplicando-se à hipótese o disposto no § 14." (art. 85, §15). Da conjugação dessas normas, concluo que é devido o destaque dos honorários em favor do advogado contratado ou da sociedade que ele integra, a ser efetuado no pagamento da parte que o contratou, e desde que apresentados nos autos o pedido e o contrato respectivo até a data da expedição da RPV. Em relação ao destaque de honorários contratuais em execução individual de sentença coletiva, a assinatura de contrato entre o sindicato e o advogado ou sociedade de advogados, pura e simplesmente, não permite a retenção dos honorários contratuais da verba devida aos substituídos processuais. É fato que a legitimidade dos sindicatos para defesa dos interesses da categoria profissional é ampla, sendo certo que podem ajuizar ações coletivas que favoreçam todos os integrantes desta, e não apenas os filiados a seus quadros. Porém, a atuação do sindicato deve ser respaldada pelas decisões da categoria. Com mais razão, quando se trata de permitir a retenção de valores que pertencem a essas pessoas em decorrência de execução individual da sentença coletiva, para pagamento a terceiros. De fato, se o contratante dos advogados não foi o substituído processual, destinatário da condenação, mas o próprio sindicato, só se pode admitir a retenção se a forma de pagamento do advogado tiver sido discutida em assembleia da categoria, obrigando os substituídos, pois isso significa que participaram da decisão em questão. Importa registrar que a retenção de honorários deve ser feita com cautela, pois corresponde a uma cobrança do advogado em face da parte que ele representa em juízo. Ou seja: o defensor da parte atua em causa própria, com interesse que pode ser contrário ao do substituído processual que, até então, ele defendera, sem deixar para este qualquer possibilidade de defesa diante de tal cobrança. Daí porque apenas se bem atendida a hipótese legal - contrato firmado entre o advogado e a parte que é titular da condenação -, deve-se proceder à retenção. Sobre o tema, o STJ já decidiu nesses termos: RECURSO ESPECIAL. ART. 535 DO CPC NÃO VIOLADO. ENTIDADE SINDICAL. EXECUÇÃO DE SENTENÇA COLETIVA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS CONTRATADOS EXCLUSIVAMENTE PELO SINDICATO. RETENÇÃO PELO ENTE SINDICAL. AUSÊNCIA DE AUTORIZAÇÃO DOS FILIADOS. IMPOSSIBILIDADE ANTE A INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO CONTRATUAL ENTRE OS FILIADOS SUBSTITUÍDOS E O ADVOGADO. ART. 22, § 4º, LEI 8.906194. RECURSO DESPROVIDO. 1. O acórdão recorrido analisou todas as questões necessárias ao desate da controvérsia, não padecendo de vícios de omissão, contradição ou obscuridade. Ausência de violação do art. 535 do CPC. 2. Trata-se na origem de execução de título judicial oriundo de ação coletiva promovida por Sindicato na condição de substituto processual. No Recurso Especial discute-se a possibilidade de destacar os honorários contratuais no precatório ou RPV expedido em favor dos substituídos sem que haja autorização dos últimos ou procuração outorgada por eles aos citados causídicos. 3. Ainda que seja ampla a legitimação extraordinária do sindicato para defesa de direitos e interesses dos integrantes da categoria que representa, inclusive para liquidação e execução de créditos, a retenção sobre o montante da condenação do que lhe cabe por força de honorários contratuais só é permitida com a apresentação do contrato celebrado com cada um dos filiados, nos temos do art. 22, § 4º, da, Lei 8.906194, ou, ainda, com a autorização deles para tanto. O contrato pactuado exclusivamente entre o Sindicato e o advogado não vincula os filiados substituídos, em face da ausência da relação jurídica contratual entre estes e o advogado. Precedente: REsp 931.036/RS, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 24/11/2009, DJe 2/12/2009 4. Recurso especial não provido. (REsp 1464567/PB, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 03/02/2015, DJe 11/02/2015) Do voto do Relator desse acórdão, extraio o seguinte trecho: "(...) Isso porque o contrato pactuado exclusivamente entre o Sindicato e o advogado não vincula os filiados substituídos, em face da ausência relação jurídica contratual entre estes e o advogado. Por isso, o contrato de honorários pactuado diretamente com o Sindicato só pode assegurar ao advogado a retenção dos valores destinados ao pagamento da verba honorária, se os substituídos anuírem expressamente com os honorários pactuados. No caso dos autos, em que não há autorização dos filiados do Sindicato, como reconhecido pelo Tribunal a quo, a entidade sindical recorrente não pode promover a retenção." (grifei) Da mesma forma, os Tribunais Regionais Federais têm exigido pelo menos a decisão em assembleia ou a previsão no estatuto do sindicato a respeito da retenção de honorários. Vejamos: AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO DE SENTENÇA. SINDICATO. AÇÃO COLETIVA. RETENÇÃO DE HONORÁRIOS. ANUÊNCIA INDIVIDUAL. DESNECESSIDADE. REALIZAÇÃO DE ASSEMBLEIA ESPÉCIFICA QUANTO À FORMA DE DESTAQUE DA VERBA ADVOCATÍCIA. RECURSO PROVIDO. 1. Os advogados almejam o destaque de seus honorários no momento de expedição da ordem de pagamento dos precatórios inscritos em nomes dos substituídos, apresentando cópia do contrato firmado entre os escritórios e a entidade sindical. Atendem, dessa forma, uma das exigências formais impostas pelo art. 22 da Resolução n.º 168 do Conselho da Justiça Federal, que "Regulamenta, no âmbito da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, os procedimentos relativos à expedição de ofícios requisitórios, ao cumprimento da ordem cronológica dos pagamentos, às compensações, ao saque e ao levantamento dos depósitos". 2. Cumpre frisar, ainda, advertência por parte da assembleia dirigida a todos os servidores substituídos, expressa no Edital de Convocação da sessão geral extraordinária em epígrafe, grifei: "A decisão da Assembleia Geral Nacional Unificada - AGNU, como órgão máximo do SINDIRECEITA, independentemente do comparecimento do total dos integrantes da categoria, implicará em homologação ou não da ratificação dos contratos coletivos firmados, ficando estipulado que esta decisão implicará na concordância tácita de todos os integrantes da categoria com as deliberações da AGNU, que em caso de ratificação dos contratos coletivos servirá como forma hábil a realização do destaque dos honorários contratuais por cada uma das sociedades de advogados acima referidas". 3. Nesse prisma, a anuência dos 1.080 exequentes individuais está corporificada na própria ata da Assembleia Geral Nacional Unificada, não cabendo impor aos advogados o ônus excessivo e desarrazoado de localizar e obter todos esses termos um a um. Afinal, a própria Carta da República e a jurisprudência dos tribunais têm elevado cada vez mais o status dos sindicatos na tutela coletiva de suas respectivas categorias, relevando o excesso formalismo, notadamente na seara da execução/cumprimento de sentença. Agravo de instrumento provido. (TRF5 - AG 00038486220134050000, Desembargador Federal José Maria Lucena, Primeira Turma, DJE - Data::10/10/2013 - Página::159 - grifei) PROCESSUAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE EXECUÇÃO POR TÍTULO JUDICIAL. AÇÃO COLETIVA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS CONTRATUAIS. AUTORIZAÇÃO EM ASSEMBLEIA PELOS SERVIDORES. DESTAQUE. PREVISÃO EM ESTATUTO. POSSIBILIDADE. LEGITIMIDADE DO SINDICATO. 1. Legitimidade do sindicato para defender em juízo o direito do advogado por ele contratado de ter retidos nos autos, em processo de execução, os honorários referentes aos benefícios conquistados em juízo por seus filiados. 2. Se o advogado fizer juntar aos autos o seu contrato de honorários antes de expedir-se o mandado de levantamento ou precatório, o juiz deve determinar que lhe sejam pagos os honorários diretamente, por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte, salvo se este provar que já os pagou. (art. 22, § 4º, da Lei 8.906/1994). 3. Para atuar em juízo, em defesa dos direitos de seus afiliados, o sindicado precisa contratar serviços advocatícios. 4. Embora o contrato de serviços tenha sido firmado entre o escritório de advocacia e o sindicato, cabe ao afiliado arcar com os honorários de advogado, seja por sua anuência ao aderir ao estatuto do sindicato a que se filiou, seja por ter sido a contratação dos serviços advocatícios realizada em seu favor, embora em nome de outrem. 5. O contrato entre o sindicato e o advogado, a autorização da assembleia dos servidores para a propositura da ação, a previsão estatutária e os índices razoáveis dos honorários contratuais, à luz da legislação aplicável à espécie, legitimam o destaque de honorários em ações coletivas. 6. Agravo de instrumento a que se dá provimento para determinar que sejam destacados os honorários contratuais do montante da condenação quando da expedição de RPV/precatórios aos substituídos, no percentual de 8% em nome das sociedades de advogados e 2% em nome do SINDSEP/MG. (TRF1 - AGRAVO 00236653120104010000, DESEMBARGADORA FEDERAL MARIA DO CARMO CARDOSO, OITAVA TURMA, e-DJF1 DATA:03/07/2015 PAGINA:3146 - grifei). O caso dos autos Como exposto, o pedido de destaque de honorários foi formulado por 4 pessoas jurídicas distintas. Quanto à ADUF/PB, nenhuma legitimidade tem o pleito, pois nem mesmo se trata de advogado, e o que a legislação garante é o direito de o advogado contratado e que tenha atuado na causa requerer o destaque, na condenação, de seus honorários contratuais. Ainda que o sindicato preveja em seus estatutos tal cobrança - fato não comprovado nos autos -, ela não pode ser feita por retenção sobre a condenação, como pretendido. A leitura do contrato juntado às fls. 163/172 firmado entre a ADUF/PB e os advogados José Mario Porto Júnior e Paulo Guedes Pereira, especialmente de sua cláusula sexta, revela que os honorários ali previstos seriam de 10%, dos quais seria descontada uma parcela de 2,5%, a ser repassada à ADUF/PB. Ou seja, os 2,5% não são adicionais aos 10%, mas descontados destes, o que significa que, aos advogados, o contrato reserva 7,5%. Em relação a esses 2 advogados, há nos autos procuração outorgada pela ADUF/PB ao tempo do ajuizamento da ação de conhecimento (fl. 49). Quanto à sociedade Alino e Roberto Advogados Associados (atualmente denominado Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados), não há nenhuma procuração outorgada para advogado desse escritório atuar nesta demanda, muito embora, no próprio contrato, haja referência ao RE 221.968-8, e, do acórdão desse recurso (fl. 185), conste o nome do advogado Roberto de Figueiredo Caldas e outros, o que reputo suficiente para demonstrar a contratação, pelo sindicato, para atuar na fase de conhecimento desta demanda. O contrato em questão (fls. 185/186) foi firmado entre a ADUF/PB e a sociedade Alino e Roberto Advogados Associados, representada por Roberto de Figueiredo Caldas, e previu o pagamento de honorários de 1,5% da condenação. Foi apresentada ata de assembleia geral da categoria que ratificou contratos firmados entre a ADUFPB e as sociedades: Alino e Roberto Advogados Associados (atualmente denominado Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados), Guedes Pereira e Duarte Advogados Associados e José Mário Porto e Maia Advogados Associados, nestes termos: "5) Do contrato entre a ADUFPB-JP/SSind e a Assessoria Jurídica. A Diretoria Executiva da ADUFPB-JP/SSind da ANDES-SN, reapresentou ao Plenário o instrumento particular de contrato que entre si fazem, de um lado a ADUFPB JP/SSind da ANDES-SN, e de outro, os Beis, José Mário Porto Júnior e Paulo Guedes Pereira, cópia em anexo, para efeito de reafirmação do referido contrato, o qual foi aprovado por unanimidade." (fl. 174). "Fica autorizado o desconto, no caso específico das ações dos 28,86%, de um total de 12,5%, sendo assim distribuído: 7,5% aos advogados Paulo Guedes Pereira (Guedes Pereira e Duarte - Advogados Associados) e José Mário Porto (José Mário Porto e Maia - Advogados Associados), acrescido de 2,5% referente a ação rescisória; 1,5% em favor de Alino e Roberto Associados, atualmente denominado Roberto Caldas, Mauro Menezes e Advogados, também referente a ação rescisória; e 1% em favor da ADUFPB." (fl. 195). Portanto, em relação à contratação dos advogados José Mário Porto Júnior, Paulo Guedes Pereira e Roberto de Figueiredo Caldas, foi demonstrada a participação dos substituídos processuais na decisão de contratar, mediante anuência ao instrumento firmado pelo sindicato, razão por que devida a retenção de honorários a ser repartida entre as sociedades que esses advogados integram atualmente, nos termos do art. 85, §15, do CPC/2015. Isso não significa que os substituídos não devam qualquer pagamento à ADUF/PB, mas apenas que não se admite a retenção de tais valores sobre a condenação por este juízo. Ante o exposto: a) defiro em parte o pedido de destaque formulado em favor de Guedes Pereira e Duarte Advogados Associados e José Mário Porto e Maia Advogados Associados, no percentual de 3,75% da condenação de cada substituído, para cada sociedade; e b) defiro o pedido de destaque formulado por Alino e Roberto Advogados Associados (atualmente denominado Roberto Caldas, Mauro Menezes & Advogados), no percentual de 1,5% da condenação de cada substituído; e c) indefiro o pedido de destaque formulado pela ADUFPB. Intimem-se as partes desta decisão. Cumpridas as determinações, requisite-se o pagamento do valor determinado no julgado, nos termos do art. 535, § 3º, do CPC/2015. Em seguida, intimem-se as partes acerca do inteiro teor da requisição de pagamento expedida (Resolução CJF nº 405/2016), para manifestação no prazo improrrogável de 05 dias. Sem manifestação, remeta-se a requisição de pagamento ao TRF da 5ª Região. Ciente a parte credora de que deverá acompanhar o depósito do pagamento pelo sistema eletrônico do TRF - 5ª Região. Após o depósito, nada sendo requerido pelas partes em 10 dias, dá-se por satisfeita a obrigação, cabendo à secretaria arquivar o processo com baixa independentemente de novas intimações. João Pessoa, 22.05.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara

   

0007957-94.2012.4.05.8200 SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - ADUFPB/SSIND E OUTROS (Adv. FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE, PAULO GUEDES PEREIRA, GUEDES PEREIRA & DUARTE ADVOGADOS ASSOCIADOS, JOSE MARIO PORTO & MAIA ADVOGADOS ASSOCIADOS, ALINO & ROBERTO E ADVOGADOS, JOSE MARIO PORTO JUNIOR) X UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. SANDRA REGINA BRAGA SOUTO)

PROCESSO Nº: 0007957-94.2012.4.05.8200 EXEQUENTE: ANDES - SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL - ADUFPB EXECUTADA: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DECISÃO Cuida-se Execução contra a Fazenda Pública promovida pelo ANDES - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, por sua Seção Sindical - ADUFPB, objetivando o pagamento das parcelas vencidas do período de jan/1993 a abr/2006, relativas à incorporação do percentual de 28,86% no contracheque dos servidores substituídos, conforme decisão proferida pelo STF às fls. 78/79. Este juízo proferiu decisão fixando os percentuais de destaque de honorários advocatícios e determinando a requisição do valor determinado no julgado. A executada apresentou petição às fls. 488/498 alegando que: - operou-se, no presente caso, a prescrição da obrigação, uma vez que entre o trânsito em julgado da ação ordinária e a propositura da presente execução, passaram-se mais de 10 anos; - o STJ, ao julgar uma das execuções decorrentes do processo nº 000555-89.1994.4.05.8200, reconheceu a questão relativa à prescrição; Requereu, portanto, que seja observado o reconhecimento recente da prescrição pelo STJ, no julgamento do REsp nº 1.633.824-PB, bem como que sejam realizadas as compensações previstas na Súmula Vinculante 51. Relatados no essencial, fundamento e decido. A executada alega a ocorrência prescrição da presente execução, bem como a inexigibilidade do título judicial exequendo, uma vez que determinou o pagamento dos 28,86% sem a observância da compensação fixada na Súmula Vinculante 51. No que diz respeito à alegação de prescrição, verifico que tal questão foi suscitada pela executada quando da propositura dos embargos à execução. Nesse sentido, a sentença proferida nos autos dos embargos à execução nº 0001388-02.2013.4.05.8200 expressamente afastou a incidência da prescrição, nos seguintes termos: "A execução da obrigação de fazer implica a suspensão do Prazo Prescricional Quinquenal (Decreto nº 20.910/1932 e Decreto-Lei nº 4.597/1942) para a instauração da Execução da Obrigação de Pagar contra a Fazenda Pública, uma vez que o Acertamento dos valores pressupõe delimitação temporal do Termo Inicial de quando é devida a Vantagem até a implantação, não se implementando, no caso, a Prescrição da Execução da Obrigação de Pagar, precedida da Execução da Obrigação de Fazer, que fora decidida nos Embargos à Execução nº 0002351-37.2002.4.05.8200". (fls. 185/186). Logo, em suma, restou consignado que o prazo prescricional para a propositura da execução da obrigação de pagar ficou suspenso durante o tempo em que se discutiu o cumprimento da obrigação de fazer, de tal modo que não correu prescrição. Diante deste cenário, não merece acolhida a alegação de prescrição suscitada pela executada às fls. 488/498. Afirma a executada que a inexigibilidade título judicial exequendo, haja vista não terem sido observados os verbetes da súmula vinculante n.º 51 do STF. A Súmula Vinculante nº 51, do STF, assegura, especificamente, a compensação dos reajustes concedidos pelas Leis nºs. 8.622/93 e 8.627/93, conforme o verbete: "O reajuste de 28,86%, concedido aos servidores militares pelas Leis 8622/1993 e 8627/1993, estende-se aos servidores civis do poder executivo, observadas as eventuais compensações decorrentes dos reajustes diferenciados concedidos pelos mesmos diplomas legais". No entanto, mesmo que se admitisse a adequação da mencionada Súmula Vinculante 51 à matéria discutida no título judicial ora executado, é certo que a ela não se aplicaria a diretriz sumulada porquanto não foi demonstrado, efetivamente, que os substituídos do Sindicato tenham sido anteriormente beneficiados com reajustes decorrentes das Leis nº 8.622/93 e 8.627/93. Ademais, as compensações requeridas pela UFPB, no caso, decorrem de reajustes concedidos pelas Leis 8.622/93 e 8.627/93, e, portanto, anteriores à prolação do acórdão exequendo, razão pela qual deveriam ter sido alegadas pela UFPB ainda durante a fase de conhecimento. Não tendo sido tal matéria arguida no momento oportuno, operou-se a coisa soberanamente julgada, não sendo possível a suscitar essas questões quando o processo se encontra já em fase de execução, em observância ao art. 508 do CPC/2015, que dispõe: "transitada em julgado a decisão de mérito, considerar-se-ão deduzidas e repelidas todas as alegações e as defesas que a parte poderia opor tanto ao acolhimento quanto à rejeição do pedido". Nesse sentido, transcrevo o elucidativo acórdão proferido pelo TRF-5ª Região: "PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. RETORNO DOS AUTOS PARA AJUSTE DO ACÓRDÃO RECORRIDO AO JULGAMENTO PROFERIDO NO STJ (ARTIGO 543-C DO CPC). DIFERENÇA DO ÍNDICE 28,86%. VEDADA A COMPENSAÇÃO COM O REAJUSTE PREVISTO NAS LEIS NºS 8.622/93 E 8.627/93. AUSÊNCIA DE PREVISÃO NO TÍTULO JUDICIAL EXEQUENDO. 1. Retornaram os autos da Vice-Presidência deste Tribunal, em atenção ao disposto no art. 543-C, § 7º, II, do CPC, c/c o art. 220, § 1º, II, do Regimento Interno deste Sodalício, a fim de ajustar o Acórdão recorrido à decisão do eg. STJ, proferida no REsp 1.235.513/AL, no qual restou pacificado o entendimento de que é vedada a compensação do índice de 28,86% com reajuste específico da categoria previsto nas Leis 8.622/93 e 8.627/93, por absoluta ausência de previsão no título judicial exequendo. 2. O v. acórdão de fls. 282, ao negar provimento aos Embargos de Declaração da ADUFPB/JP, mantendo a decisão que reconheceu que a diferença do índice de 28,86% é devida aos exequentes/Agravados até o advento das Leis nºs 10.405/2002 e 11.344/2006, ressalvando eventuais compensações decorrentes dos reajustes concedidos pelas Leis nºs 8.622/93 e 8.627/93, contraria o entendimento sufragado pelo col. STJ. Reforma do acórdão de fls. 282 para dar provimento aos Embargos de Declaração da ADUFPB/JP (TRF - 5, AG: 130528-PB, Relator: Desembargador Federal Geraldo Apoliano, Terceira Turma, Data de Julgamento: 26/06/2014)." Sendo assim, não há que se falar na hipótese de inexigibilidade do título executivo, considerando que os elementos presentes nos autos demonstram, de forma cabal e irrefutável, não apenas a existência e a origem do débito objeto de cobrança pelo exequente, mas também e precipuamente a sua motivação jurídica, com eficácia plena de título executivo, a justificar o ajuizamento do feito executivo para satisfação do crédito exequendo. Diante do exposto, afasto as alegações de prescrição e de inexigibilidade do título judicial exequendo, formuladas pela executada às fls. 488/498. Intimem-se as partes. Cumpra-se as determinações das decisões de fls. 395/397, relativa à requisição do pagamento do valor determinado no julgado. João Pessoa, 17.05.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara ESI 1 3 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

0008399-46.2001.4.05.8200 SINTESPB - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ENSINO SUPERIOR DA PARAIBA E OUTROS (Adv. IVAMBERTO CARVALHO DE ARAUJO) x SINTESPB - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ENSINO SUPERIOR DA PARAIBA x MARINEZIO DAS NEVES NUNES X UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. SANDRA REGINA BRAGA SOUTO, LUIZ FIRMO FERRAZ FILHO, PROCURADORIA FEDERAL NO ESTADO DA PARAÍBA) x UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB

PROCESSO Nº: 0008399-46.2001.4.05.8200 EXEQUENTES: SINTESPB - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ENSINO SUPERIOR DA PARAÍBA E OUTROS EXECUTADA: UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB E OUTRO DECISÃO Cuida-se de execução contra a Fazenda Pública, na qual foram formulados pedidos de habilitação por Maria de Lourdes Nascimento Nunes, Monica Cristina Nascimento Nunes, Simone Raquel Nascimento Nunes Padilha, Veronica Christina Nascimento Nunes, Sérgio Luiz Nascimento Nunes e Cristina de Lourdes Nascimento Sobral, em razão do falecimento do exequente Marinézio das Neves Nunes. Citada, o UFPB apresentou contestação ao pedido de habilitação (fls. 674/675), alegando, com fundamento na Lei nº. 6.858/80 e Decreto nº. 85.845/81, que a percepção dos valores não recebidos em vida pelo autor, independente de inventário ou arrolamento, está condicionada à apresentação, pelos habilitados, de declaração: - de inexistência de dependente do falecido habilitado à pensão previdenciária; - de inexistência de inventário do autor em curso; - indicando quem são os demais sucessores do autor. Relatados no essencial, fundamento e decido. O art. 110 do CPC estabelece a substituição da parte falecida pelo respectivo espólio ou pelos seus sucessores; "Art. 110. Ocorrendo a morte de qualquer das partes, dar-se-á a sucessão pelo seu espólio ou pelos seus sucessores, observado o disposto no art. 313, §§ 1º e 2º." Portanto, a despeito da ausência de prova documental da inexistência de inventário ou arrolamento de bens, a condição jurídica de sucessores do falecido autor, devidamente comprovada nos autos, já se afigura suficiente ao deferimento da habilitação pretendida. Nesse contexto, verifico que há regularidade no pedido de habilitação formulado por Maria de Lourdes Nascimento Nunes, Monica Cristina Nascimento Nunes, Simone Raquel Nascimento Nunes Padilha, Veronica Christina Nascimento Nunes, Sérgio Luiz Nascimento Nunes e Cristina de Lourdes Nascimento Sobral, uma vez que há nos autos comprovação documental de que são eles sucessores do falecido exequente (fls. 638/667). Quanto à alegação da executada, no sentido da possível existência de eventuais outros beneficiários, necessário ter em conta que a herança é uma universalidade de direitos, de forma que todos os direitos e obrigações a ela referentes são transmitidos no momento do óbito, estabelecendo-se um condomínio entre os co-herdeiros até a partilha, e podendo, portanto, qualquer um destes reivindicar de terceiros a totalidade da herança, sem que esse terceiro possa lhes opor o caráter parcial de seu direito nos bens da sucessão (art. 1.784 e art. 1791, c/c art. 1.314, todos do CC/2002). Ante o exposto, defiro o pedido de habilitação formulado por Maria de Lourdes Nascimento Nunes, Monica Cristina Nascimento Nunes, Simone Raquel Nascimento Nunes Padilha, Veronica Christina Nascimento Nunes, Sérgio Luiz Nascimento Nunes e Cristina de Lourdes Nascimento Sobral, na forma do art. 691 do CPC/2015. Ficam cientes os habilitados de que respondem perante outros sucessores pela parte da herança que receber neste processo e que àqueles couber (art. 1.824 do CC/2002). Efetue a secretaria as correções cartorárias pertinentes. Intimem-se as partes. João Pessoa, 22.05.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara AMP

   

0008399-46.2001.4.05.8200 SINTESPB - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ENSINO SUPERIOR DA PARAIBA E OUTROS (Adv. IVAMBERTO CARVALHO DE ARAUJO) x SINTESPB - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM ENSINO SUPERIOR DA PARAIBA x MARINEZIO DAS NEVES NUNES X UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. SANDRA REGINA BRAGA SOUTO, LUIZ FIRMO FERRAZ FILHO, PROCURADORIA FEDERAL NO ESTADO DA PARAÍBA) x UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB

Em razão do falecimento do exequente MARINEZIO DAS NEVES NUNES (fl. 641), foi formulado pedido de habilitação, com base no art. 690 do CPC/2015 (arts. 1057 e 1060, I, do CPC/1973), pelo(s) alegado(s) sucessore(s), a saber: Habilitando Documentos de identificação Relação de parentesco com o falecido MARIA DE LOURDES NASCIMENTO NUNES CPF 840.955.044-04 RG 2674246 SSP/PB viúva - quota parte 1/6 MONICA CRISTINA NASCIMENTO NUNES CPF 021.170.354-00 RG 1760556 SSP/PB filha - quota parte 1/6 SIMONE RAQUEL NASCIMENTO NUNES PADILHA CPF 008.718.314-57 RG 1993634 SSP/PB filha - quota parte 1/6 VERONICA CHRISTINA NASCIMENTO NUNES CPF 033.240.404-85 RG 57396639 SSP/SP filha - quota parte 1/6 SERGIO LUIS NASCIMENTO NUNES CPF 052.312.094-06 RG 2561793 SSP/PB filha - quota parte 1/6 CRISTINA DE LOURDES NASCIMENTO SOBRAL CPF 088.866.544-05 RG 3533524 SSP/PB filha - quota parte 1/6 Diante disso, suspendo o processo, consoante os arts. 313, I, e 689 do CPC/2015 (art. 265, I, do CPC/1973). Cite-se a parte executada, para responder ao pedido de habilitação, em 10 dias. Após o decurso do prazo, nada sendo requerido, fica deferida a habilitação, na forma do art. 691 do CPC/2015, devendo a secretaria proceder às correções cartorárias. Após, oficie-se à CEF para que providencie a liberação dos valores existentes em nome de Marinezio das Neves Nunes (RPV 1634025/PB), em favor dos habilitados acima. Fica ciente o habilitado de que responde perante outros sucessores pela parte da herança que receber neste processo e que àqueles couber (art. 1.824 do CC/2002). Havendo impugnação, voltem-me os autos conclusos para decisão sobre o pedido de habilitação.

   

CUMPRIMENTO DE SENTENÇA

   

0001506-19.2013.4.05.8200 SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR, POR SUA SEÇÃO SINDICAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA - ADUFPB/SSIND E OUTROS (Adv. PAULO GUEDES PEREIRA, MUCIO SATIRO FILHO, FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA LEITE, SABRINA PEREIRA MENDES, CLOVIS SOUTO GUIMARÃES JUNIOR) X UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB (Adv. ANA KARLA TOSCANO DE B. C. V. LEAL)

PROCESSO Nº 0001506-19.2013.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao(à) MM. Juiz Federal, Dr(a). BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA. João Pessoa, 04 de abril de 2018 SHEILA FERREIRA DE PONTES Técnica Judiciária DESPACHO Obrigação de pagar contra particular Altere a secretaria a classe do processo da fase de conhecimento para a de cumprimento de sentença. Em se tratando de condenação que depende apenas de cálculo aritmético para definição de seu valor, intime-se o credor para, em 30 dias, apresentar o demonstrativo discriminado e atualizado do débito, na forma dos arts. 523 e 524 do CPC/2015, contendo: I - o nome completo e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do exequente; II - o índice de correção monetária adotado; III - os juros aplicados e as respectivas taxas; IV - o termo inicial e o termo final dos juros e da correção monetária utilizados; V - a periodicidade da capitalização dos juros, se for o caso; VI - a especificação dos eventuais descontos obrigatórios realizados; e VII - indicação dos bens passíveis de penhora. Deverá o credor comprovar o recolhimento das custas processuais de execução, calculadas sobre o valor da execução, nos moldes do art. 14, §3º, da Lei 9.289/1996 ("§ 3° Nas ações em que o valor estimado for inferior ao da liquidação, a parte não pode prosseguir na execução sem efetuar o pagamento da diferença de custas e contribuições, recalculadas de acordo com a importância a final apurada ou resultante da condenação definitiva."), ressalvadas as isenções legais. Decorrido o prazo sem manifestação do credor, dê-se baixa na autuação, facultado o desarquivamento enquanto não decorrido o prazo prescricional. Devidamente instruído o pedido de cumprimento da obrigação de pagar, intime-se o executado para, em 15 dias, pagar o débito (art. 523 do CPC/2015), sob pena de acréscimo de multa de 10% e de honorários advocatícios de execução, de 10% (art. 523, §1º do CPC/2015). A intimação para pagamento deverá ser dirigida ao advogado que representou o devedor na fase de conhecimento ou, se proposta a execução mais de 1 ano após o trânsito em julgado, pessoalmente ao executado (art. 513, § 4º, do CPC/2015). A mesma intimação deve informar o executado de que, após o prazo para pagamento, terá 15 dias para impugnar a execução (art. 525, caput e § 1º, do CPC/2015), hipótese em que deverá declarar o valor que entende devido, sob pena de não conhecimento da arguição de excesso de execução (art. 525, §§ 4º e 5º, do CPC/2015). Sem pagamento, adote a Secretaria a medida executiva prevista no art. 854 do CPC/2015, como determinado no art. 523, §3º. Caso haja pedido de efeito suspensivo na impugnação, venham os autos conclusos de imediato para sua apreciação. Havendo impugnação, intime-se o exequente para, em 15 dias, se manifestar. Após esse prazo, se discutidas questões de cálculo pelas partes, remetam-se os autos à contadoria, para pronunciamento sobre elas, no prazo de 30 (trinta) dias. Dessa manifestação, dê-se vista às partes, pelo prazo de 15 (quinze) dias. Em seguida, venham os autos conclusos para decisão. João Pessoa, 12.04.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara 1 2 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

0006092-36.2012.4.05.8200 JOSE HILTON LINHARES GOMES (Adv. FELIPE MENDONÇA VICENTE, FELIPE CRISANTO MONTEIRO NOBREGA) X INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS - IBAMA (Adv. SEM PROCURADOR)

PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO n. 0006092-36.2012.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao MM. Juiz Federal da 2ª Vara. João Pessoa, quarta-feira, 7 de março de 2018. José Valter Augusto de Lima Técnico judiciário DESPACHO Assumi a jurisdição. Altere a secretaria a classe do processo da fase de conhecimento para a de cumprimento de sentença. Obrigação de fazer Intime-se a executada (IBAMA) para, em 30 dias, cumprir a obrigação de fazer objeto da condenação (arts. 536 e 537 do CPC/2015). O descumprimento imotivado poderá resultar na aplicação de multa periódica (art. 537 do CPC/2015), bem como de multa por ato atentatório à dignidade da justiça (art. 77, § 2º, do CPC/2015). No decurso do prazo, dê-se ciência ao exequente, para falar em 15 dias, inclusive sobre eventual impugnação. Nada sendo requerido pelo exequente nessa oportunidade e não tendo havido impugnação pelo executado, considera-se cumprida a obrigação, devendo os autos ser remetidos ao arquivo com baixa, independentemente de novo despacho, se nenhuma outra providência se fizer necessária. Havendo impugnação, após o decurso do prazo para o exequente se manifestar, venham os autos conclusos para seu exame. Obrigação de pagar contra a Fazenda Pública A determinação do valor da condenação referente à obrigação de pagar depende neste caso, tão somente, de cálculo aritmético, fazendo-se necessária a apresentação de pedido expresso do credor para cumprimento do título judicial nessa parte, acompanhado de memória discriminada e atualizada do cálculo, nos termos do art. 523 do CPC/2015. A Portaria nº 006/GDF, de 14 de janeiro de 2014, interpretada à luz do Código de Processo Civil/2015, sugere a utilização do Processo Judicial Eletrônico/PJe às classes de execução de sentença contra a Fazenda Pública (atual cumprimento de sentença contra a Fazenda Pública). Isto posto, concedo um prazo de 15 (quinze) dias para que o credor (AUTOR) requeira o cumprimento do julgado através do Sistema Processo Judicial Eletrônico/PJE, nos termos da Portaria nº 006/GDF, referente à obrigação de pagar contra a Fazenda Pública, na forma do CPC/2015, arts. 534 e 535 (antigo 730 do CPC/1973), instruindo o seu pedido com demonstrativo discriminado e atualizado do crédito contendo: a) Na petição de execução/cumprimento: I - o nome completo e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do exequente; II - o índice de correção monetária adotado; III - os juros aplicados e as respectivas taxas; IV - o termo inicial e o termo final dos juros e da correção monetária utilizados; V - a periodicidade da capitalização dos juros, se for o caso; VI - a especificação dos eventuais descontos obrigatórios realizados; b) os seguintes documentos obrigatórios: VII - petição inicial (da fase de conhecimento); VIII - procuração; IX - comprovante de recolhimento de custas processuais ou decisão que deferiu o pleito de justiça gratuita; X - comprovação da data do ajuizamento da ação principal e da citação do(a) ré(u); XI - laudo pericial ou planilha de cálculos, se houver; XII - sentença, acórdão e demais decisões das instâncias superiores, se houver; XIII - certidão de trânsito em julgado; e XIV - documento que comprove a data do efetivo cumprimento da obrigação de fazer, se houver. Todos os arquivos deverão ser nomeados no PJE em ordem coerente e com nomes que permitam a fácil identificação de seu conteúdo. Deverá o credor informar nestes autos o número do processo eletrônico ajuizado, que também será indicado pela secretaria do juízo através de sinalização de etiqueta na capa destes autos. Deverá o credor comprovar o recolhimento das custas processuais de execução, calculadas sobre o valor da execução, nos moldes do art. 14, §3º, da Lei 9.289/1996 ("§ 3° Nas ações em que o valor estimado for inferior ao da liquidação, a parte não pode prosseguir na execução sem efetuar o pagamento da diferença de custas e contribuições, recalculadas de acordo com a importância a final apurada ou resultante da condenação definitiva."), ressalvadas as isenções legais. Iniciada ou não a fase de cumprimento no PJE, arquivem-se os autos com baixa, facultado o desarquivamento enquanto não decorrido o prazo prescricional, caso não formulado o pedido de cumprimento. João Pessoa, 08.03.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA

   

0007974-38.2009.4.05.8200 CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. MAGDIEL JEUS GOMES ARAUJO, FABIO ROMERO DE SOUZA RANGEL, EDUARDO HENRIQUE VIDERES DE ALBUQUERQUE, FRANCISCO EDWARD AGUIAR NETO) X MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA (PROCON) (Adv. GEILSON SALOMAO LEITE, LUCAS CLEMENTE DE BRITO PEREIRA, JOSE VANDALBERTO DE CARVALHO, ÉRIKA OLIVEIRA DEL PINO, ROBERTO NOGUEIRA GOUVEIA, JOCIELHA DE ALMEIDA ALVES, CECÍLIA GABRIELA GODOI CORDEIRO, GENE SOARES PEIXOTO, GERALDO RIBEIRO DE QUEIROZ, GIULIANNA MARIZ MAIA VASCONCELOS BATISTA, GUERREIRO ARCO DE MELO, INES MARIA DA SILVA, ITALO RICARDO AMORIM NUNES, JOSE DE ALMEIDA E SILVA, LUIZ PINHEIRO LIMA, MARIA GERMANA DE O. LIMA MODESTO, NEUZELITO CAVALCANTE SOBRAL, PALLOMA THALITA TARGINO CHAVES CORDEIRO PASSOS, PATRICIA PAIVA DA SILVA, RIVAILDO PEREIRA GUEDES, ROSSANA ALBERTI GONCALVES LUCENA, JOSE AUGUSTO DA SILVA NOBRE FILHO, RODRIGO NOBREGA FARIAS, YURI OLIVEIRA ARAGAO, ADELMAR AZEVEDO REGIS, EDUARDO MARQUES DE LUCENA, FABIO DE BARROS ARAUJO, GIULIANNA MARIZ MAIA VASCONCELOS BATISTA, ROBERTO NOGUEIRA GOUVEIA, SERGIO ALMEIDA DA SILVA, ALEXANDER THYAGO GONÇALVES NUNES DE CASTRO, ANDRE ARAUJO PIRES, DANIEL SAMPAIO DE AZEVEDO, EDUARDO DIAS MADRUGA, EDVALDO DA PAIXAO SILVA, GERALDO RIBEIRO DE QUEIROZ, GERALDO RIBEIRO DE QUEIROZ, HELLEN VIVIANE VASCONCELOS DE MORAES, HENRIQUE PIRES DE SA ESPINOLA, ROBERTO DURAND RAMALHO, IGOR DE LUCENA MASCARENHAS, INES MARIA DA SILVA, JOÃO VICTOR RIBEIRO COUTINHO GONÇALVES DA SILVA, JOELMA ARAUJO SARAIVA DE ANDRADE, JOSE ALEXANDRE FERREIRA GUEDES, JOSE AUGUSTO DA SILVA NOBRE FILHO, JOSE DE ALMEIDA E SILVA, LUCIANA EMILIA DE C. T. GALINDO, LUIZ PINHEIRO LIMA, MARCUS TULIO CAMPOS, MARIA GERMANA DE O. LIMA MODESTO, MIGUEL DE FARIAS CASCUDO, NEUZELITO CAVALCANTE SOBRAL, PEDRO BARRETO PIRES BEZERRA, RAONI LACERDA VITA, ROBERTA MONTENEGRO OLIVEIRA TEIXEIRA DE PAIVA, RAMUALDO BRAGA ROLIM NETO, ROSSANA ALBERTI GONCALVES LUCENA, LAURIMAR FIRMINO DA SILVA, LAURIMAR FIRMINO DA SILVA, NORTON F MOREIRA C FILHO, ALDENOR MEDEIROS BATISTA FILHO, ANDRE LEANDRO DE CARVALHO LEMES, DANIEL SERGEY DE MELO CARNEIRO, EXPEDITO LEITE DA SILVA FILHO, FREDERICH DINIZ TOMÉ DE LIMA, JOSE PAULINO COSTA NETO, MARCELO MARTINS DE SANT'ANA, MONIQUE CHRISTINE PEREIRA MENDES, NICOLE MORAIS SAMPAIO, PRISCILA COUTINHO FERREIRA, THIAGO SILVEIRA GUEDES PEREIRA, MARCOS ANDRE ARAUJO)

PROCESSO Nº 0007974-38.2009.4.05.8200 ATO ORDINATÓRIO (Art. 203 do CPC/2015 e art. 87 do Provimento CR-TRF5 01/2009) Intime-se a CAIXA para, no prazo de 15 dias, apresentar manifestação, conforme determinado no despacho de fl. 423. João Pessoa, 04 de junho de 2018. Sheila Ferreira de Pontes Técnica Judiciária 2 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2ª VARA FEDERAL PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2.ª VARA FEDERAL

   

0012455-59.2000.4.05.8200 MANUEL JUAN ROJAS BUVINICH E OUTRO (Adv. EDSON DUARTE COELHO, ZAYLANY DE LOURDES FERREIRA TORRES) X CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. FRANCISCO EDWARD AGUIAR NETO) x CAIXA SEGURADORA S/A (Adv. SEM ADVOGADO)

PROCESSO Nº 0012455-59.2000.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao(à) MM. Juiz Federal, Dr(a). BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA. João Pessoa, 07 de março de 2018 SHEILA FERREIRA DE PONTES Técnica Judiciária DESPACHO A Contadoria (fls. 1261/1262) sugeriu a apresentação de relatório analítico de diferença de prestações. A CAIXA, às fls. 1264/1266, requereu a juntada de Relatório Analítico de Diferença de Prestações. Sendo assim, remetam-se os autos à contadoria, para pronunciamento sobre as questões de cálculo anteriormente discutidas, no prazo de 30 dias. Dessa manifestação, dê-se vista às partes, pelo prazo de 15 dias. Em seguida, venham os autos conclusos. João Pessoa, 08.03.2018 BRUNO TEIXEIRA DE PAIVA Juiz Federal Titular da 2ª Vara 1 1 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

AÇÃO ORDINÁRIA (PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO)

   

0002704-96.2010.4.05.8200 JOSE MOREIRA PEREIRA E OUTROS (Adv. MARCUS ANDRÉ MEDEIROS BARRETO, ALEX NEYVES MARIANI ALVES, TERESA MARIA DE SOUSA COUTINHO BARROS, EDNILTON RODRIGUES, GIUSEPPE PETRUCCI) X CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. SEM ADVOGADO)

PROCESSO Nº 0002704-96.2010.4.05.8200 ATO ORDINATÓRIO (Art. 203 do CPC/2015 e art. 87 do Provimento CR-TRF5 01/2009) Intime-se a CAIXA para, no prazo de 15 dias, apresentar manifestação acerca da petição (fl. 238) dos autores que alegam descumprimento de sentença. João Pessoa, 30 de maio de 2018. Sheila Ferreira de Pontes Técnica Judiciária 2 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2ª VARA FEDERAL PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2.ª VARA FEDERAL

   

EMBARGOS À EXECUÇÃ0

   

0006414-42.2001.4.05.8200 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS - IBAMA (Adv. JOSE MATEUS VENTURA, CLAUDIO ROBERTO DA COSTA) X DIOGENES ANDRADE DA SILVA E OUTROS (Adv. ANTONIETA L PEREIRA LIMA)

PROCESSO Nº: 0006414-42.2001.4.05.8200 EMBARGANTE: INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA EMBARGADOS: DIÓGENES ANDRADE DA SILVA E OUTROS 2ª VARA FEDERAL - PB (JUIZ FEDERAL SUBSTITUTO) SENTENÇA INTEGRATIVA I - RELATÓRIO Cuida-se de pedido formulado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA (fls. 385/389). O IBAMA alega que há um fato novo a merecer consideração deste juízo, relativo à inconstitucionalidade no pagamento do percentual de 28,86% sem que haja a compensação com base nos reajustes diferenciados concedidos pelas Leis nº 8.622/93 e 8.627/93, conforme assentado pelo Supremo Tribunal Federal na Súmula Vinculante nº 51. Pede que "seja esta petição recebida como embargos declaratórios ou, alternativamente, exceção de pré-executividade, para, suprindo a omissão/contradição acima apontada, que esse Juízo analise essa matéria (não observância da Súmula Vinculante 51/STF), de modo a determinar que o título judicial seja ficado de acordo com a Súmula Vinculante 51/STF, ou seja, que a execução prossiga com as compensações a que se refere a S.V. 51/STF ou seja extinta em decorrência destas compensações." (fls. 385/389). Intimado, o exequente se manifestou sobre a petição apresentada pelo IBAMA, afirmando que não há qualquer fato jurídico superveniente à execução que enquadre o pedido no art. 493 do CPC/2015, considerando que a alegação relativa à compensação foi objeto dos embargos à execução opostos e que a manifestação da executada é meramente protelatória, praticando, assim, litigância de má-fé, de modo a ser merecedor das sanções estabelecidas no art. 81 do CPC/2015 (fls. 391/395). II - FUNDAMENTAÇÃO A exceção de pré-executividade é cabível nas hipóteses em que se invoca questão de ordem pública, suscetível de conhecimento de ofício pelo juiz, inexistindo a necessidade de dilação probatória, como se verifica nas hipóteses de condições da ação, pressupostos processuais, decadência, prescrição, entre outras. Contudo, a despeito de se arguir a inexigibilidade do título judicial exequendo, entendo ausentes os pressupostos para a objeção executiva, uma vez que o executado já se opôs à execução através dos presentes embargos executivos, e inclusive formula tal pedido nos autos da própria ação autônoma. Sendo assim, verificada a tempestividade, recebo a petição de fls. 385/389 como embargos de declaração e, doravante, passo a julgá-los, afastando, portanto, o pedido alternativo de recebimento como exceção de pré-executividade. A utilização dos embargos declaratórios pressupõe a existência de uma das condições legais previstas no art. 1.022 do CPC/2015, quais sejam: erro, obscuridade, contradição ou omissão. Trata-se, portanto, de apelo de integração, e não de substituição. O "erro" a que se refere o art. 1.022, por certo, não é o erro de julgamento, mas o erro material ou o erro de fato - premissa de fática equivocada, aferível a partir de informações já existentes no autos quando foi prolatada. Apenas se resultante da integração dessas falhas, admite-se conferir efeitos infringentes à decisão que aprecia os embargos de declaração. O embargante reputa omisso o julgado por não ter abordado a questão concernente à aplicação da Súmula Vinculante nº 51 do STF, que assegura a compensação dos reajustes concedidos pelas Leis nºs. 8.622/93 e 8.627/93, conforme o verbete: "O reajuste de 28,86%, concedido aos servidores militares pelas Leis 8622/1993 e 8627/1993, estende-se aos servidores civis do poder executivo, observadas as eventuais compensações decorrentes dos reajustes diferenciados concedidos pelos mesmos diplomas legais". Ocorre que a questão não tem nenhuma pertinência com este caso, pois a compensação dos reajustes deferidos pelas Leis n°s. 8.622/93 e 8.627/93 já foi levada em conta desde a fase inicial da execução. Com efeito, ainda em 2003, discutiu-se o percentual residual a ser aplicado na remuneração dos embargantes a título de diferenças para atingir o percentual de 28,86%. Veja-se a manifestação da contadoria às fls. 160, e a do próprio IBAMA à fl. 173, acompanhada de cálculos de fls. 174/175. A parte exequente, às fls. 180/181, concordou com o alegado pelo IBAMA, no sentido de que havia um lapso na informação da contadoria, e esta reelaborou o cálculo considerando o percentual que o próprio executado afirmava ser o ainda devido para a integralização do índice de 28,86% (15,82%). Nesse contexto, foi elaborada a conta de fls. 186/192, com o que, ao final, concordou o próprio IBAMA (fl. 210). O próprio cálculo inicial da execução (fl. 28) já se baseava nesse percentual, tanto que a planilha é intitulada de "Diferença salarial (Integralização dos 28,86% - percentual devido de 15,82%). É dizer, os exequentes cobravam, desde o início, apenas a DIFERENÇA do índice de 28,86%, e não este integralmente. Assim, quanto à necessidade de compensação do índice de 28,86% com os já implantados em decorrência das Leis n°s. 8.622/93 e 8.627/93, nunca houve qualquer controvérsia nesta execução, pois a execução sempre levou em conta essa compensação. Durante a tramitação dos embargos, iniciou-se nova discussão, sobre a inclusão de rubricas de outras condenações judiciais que já compunham a remuneração dos exequentes na base de cálculo da diferença de 28,86%. Essa discussão levou à interposição de agravo e recursos subsequentes, e isso eternizou o feito, resolvendo-se apenas recentemente, tendo este juízo, em cumprimento às decisões superiores, adotado o cálculo da própria parte exequente como base para o julgamento de fls. 378/381). Com efeito, foi dito que: "(...) Observo, todavia, que o TRF - 5ª Região, ao apreciar os Embargos de Declaração em Agravo de Instrumento opostos pelo embargante (fls. 342/349) estabeleceu a continuidade da execução com base no montante indicado pelos exequentes na inicial executória. Com efeito, foi dito que: "Por fim, cumpre registrar que a exclusão da base de cálculo das rubricas referentes aos índices de 84,32% e 26,05% não foi reconhecida no presente agravo de instrumento, em vista de o agravante não ter apresentado qualquer documento comprovando a reforma ou a rescisão da decisão que garantiu aos agravados a percepção dos mencionados percentuais. Ante o exposto, acolho os embargos de declaração, concedendo-lhes efeitos infringentes, para dar parcial provimento ao agravo de instrumento, no sentido de determinar o prosseguimento da execução, a partir do montante apurado pelos exequentes em sua inicial executória." Dessa forma, tendo o TRF - 5ª Região determinado o prosseguimento da execução de acordo com esse valor específico, não subsistem quaisquer discussões acerca do montante a ser executado. Considerando que os exequentes, ora embargados, indicaram, em sua inicial executória, o valor de R$ 44.747,57, esse é o quantum efetivamente devido, em consonância com o julgado do TRF - 5ª Região." Isso significa que a discussão trazida pelo IBAMA agora é esdrúxula e absolutamente dissociada dos fatos subjacentes a esta demanda. Com razão a parte exequente quando afirma a litigância de má-fé do IBAMA, diante da evidente impertinência da alegação agora suscitada como suposta motivação para que se extinga a execução. De fato, como já demonstrado, nem mesmo era necessário estudo aprofundado dos autos para saber que não há resistência à compensação ora sustentada e que não há omissão sobre esse tema na sentença embargada simplesmente porque nunca houve tal discussão nesta demanda. Note-se que estes embargos à execução já se prolongam desde 2001, pelo que a conduta do IBAMA deveria ser no sentido de buscar a solução da demanda, e não de trazer discussão "genérica" e impertinente aos autos, a fim de prolongar ainda mais a sua duração. A conduta enquadra-se no art. 80, VI e VII, do CPC/2015, segundo o qual "Art. 80. Considera-se litigante de má-fé aquele que: (...) VI - provocar incidente manifestamente infundado; VII - interpuser recurso com intuito manifestamente protelatório." Portanto, cabível a aplicação da multa prevista no art. 81 do CPC/2015, que deve ser "... superior a um por cento e inferior a dez por cento do valor corrigido da causa..." ou "§ 2o Quando o valor da causa for irrisório ou inestimável, a multa poderá ser fixada em até 10 (dez) vezes o valor do salário-mínimo." Neste caso, considerando que o valor da causa é de apenas R$ 300,00 (fl. 10), arbitro a multa em 02 salários mínimos vigentes hoje (R$ 954,00). III - DISPOSITIVO Ante o exposto, recebo a petição de fls. 385/389 como embargos de declaração, aos quais, porém, nego-lhes provimento. Com fundamento nos arts. 80 e 81 do CPC/2015, condeno o IBAMA ao pagamento de multa por litigância de má-fé, a ser revertida em favor dos exequentes/embargados, no valor de 02 salários mínimos atuais (R$ 954,00), a ser atualizado até a data do efetivo pagamento pelos mesmos índices que corrigirem a condenação. Intimem-se as partes. Adote a secretaria as providências pertinentes ao impulsionamento do feito. João Pessoa, 06 de junho de 2018. WANESSA FIGUEIREDO DOS SANTOS LIMA Juíza Federal Substituta da 2ª Vara AMP PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2ª VARA 4

   

EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL

   

0003343-46.2012.4.05.8200 CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. FRANCISCO DAS CHAGAS NUNES) X EMPRESA CEVANTES LANCHES LTDA E OUTROS (Adv. SEM ADVOGADO)

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAÍBA 2ª VARA EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL n. 0003343-46.2012.4.05.8200 ATO ORDINATÓRIO (Art. 203, §4 do CPC/2015 e art. 87 do Provimento 01/2009 do CR/TRF 5) Vista à CAIXA para requerer o que entender de direito, prazo 15 dias. Publique-se. João Pessoa, quinta-feira, 7 de junho de 2018. José Valter Augusto de Lima Técnico Judiciário

   

MANDADO DE SEGURANÇA

   

0008109-50.2009.4.05.8200 GEKBEDE DANTAS DA SILVA (Adv. PLACIVALDO HENRIQUE TARGINO, ANDERSON LUIZ CLEMENTE, ADRIANO HENRIQUE TARGINO, ALLAN CARLOS SILVA QUINTÃES, FLÁVIA CESARINO DE SOUSA, DAVID CESARINO DE SOUSA) X REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA (Adv. PROCURADORIA FEDERAL NO ESTADO DA PARAIBA)

Transitada em julgado a decisão da qual não se extrai nenhuma obrigação a ser ainda cumprida, intimem-se as partes do retorno dos autos e proceda-se à imediata baixa.

   

CUMPRIMENTO DE SENTENÇA

   

0004447-73.2012.4.05.8200 WAGNER OLIVEIRA GURJÃO (Adv. CARLOS ANTONIO DE ARAUJO BONFIM, WALMIRIO JOSE DE SOUSA) X CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. SEM ADVOGADO) x CAIXA SEGUROS (Adv. CARLOS ANTONIO HARTEN FILHO, AGNES PAULI PONTES DE AQUINO, BRUNO ALEX CARDOSO MONTEIRO, EVANDRO DE SOUZA NEVES NETO, INGRID GADELHA DE ANDRADE, JOÃO VICTOR RIBEIRO COUTINHO GONÇALVES DA SILVA, MILENA NEVES AUGUSTO, PRISCILA RODRIGUES HENRIQUES DA COSTA, RENATA MARIA LIMA DE ARAUJO)

PROCESSO Nº 0004447-73.2012.4.05.8200 CONCLUSÃO Nesta data, faço conclusos os presentes autos ao(à) MM. Juíza Federal Substituta, Dr(a). WANESSA FIGUEIREDO DOS SANTOS LIMA. João Pessoa, 24 de abril de 2018 SHEILA FERREIRA DE PONTES Técnica Judiciária DESPACHO Altere a secretaria a classe do processo da fase de conhecimento para a de cumprimento de sentença. Obrigação de fazer contra a Particular Cuida-se de cumprimento de obrigação de fazer ( a) recalcular o saldo devedor do financiamento habitacional de modo a computar o abatimento da cota-parte do autor e os juros moratórios incidentes sobre as parcelas em atraso; b) emitir os boletos de pagamento das prestações mensais, recalculadas nos moldes desse decisum.) Intime-se a executada (CEF) para, em 15 dias, cumprir a obrigação de fazer objeto da condenação (arts. 536 e 537 do CPC/2015). O descumprimento imotivado poderá resultar na aplicação de multa periódica (art. 537 do CPC/2015), bem como de multa por ato atentatório à dignidade da justiça (art. 77, § 2º, do CPC/2015). No decurso do prazo, dê-se ciência ao exequente, para falar em 15 dias, inclusive sobre eventuais impugnações. Nada sendo requerido pelo exequente nessa oportunidade e não tendo havido impugnação pelos executados, considera-se cumprida a obrigação, devendo os autos ser remetidos ao arquivo com baixa, independentemente de novo despacho, se nenhuma outra providência se fizer necessária. Havendo impugnação, após o decurso do prazo para o exequente se manifestar, venham os autos conclusos para seu exame. Obrigação de pagar contra a Particular Em se tratando de condenação que depende apenas de cálculo aritmético para definição de seu valor, intime-se o credor para, em 15 dias, apresentar o demonstrativo discriminado e atualizado do débito, na forma dos arts. 523 e 524 do CPC/2015, contendo: I - o nome completo e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do exequente; II - o índice de correção monetária adotado; III - os juros aplicados e as respectivas taxas; IV - o termo inicial e o termo final dos juros e da correção monetária utilizados; V - a periodicidade da capitalização dos juros, se for o caso; VI - a especificação dos eventuais descontos obrigatórios realizados; e VII - indicação dos bens passíveis de penhora. Deverá o credor comprovar o recolhimento das custas processuais de execução, calculadas sobre o valor da execução, nos moldes do art. 14, §3º, da Lei 9.289/1996 ("§ 3° Nas ações em que o valor estimado for inferior ao da liquidação, a parte não pode prosseguir na execução sem efetuar o pagamento da diferença de custas e contribuições, recalculadas de acordo com a importância a final apurada ou resultante da condenação definitiva."), ressalvadas as isenções legais. Decorrido o prazo sem manifestação do credor, dê-se baixa na autuação, facultado o desarquivamento enquanto não decorrido o prazo prescricional. Devidamente instruído o pedido de cumprimento da obrigação de pagar, intime-se o executado para, em 15 dias, pagar o débito (art. 523 do CPC/2015), sob pena de acréscimo de multa de 10% e de honorários advocatícios de execução, de 10% (art. 523, §1º do CPC/2015). A intimação para pagamento deverá ser dirigida ao advogado que representou o devedor na fase de conhecimento ou, se proposta a execução mais de 1 ano após o trânsito em julgado, pessoalmente ao executado (art. 513, § 4º, do CPC/2015). A mesma intimação deve informar o executado de que, após o prazo para pagamento, terá 15 dias para impugnar a execução (art. 525, caput e § 1º, do CPC/2015), hipótese em que deverá declarar o valor que entende devido, sob pena de não conhecimento da arguição de excesso de execução (art. 525, §§ 4º e 5º, do CPC/2015). Sem pagamento, adote a Secretaria a medida executiva prevista no art. 854 do CPC/2015, como determinado no art. 523, §3º. Caso haja pedido de efeito suspensivo na impugnação, venham os autos conclusos de imediato para sua apreciação. Havendo impugnação, intime-se o exequente para, em 15 dias, se manifestar. Após esse prazo, se discutidas questões de cálculo pelas partes, remetam-se os autos à contadoria, para pronunciamento sobre elas, no prazo de 30 (trinta) dias. Dessa manifestação, dê-se vista às partes, pelo prazo de 15 (quinze) dias. Em seguida, venham os autos conclusos para decisão. João Pessoa, 10.05.2018 WANESSA FIGUEIREDO DOS SANTOS LIMA Juíza Federal Substituta da 2ª Vara ESI 1 3 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA SEÇÃO JUDICIÁRIA DA PARAIBA 2ª VARA 10

   

EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL

   

0007248-35.2007.4.05.8200 CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. FABIO ROMERO DE SOUZA RANGEL) X SILVANDO PEREIRA DO NASCIMENTO E OUTROS (Adv. SEM ADVOGADO)

ATO ORDINATÓRIO (Art. 203 do CPC/2015 e art. 87 do Provimento CR-TRF5 01/2009) Vista à CEF para requerer o que entender de direito, no prazo de 15 dias (art. 87, item 19 do Provimento CR-TRF5 01/2009). João Pessoa, 07/06/2018 Fábio Lacerda de Castro Martins Técnico Judiciário

   

CUMPRIMENTO DE SENTENÇA

   

0000183-76.2013.4.05.8200 LUZINETE PEREIRA DA SILVA (Adv. DEFENSOR PUBLICO DA UNIAO) X CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (Adv. FRANCISCO DAS CHAGAS NUNES)

ATO ORDINATÓRIO (Art. 203 do CPC/2015 e art. 87 do Provimento CR-TRF5 01/2009) Vista à CEF, no prazo de 15 dias (art. 87, item 6 do Provimento CR-TRF5 01/2009). João Pessoa, 05/06/2018 Fábio Lacerda de Castro Martins Técnico Judiciário

   

0002699-74.2010.4.05.8200 BRAYNER ROGERIO TAVARES ARAUJO (Adv. RENAN DO VALLE MELO MARQUES, ROGERIO MAGNUS VARELA GONCALVES, FELIPE AUGUSTO FORTE DE NEGREIROS DEODATO, LINCOLN MENDES LIMA, GUILHERME FURTADO MONTENEGRO, REBECA LUÍZA VARELA DE CARVALHO) X UNIÃO (Adv. SEM PROCURADOR)

Remetam-se os autos ao Setor de Distribuição para reativação. Anotações cartorárias para inclusão dos advogados requerentes. Após, vista à parte requerente, pelo prazo de 10 dias. Sem manifestação, retornem os autos ao arquivo.

   

 

TOTAL DE SENTENÇA: 1

TOTAL DE ATO ORDINATORIO: 8

TOTAL DE DECISÃO: 5

TOTAL DE DESPACHO: 13

 

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